Além da Volkswagen e Toyota, outras 11 montadoras como Scania, Volvo, Mercedes, GM e Renault também retomam produção de veículos em suas fábricas
Vamos de boas notícias! Após a saída da montadora Ford do Brasil, a crise global de suprimentos e a pandemia que fizeram fábricas de automóveis como Chevrolet, Honda, Audi (Volkswagen), Scania, Volvo e Mercedes-Benz, Renault e Nissan suspenderem produção de veículos e indústria automotiva do país quase entrar em colapso, as montadoras Volkswagen e Toyota retomaram suas atividades e outras 11 seguem pelo mesmo caminho!
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As fábricas de automóveis que fecharam por conta do agravamento da pandemia e também devido à falta mundial de peças começam a retomar a produção de veículos em suas fábricas no Brasil.
Segundo dados da Anfavea, as montadoras Volkswagen, GM, Renault, Toyota, Scania, Volvo e Mercedes tinham previsão de retornarem a fabricação de veículos em suas fábricas ontem 05 de abril. .
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Volkswagen e Toyota, outras montadoras já confirmaram a retomada de suas fábricas
A gigante automotiva Volkswagen já confirmou o retorno da atividade em suas fábricas, com exceção da unidade de Taubaté por conta de feriado municipal.
A Toyota informou que as plantas de São Bernardo do Campo, Sorocaba e Porto Feliz retomaram as atividades e a de Indaiatuba retorna hoje (07/04).
Renault, GM e Volvo também confirmaram a retomada. De acordo com a Anfavea, a expectativa é que até a próxima segunda-feira, outras cinco montadoras voltarão com a produção de veículos no Brasil
Ao todo, 13 montadoras paralisaram produção nesta fase mais aguda da pandemia, afetando 29 fábricas em todo o Brasil
Em um movimento contrário aos de Ford e Chevrolet, a multinacional fabricante de autopeças Bosch decidiu trazer sua produção dos EUA para o Brasil
A multinacional alemã fabricante de autopeças Bosch foi de contra o movimento das fabricantes de automóveis Ford, Chevrolet, Honda, Audi, (Volkswagen), Scania, Volvo e Mercedes-Benz, Nissan e Renault que decidiram retirar ou diminuir produções no Brasil, e trouxe para o Brasil a produção de injetores e bicos de injetores para caminhões que eram produzidos em suas fábricas nos Estados Unidos, ampliando assim, a divisão de sistemas de injeção diesel em sua fábrica de Curitiba.
Além disso, a intenção da multinacional alemã é abastecer não só o mercado interno, mas também exportar uma grande quantia – que pode chegar a até metade da produção.
