Com 45% do cronograma concluído, a nova indústria de etanol de milho da Coamo avança para montagens mecânicas, mobiliza mais de 70 empresas e pode reunir até 2 mil trabalhadores em Campo Mourão
A nova indústria de etanol de milho da Coamo, em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná, alcançou 45% do cronograma e entrou na fase de montagens mecânicas. A obra atrai mão de obra especializada de várias regiões do Brasil e deve iniciar as operações no primeiro trimestre do próximo ano.
Indústria de etanol de milho chega a 45% do cronograma
O avanço de 45% marca uma nova etapa na construção da indústria de etanol de milho da Coamo. O projeto saiu de uma fase mais concentrada em infraestrutura civil e começa a ganhar foco na montagem eletromecânica dos equipamentos.
O gerente da Indústria de Etanol de Milho da Coamo, Emerson Mansano, afirma que o momento atual concentra atividades de infraestrutura civil e início das montagens eletromecânicas. Para ele, essa fase representa um marco para o desenvolvimento econômico local.
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A nova fábrica será integrada ao conjunto industrial da cooperativa, que já conta com outras 12 plantas em Campo Mourão e Paranaguá, no Paraná, além de Dourados, no Mato Grosso do Sul.
Obra entra em fase de verticalização e instalação de equipamentos
Segundo o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Corrêa, a construção entrou em uma etapa estratégica.
Após a conclusão de boa parte das bases civis, o trabalho passa a se concentrar na verticalização da estrutura e na instalação dos equipamentos.
A planta foi projetada com tecnologia de ponta para o setor de etanol de milho. De acordo com Corrêa, a unidade conta com projetos de engenharia americanos e uma cadeia de suprimentos global.
Os equipamentos vêm da China, dos Estados Unidos e, em sua maioria, do próprio Brasil. Essa combinação de fornecedores faz parte da estrutura prevista para colocar a fábrica em operação no prazo planejado.
Canteiro reúne mais de 70 empresas e pode chegar a 2 mil trabalhadores
O canteiro de obras se tornou um dos maiores polos de contratação da região. Atualmente, cerca de mil profissionais atuam no local, distribuídos por mais de 70 empresas empreiteiras.
Essas equipes trabalham de forma integrada nas frentes civil, elétrica e mecânica. A expectativa de Mansano é que o número de trabalhadores temporários cresça nos próximos dois meses.
A previsão é chegar a cerca de dois mil profissionais, vindos de diversas regiões do país, incluindo Norte e Nordeste, atraídos pela dimensão da construção em Campo Mourão.
Operação segue prevista para o primeiro trimestre do próximo ano
O cronograma das obras segue dentro do planejado, com atenção ao diligenciamento das fabricações e à logística de recebimento dos equipamentos pesados.
A previsão de conclusão e início das operações permanece mantida para o primeiro trimestre do próximo ano. Segundo Corrêa, o ritmo atual reflete a maturidade do projeto e a mobilização das empresas parceiras.
Esta matéria foi elaborada com base em informações da Coamo, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.

