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Algo estava orbitando a Terra antes de qualquer ser humano lançar um satélite ao espaço: cientistas encontraram milhares de flashes inexplicáveis em fotos antigas do céu e um pesquisador da NASA diz que as evidências apontam para inteligência não humana

Escrito por Bruno Teles
Publicado em 28/03/2026 às 23:00
Atualizado em 28/03/2026 às 23:03
Cientistas encontraram milhares de flashes no céu em fotos de antes do primeiro satélite. Um pesquisador da NASA confirmou. Algo artificial orbitava a Terra.
Cientistas encontraram milhares de flashes no céu em fotos de antes do primeiro satélite. Um pesquisador da NASA confirmou. Algo artificial orbitava a Terra.
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Cientistas do projeto VASCO e um pesquisador aposentado da NASA identificaram de forma independente milhares de flashes luminosos inexplicáveis em fotografias do céu tiradas nas décadas de 1940 e 1950, antes do lançamento do primeiro satélite artificial, e os objetos que produziram esses flashes apresentam características consistentes com superfícies artificiais reflexivas em rotação acima da atmosfera terrestre

Cientistas identificaram milhares de flashes luminosos inexplicáveis em fotografias do céu tiradas antes de 1957, o ano em que a União Soviética lançou o Sputnik-1, o primeiro satélite artificial da história. Os pontos brilhantes aparecem em uma imagem e desaparecem na seguinte, durando menos de um segundo, e não podem ser explicados como resultado de atividade humana porque nenhum país havia colocado qualquer objeto em órbita naquela época. A descoberta foi feita pelo projeto VASCO, liderado pela astrônoma Beatriz Villarroel, e agora foi confirmada de forma independente por Ivo Busko, pesquisador aposentado da NASA.

Conforme Daily Mail, O que torna o caso mais perturbador é que os cientistas encontraram um padrão: os flashes aumentavam nos dias seguintes a testes nucleares realizados pelos Estados Unidos, Reino Unido e União Soviética. A probabilidade de detecção dos objetos era maior no dia seguinte à detonação de uma bomba nuclear, o que elimina a possibilidade de que os flashes fossem causados pelas próprias explosões. Os cientistas descrevem as evidências como consistentes com objetos artificiais reflexivos em rotação acima da atmosfera terrestre, e Villarroel declarou que não consegue encontrar outra explicação além de que estamos diante de algo artificial.

O que os cientistas encontraram em fotografias do céu tiradas antes da era espacial

Cientistas encontraram milhares de flashes no céu em fotos de antes do primeiro satélite. Um pesquisador da NASA confirmou. Algo artificial orbitava a Terra.

O projeto VASCO (Vanishing and Appearing Sources during a Century of Observations) foi criado pela astrônoma Beatriz Villarroel, do Instituto Nórdico de Física Teórica, na Suécia, para analisar fotografias históricas do céu em busca de objetos que aparecem e desaparecem sem explicação.

Os cientistas analisaram placas fotográficas do Observatório Palomar, na Califórnia, tiradas durante as décadas de 1940 e 1950, e encontraram mais de 100.000 objetos transitórios, pontos brilhantes que surgem em uma exposição e estão completamente ausentes nas exposições anteriores e posteriores.

Esses flashes foram registrados anos antes de qualquer país ter lançado um satélite ao espaço. O Sputnik-1, primeiro satélite artificial, só entrou em órbita em outubro de 1957.

Os cientistas descartaram explicações como estrelas conhecidas, fontes cósmicas naturais, defeitos nas placas fotográficas e aeronaves humanas, porque nenhum objeto fabricado pelo homem orbitava a Terra naquela época. O estudo resultante foi publicado na revista Scientific Reports, com revisão por pares, em outubro de 2025.

O pesquisador da NASA que confirmou os flashes de forma independente

Cientistas encontraram milhares de flashes no céu em fotos de antes do primeiro satélite. Um pesquisador da NASA confirmou. Algo artificial orbitava a Terra.

Ivo Busko, desenvolvedor aposentado da NASA que trabalhou no Instituto de Ciência do Telescópio Espacial, realizou uma análise independente para verificar se as descobertas do projeto VASCO eram reais.

Ele utilizou um método analítico próprio e um conjunto diferente de fotografias: 98.000 placas fotográficas do Observatório de Hamburgo, na Alemanha, tiradas com uma câmera de 1,2 metro na mesma época.

Busko encontrou dezenas de flashes transitórios exibindo as mesmas características incomuns relatadas pelos cientistas do VASCO.

