Boas notícias para Minas Gerais – a petroleira Shell registrou a licença das usinas fotovoltaicas – Aquarii I, II e III – no município de Brasilândia de Minas. Somados os três projetos terão 150 MW de capacidade solares. Em meio ao colapso dos custos do petróleo, Shell reduziu 5 bilhões de dólares em investimentos e suspende compra de ações
As três usinas são o primeiro projeto de energia renovável da Shell no Brasil.
Gabriela Oliveira, gerente de Novas Energias da empresa, confirmou no segundo semestre de 2019 o interesse da Shell na busca por consumidores livres para o desenvolvimento de projetos de energia fotovoltaica no Brasil.
-
Avanço em energia renovável: Projeto de R$ 150 milhões lançado por Petrobras e Finep busca criar eletrolisadores de última geração para hidrogênio verde, fortalecendo pesquisa nacional e preparando o Brasil para disputar espaço em um mercado energético bilionário
-
Avós analfabetas ou semialfabetizadas foram treinadas para consertar sistemas solares, abrir oficinas rurais e iluminar casas que ainda dependiam de querosene
-
O mundo apostou no hidrogênio verde como combustível do futuro, mas agora encara o efeito colateral: produzir 1 quilo exige cerca de 9 litros de água ultrapura, e os maiores projetos do planeta ficam justamente nas regiões mais secas da Terra, onde a água já falta para as pessoas
-
África tem cerca de 500 mil torres de celular e a maioria ainda queima diesel para funcionar, enquanto empresas correm para cobrir antenas com energia solar e evitar apagões no sinal
“Aqui no Brasil a gente está bem focado no segmento de energia solar, até pelo fato da eólica já ter sido bem desenvolvido. O segmento de energia solar está mais iniciante em termos de entrada de novos players”, disse Gabriela
Investimentos
Cerca de três bilhões de dólares serão investidos anualmente em projetos de energias renováveis pela petroleira em âmbito global.
Apesar de querer expandir os investimentos a partir do ano que vem, até 2030 a Shell tem como planejamento investimentos entre1 bilhão e 2 bilhões de dólares.
Para não ficar de fora da concorrência, a companhia se comprometeu alcançar a neutralidade nas emissões de carbono em 2050, igualando assim o compromisso assumido pela BP.
“As expectativas da sociedade mudaram rapidamente no debate sobre a mudança climática. A Shell precisa agora ir mais longe em suas próprias ambições: por isto esperamos alcançar a neutralidade no mercado energético em 2050 ou antes. A sociedade e nossos consumidores não esperam menos”, afirmou o CEO da empresa, Ben van Beurden, em um comunicado.
por- epbr
Neoenergia recebe impulso para construção de complexo de energia eólica no Nordeste brasileiro
A Iberdrola, por meio de sua subsidiária brasileira Neoenergia, recebeu um impulso no desenvolvimento de seu mega complexo de energia eólica em Oitis, no Nordeste do Brasil.
O complexo de Oitis estará localizado entre os estados do Piauí e Bahia e seu comissionamento completo está programado para meados de 2022. Composto por 12 parques, o novo empreendimento terá uma capacidade instalada total de 566,5 MW, o que o converte no maior projeto eólico terrestre da Neoenergia na América Latina e o segundo no mundo.

Seja o primeiro a reagir!