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40 mil barris de petróleo por dia e investimento de US$ 850 milhões! Com nova licença de perfuração concedida, PRIO já pode iniciar exploração do campo de Wahoo

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Escrito por Andriely Medeiros de Araújo Publicado em 06/03/2025 às 09:12
PRIO recebe licença de perfuração para o Campo de Wahoo e investirá US$ 850 milhões, visando uma produção de peso.
Imagem retirada do site da PRIO
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PRIO recebe licença de perfuração para o Campo de Wahoo e investirá US$ 850 milhões, visando uma produção de peso.

A PRIO, maior empresa independente de petróleo e gás do Brasil, recebeu no dia 28 de fevereiro de 2025 a licença de isenção do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ​​(Ibama) para o Campo de Wahoo, na Bacia de Campos, Espírito Santo.

A licença de entrega marca o início de uma etapa importante para o projeto de desenvolvimento do campo, cujo objetivo é aumentar a produção de petróleo da PRIO em até 40 mil bairros por dia. O Campo de Wahoo representa um passo significativo para a empresa, consolidando sua posição como uma das principais operadoras do setor de petróleo e gás no Brasil.

A execução do projeto da PRIO

Com a licença de perfuração em mãos, o PRIO iniciará a mobilização da sonda Hunter Queen, que será usada para a perfuração de seis poços no campo de Wahoo.

Desses seis poços, quatro produtores e dois injetores serão, com o objetivo de maximizar a produção e garantir a continuidade do processo.

A PRIO está investindo significativamente no projeto de Wahoo, com um orçamento total de US$ 850 milhões, e a licença de importação foi um passo crucial para a viabilização dessa grande operação.

Investimento da PRIO e benefícios econômicos para a região

O projeto de perfuração no Campo de Wahoo não traz apenas benefícios para o PRIO, mas também para a economia local e nacional. Roberto Monteiro, CEO da PRIO, destacou a importância econômica do projeto, que prevê a geração de mais de R$ 4 bilhões em royalties para o Espírito Santo e para a União ao longo da vida útil do campo de Wahoo.

Além disso, a operação também já gerou aproximadamente R$ 1 bilhão na cadeia de fornecedores locais, impulsionando a economia da região.

A PRIO tem se empenhado para garantir que o desenvolvimento do Campo de Wahoo seja um motor de crescimento tanto para a empresa quanto para as comunidades envolvidas.

“Wahoo é a nossa prioridade e um projeto para o qual estamos preparados há bastante tempo.  Além de aumentar nossa produção em até 40 mil barris por dia, sua operação movimentará a economia com empregos e futuramente com a geração de mais de R$ 4 bilhões de royalties para o Espírito Santo e para a União ao longo de sua vida”, afirmou Roberto Monteiro.

A operação no Campo de Wahoo está sendo planejada com foco na sustentabilidade e na responsabilidade social, garantindo que todas as etapas do projeto respeitem os padrões ambientais exigidos.

A licença de investigação foi obtida após um longo processo de análise e avaliação ambiental, garantindo que todas as medidas possíveis para minimizar os impactos ambientais sejam seguidas.

Desafios e passos seguintes para o projeto Wahoo

Apesar da obtenção da licença de detalhamento, o PRIO ainda precisa dar continuidade a outras etapas importantes para o desenvolvimento do Campo de Wahoo.

Uma das próximas fases é a avaliação do Estudo de Impacto Ambiental, um requisito para a emissão da licença prévia e para a instalação da infraestrutura submarina necessária para a produção.

A infraestrutura submarina, composta por uma linha de 30 km de extensão, será responsável por conectar o Campo de Wahoo ao FPSO Frade, já utilizado pela PRIO em outros campos.

Essa interligação é crucial para as opções econômicas da produção de petróleo de Wahoo.

Francilmar Fernandes, Diretor de Operações da PRIO, destacou que a empresa está trabalhando para adequar o FPSO Frade, de modo a acomodar a nova produção proveniente do Campo de Wahoo.

A interligação entre Wahoo e Frade é uma solução estratégica, conhecida como “tieback”, que permite a transferência de petróleo da plataforma para a unidade de processamento. Sem essa infraestrutura, o desenvolvimento do Campo de Wahoo seria economicamente inviável.

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Andriely Medeiros de Araújo

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