De um lote inicial de 41 placas examinadas, Busko identificou 70 flashes candidatos, que foram refinados para 35 candidatos fortes após análise visual cuidadosa. Ele publicou os resultados no arXiv e declarou que as descobertas confirmam de forma independente a presença desses fenômenos transitórios.

O fato de dois grupos de cientistas usando métodos diferentes, fotografias diferentes e observatórios em continentes diferentes terem encontrado os mesmos tipos de flashes dá peso considerável à hipótese de que algo real estava produzindo esses clarões no céu antes da era espacial.

A conexão entre testes nucleares e os flashes que os cientistas não conseguem explicar

Os cientistas do projeto VASCO analisaram 124 testes de bombas nucleares acima do solo realizados por Estados Unidos, Reino Unido e União Soviética entre 1949 e 1957.

O que encontraram foi um padrão estatístico que não parece ser aleatório: o número total de objetos transitórios vistos nas fotografias do céu aumentava 8,5% nos dias em que ocorriam testes nucleares.

O detalhe mais intrigante é que a probabilidade de detecção dos flashes era maior no dia seguinte ao teste, não no dia da explosão. Isso elimina a hipótese de que os clarões fossem provocados diretamente pelas detonações, como riscos de luz ou nuvens de partículas.

Os cientistas encontraram quase 60 desses objetos em órbita nos dias de testes nucleares, um número que caía para cerca de 40 nos dias em que apenas um dos dois eventos acontecia. O padrão sugere que algo no espaço estava respondendo aos testes nucleares na superfície da Terra.

Por que os cientistas dizem que os flashes são consistentes com objetos artificiais

Os flashes encontrados pelos cientistas não se parecem com nada que a astronomia convencional consiga explicar. Villarroel observou que alguns dos objetos pareciam altamente reflexivos, semelhantes a espelhos, e apresentavam sinais consistentes com superfícies planas em rotação.

Busko confirmou que os flashes têm duração inferior a um segundo e produzem perfis mais nítidos e circulares do que imagens estelares, exatamente o que se esperaria de reflexos ópticos causados por luz solar refletindo em superfícies planas de objetos em rotação acima da atmosfera.

Os cientistas encontraram cerca de 35.000 desses objetos apenas no hemisfério norte. Villarroel declarou que não consegue encontrar outra explicação consistente a não ser a de que estamos diante de algo artificial.

Se os objetos existiam antes de qualquer satélite humano, não podiam ter sido fabricados pela humanidade.

E se são artificiais, a implicação é que alguma forma de inteligência não humana os colocou ali. Busko reforçou essa linha ao afirmar que as descobertas têm implicações claras para a pesquisa relacionada ao SETI (busca por inteligência extraterrestre).

O que acontece agora com as evidências que os cientistas coletaram

Busko planeja digitalizar mais placas do arquivo e expandir a análise para coleções de outros observatórios da Europa. O objetivo é confirmar e ampliar a base de evidências sobre os objetos transitórios já identificados pelo projeto VASCO.

Os cientistas reconhecem que as descobertas são extraordinárias e que afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias, motivo pelo qual a verificação independente de Busko foi tão importante: ela mostra que os flashes não são artefatos de um único observatório ou de um único método de análise.

Villarroel não afirmou com certeza se os objetos avistados na década de 1950 ainda existem, mas observou que, se foram construídos por uma inteligência não humana, poderiam ainda estar orbitando a Terra.

Caso as descobertas sejam confirmadas por análises futuras, os cientistas acreditam que os objetos podem representar algumas das primeiras evidências registradas de estruturas não identificadas operando acima da atmosfera terrestre, décadas antes de qualquer nação ter enviado qualquer coisa ao espaço.

Algo estava lá em cima antes de nós e os cientistas agora têm as fotos para provar

Cientistas encontraram mais de 100.000 flashes inexplicáveis em fotografias do céu tiradas antes de 1957.

Os objetos aparecem e desaparecem em menos de um segundo, têm características de superfícies artificiais reflexivas e aumentam em número nos dias seguintes a testes nucleares.

Um pesquisador da NASA confirmou as descobertas de forma independente usando fotografias de outro observatório em outro continente, e a pergunta que os cientistas agora enfrentam é a mais perturbadora possível: se ninguém havia lançado nada ao espaço naquela época, o que era aquilo?

Você acredita que algo estava orbitando a Terra antes da era espacial? Acha que os cientistas vão encontrar uma explicação natural ou estamos diante de evidências reais de inteligência não humana? Deixe nos comentários e compartilhe este artigo com quem se fascina por mistérios do espaço e da ciência.

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