Em Curaçá, na Bahia, a perfuração narrada por Rogério Oliveira, do canal ROGÉRIO OLIVEIRA – POÇOS ARTESIANOS, acompanhou a chegada das máquinas, os primeiros sinais de umidade, a suspeita de uma caverna subterrânea e a decisão do proprietário de avançar até 60 metros para garantir água em uma pequena chácara.
A perfuração de um poço artesiano em uma pequena chácara em Curaçá, na Bahia, terminou com alívio para o proprietário e para a equipe envolvida no serviço. A história foi narrada no canal ROGÉRIO OLIVEIRA – POÇOS ARTESIANOS, no YouTube, acompanhando passo a passo a chegada das máquinas, os primeiros metros perfurados, a mudança das rochas e a expectativa até a confirmação de que o poço não ficou seco.
Caminhões chegam ao terreno e iniciam preparação
O trabalho começou com a chegada dos caminhões da empresa responsável pela perfuração. Um dos veículos já estava posicionado no terreno, enquanto outro chegava com equipamentos para iniciar o serviço.
Antes da máquina começar a perfurar, a equipe fez os ajustes finais no ponto escolhido. O gerador foi preparado, os equipamentos foram posicionados e os profissionais organizaram a estrutura para começar o trabalho.
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A perfuração aconteceu em Curaçá, cidade baiana próxima a Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. O serviço começou por volta das 9h20 da manhã, sob expectativa de alcançar inicialmente 50 metros de profundidade.

Primeiros metros já indicaram mudança no solo
Logo nos primeiros 5 metros, a broca chegou à rocha. O material inicial identificado foi um tipo de xisto, mas em seguida apareceu mármore, o que aumentou a expectativa da equipe.
Durante a narração, Rogério Oliveira explicou que, em locais onde há presença de mármore, costuma existir maior facilidade para encontrar água. A cada nova etapa, uma haste de 5 metros era substituída para permitir o avanço da perfuração.
Também foi introduzido o cano de revestimento, com cuidado para manter a estrutura adequada. A equipe precisou cortar parte do cano, que estava maior que o necessário, antes de seguir com o serviço.
Uso de equipamentos e cuidados durante a perfuração
Durante o trabalho, Rogério destacou o uso de Equipamentos de Proteção Individual pelos profissionais. Segundo ele, em vídeos de outras empresas, algumas pessoas criticam quando trabalhadores aparecem sem os equipamentos adequados.
No caso mostrado, a equipe foi elogiada por realizar o serviço com cuidado e proteção. A perfuração seguiu com troca de hastes, introdução de canos e ajustes na boca do poço.
Em determinado momento, foi colocado um pneu para ajudar a direcionar a água, a terra e a poeira que saíam do furo. A medida serviu para reduzir o impacto do material lançado durante a perfuração sobre os operadores.
Pequenas fissuras aumentaram a expectativa por água
Com 10 metros perfurados, a máquina encontrou uma pequena fissura na rocha. A passagem apresentava umidade, mas ainda não era suficiente para jogar água para fora.
A narração mostrava a expectativa crescente a cada mudança no barulho da máquina. Rogério explicou que alterações no som podem indicar uma fratura na rocha, mudança de material ou até a presença de um veio com água.
A poeira diminuiu em alguns momentos, e o material que saía do poço passou a apresentar sinais de umidade. Mesmo assim, a água ainda não aparecia com força suficiente para confirmar o sucesso da perfuração.
Material pastoso e suspeita de caverna no subsolo
Entre 35 e 40 metros, a equipe percebeu nova mudança no material retirado. A terra começou a sair mais pastosa, como se a umidade estivesse formando pequenos bolos no chão.
Em outro momento, uma haste desceu rapidamente, o que levantou a suspeita de uma pequena caverna subterrânea. Apesar disso, a água ainda não era lançada para cima de forma contínua.
A equipe continuou o trabalho para tirar a dúvida. A perfuração seguiu com cautela, observando o comportamento da máquina, da poeira e da água que aparecia em pequenas quantidades.
Poço chega a 50 metros, mas proprietário autoriza continuar
Ao chegar perto de 45 metros, Rogério informou que o poço já tinha água, mas em pouca quantidade. Ele comentou que foram encontrados alguns veios pequenos, ainda insuficientes para considerar o resultado plenamente satisfatório.
O contrato inicial era para perfurar 50 metros. Porém, após atingir essa profundidade, o proprietário autorizou mais 10 metros de perfuração, levando o poço até 60 metros.
A decisão foi tomada porque ainda havia esperança de melhorar a quantidade de água. Durante o processo, a equipe continuou observando sinais de uma possível caverna, que poderia estar dificultando a saída da água pelo cano.
Água aparece durante a limpeza final
Na fase final, a equipe realizou a limpeza do poço com a própria máquina. Foi nesse momento que a água apareceu de forma mais clara, confirmando que a perfuração não terminou em poço seco.
Rogério afirmou que a água era doce e que chegou a ser experimentada no local. Apesar de não ser um poço com grande volume, o resultado foi considerado suficiente para atender às necessidades da propriedade.
A chácara tinha aproximadamente 1 hectare e estava sendo montada para eventos. Como destacou a narração, sem água seria difícil manter o funcionamento do espaço.
Resultado foi considerado positivo para a propriedade
Ao final da perfuração, Rogério Oliveira agradeceu aos seguidores que acompanharam o vídeo e reforçou que o poço não ficou seco. Segundo ele, a quantidade de água encontrada não era grande, mas poderia ajudar nas necessidades básicas da pequena chácara.
A história terminou com um clima de alívio. Depois de 60 metros perfurados, troca de hastes, mudanças no tipo de rocha, suspeita de caverna e muita expectativa, a água apareceu.
O caso mostra como a perfuração de um poço artesiano envolve técnica, paciência e incerteza. Mesmo com sinais positivos no caminho, a confirmação só veio no fim, quando a limpeza revelou que havia água suficiente para dar utilidade ao poço.

