Fabricantes aumentam preços, mas alguns seguram valores. Entenda as mudanças nos preços de carros elétricos no mercado automotivo em 2024
Carros elétricos e híbridos estão mais caros neste ano devido à volta do imposto de importação. A alíquota, que será de 35% para todas as categorias de veículos eletrificados, foi recolhida parcialmente a partir de 1º de janeiro de 2024. Algumas fabricantes já reajustaram os preços de seus modelos, enquanto outras optaram por manter os valores, de acordo com o site AutoEsporte.
Os carros elétricos podem estar sujeitos a impostos de importação, dependendo de sua origem e das políticas comerciais do país. Além disso, os governos podem oferecer incentivos fiscais para a produção e aquisição desses veículos, visando promover sua adoção e a redução das emissões de poluentes. Confira abaixo os reajustes nos preços dos carros elétricos em 2024 feitos por algumas montadoras.
Divisões de alíquotas e estratégias das montadoras em 2024
O governo estabeleceu divisões de alíquotas por tipo de propulsão, cobrando 10% para elétricos e 12% para híbridos a partir de janeiro. No entanto, algumas fabricantes anunciaram estratégias distintas:
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Hyundai vende uma minivan executiva que parece uma sala VIP sobre rodas: Custin leva 7 pessoas, usa motor 1.5 turbo de 168 cv, câmbio automático de 8 marchas e custa perto de R$ 157 mil na conversão direta no Vietnã
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O Toyota de 7 lugares que parece barato demais para existir no Brasil: Rush tem motor 1.5, opção manual ou automática e preço convertido perto de R$ 81 mil, enquanto por aqui famílias precisam mirar SUVs muito mais caros
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Mitsubishi Pajero Dakar diesel de 2012 aparece com 314 mil km e ainda chama atenção pela fama de resistente; SUV 4×4 de sete lugares encara trilhas, mas sinais de uso severo podem esconder prejuízo para compradores de usados
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A Peugeot reconheceu publicamente os erros do motor PureTech, que causou falhas graves em centenas de milhares de carros, e apresentou o novo Turbo 100 como solução definitiva, um 1,2 turbo testado por mais de 3 milhões de quilômetros que substitui a correia defeituosa por uma corrente mais durável
BMW: A marca aumentou parcialmente os preços de seus carros elétricos, como o BMW i4, mantendo outros, como o BMW 530e, sem alterações.
Volvo: A empresa sueca planeja repassar em média 7,7% da nova alíquota para o consumidor final, com aumentos menores do que o esperado para alguns modelos.
Honda: Aumentou os preços de seus carros híbridos, como Civic e Accord, em 2,31% ao invés dos 12% estabelecidos.
Kia: Optou por manter os preços de 2023 para os híbridos Niro, Sportage e Stonic até o final de janeiro, antes de aplicar um reajuste de até 12%.
Seres, GWM e Audi: As empresas mantiveram os preços de seus modelos até o final de janeiro, aguardando possíveis aumentos.
Nissan: O Leaf, modelo elétrico da marca, não teve aumento de preço e não há previsão de reajuste.
Objetivos do governo e impactos no mercado em 2024
O governo alega que a medida visa desenvolver a indústria automotiva nacional e acelerar a descarbonização da frota brasileira em 2024. A volta do imposto ocorre após oito anos de isenção para carros elétricos e híbridos.
Com a mudança, espera-se um impacto no mercado em 2024, especialmente porque atualmente nenhuma fabricante instalada no Brasil produz carros elétricos, e os híbridos nacionais são limitados. A expectativa é que os preços se ajustem ao novo cenário, refletindo os objetivos do governo e as estratégias das montadoras.

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