Shopping Baixa dos Sapateiros perde mais de 70% das lojas, mantém menos de 30 de 91 ativas e expõe crise de espaço inaugurado em 1982 no comércio popular de Salvador
O Shopping Baixa dos Sapateiros, em Salvador, voltou ao debate público após vídeo do influenciador Caio Costa mostrar abandono do espaço inaugurado em 1982, hoje com menos de 30 lojas ativas de um total de 91, evidenciando crise estrutural.
Vídeo nas redes reacende debate sobre abandono
A gravação publicada por Caio Costa, criador do perfil A Vida em Salvador, ultrapassou quase 20 mil visualizações no TikTok. O conteúdo mostra corredores vazios, estruturas deterioradas e ausência de fluxo comercial constante.
Durante a visita registrada, o influenciador percorre áreas internas e descreve a sensação de abandono, destacando a falta de manutenção e a deterioração visível em diferentes pontos do shopping.
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Segundo dados recentes, o centro de compras perdeu mais de 70% das lojas desde seu auge. Dos 91 estabelecimentos originais, menos de 30 permanecem em funcionamento atualmente.
Estruturas deterioradas e funcionamento precário
No vídeo, Caio Costa chama atenção para equipamentos que restaram do período de maior atividade do shopping. Ele cita escada rolante inoperante e elevador com funcionamento considerado arriscado.
“A situação de abandono é visível […] Ainda tem os resquícios, a escada rolante. Se eu não me engano, também o elevador funciona precariamente. Eu vi um vídeo da pessoa tendo coragem de usar o elevador, mas eu não teria essa coragem”, diz o influenciador na gravação.
O cenário descrito reforça a percepção de deterioração progressiva do espaço, com áreas desocupadas e sinais de desgaste estrutural acumulados ao longo dos anos.
Memória do auge comercial do espaço
Além das críticas, o influenciador relembra o período em que o shopping representava o comércio popular soteropolitano. Ele aponta antigas referências, como a presença de uma agência da Caixa Econômica.
Caio Costa observa que ainda existem algumas lojas funcionando na parte superior, indicando resistência pontual de comerciantes apesar do esvaziamento generalizado do centro de compras.
Reações de internautas e possíveis causas
Nos comentários do vídeo, usuários lamentaram a situação atual do shopping. Relatos mencionam tristeza, lembranças de trabalho no local e percepção de decadência do centro financeiro.
Um internauta atribuiu o declínio à retirada de linhas de ônibus para a Barroquinha, apontando mudanças no transporte público como fator que impactou diretamente o fluxo de consumidores.
As manifestações reforçam que a crise do Shopping Baixa dos Sapateiros envolve não apenas abandono físico, mas transformações urbanas e logísticas acumuladas ao longo do tempo.
Com informações de PSnoticias.


O que eu observo em tudo isso é o seguinte: nada , absolutamente nada dura para sempre entendeu? Muitos impérios e civilizações teve seu período de reinar e caiu, lugares comerciais e setores econômicos é a mesma coisa, nem a nossa vida é para sempre, então parem de achar que isso é por causa de A ou B, com o advento das transformações sociais, tecnológicas, bom o avanço da internet aonde vc pode pedir produtos e receber no conforto do seu lado, com o avanço e surgimento de vários Bairros que ali cresceu seu comércio e seus pontos comerciais vendendo seus produtos , muitas pessoas resolveram comprar em seus bairros ou bairros mais próximo aonde vende também, óbvio que com estratégias e investimentos do estado as coisas podem até voltar a melhor, o que eu tenho a dizer é para as pessoas se confirmarem com o avanço e a modernização e os pensamentos dos comerciantes fregueses, ali foi uma fase, numa geração e já passou, nos resta lembranças, agora pode sim o lugar ser usado para novos projetos comerciais, como uma revitalização de uma nova cara essa região para ser centro oriental, já que os orientais são muito bom pra abrir comércios, essa região poderia abrir esse shoping e se chamar shopping oriental como em São Paulo tem na 25 de março, com lojas de eletrônicos em geral : celulares, cabos, capas, loja de sacolas e bolsas em geral, calçados, perfumes importados, concertos, comércio em atacado e varejo além de lanchonetes etc garanto que os comércios ao redor iria se fortalecer e seria uma região polo comercial com uma cara nova
O comércio de Bairro expandiu. Se no meu bairro vende a mesma coisa que vende na Barroquinha, com preço similar ou até mais em conta, não tenho a necessidade de me deslocar.
Deveria colocar os chineses tanto aí como na baixa dos sapateiro, como tem em São Paulo