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Turista francês entra em uma cratera vulcânica do Arkansas por acaso e sai com um diamante de 7,46 quilates: pedra marrom rara virou o oitavo maior achado desde 1972 em um parque onde visitantes podem ficar com o tesouro que encontram

Escrito por Valdemar Medeiros
Publicado em 02/06/2026 às 13:30
Atualizado em 02/06/2026 às 13:36
Assista o vídeoTurista francês entra em uma cratera vulcânica do Arkansas por acaso e sai com um diamante de 7,46 quilates
Foto: Crater of Diamonds State Park
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Turista francês encontrou um diamante de 7,46 quilates em parque vulcânico dos EUA e registrou um dos maiores achados da história do local.

O que começou como uma parada improvisada durante uma viagem pelos Estados Unidos terminou com uma descoberta que poucas pessoas conseguem fazer na vida inteira. O francês Julien Navas entrou em um parque vulcânico no estado do Arkansas para tentar a sorte procurando pedras preciosas e acabou encontrando um diamante de 7,46 quilates, um dos maiores já registrados no local.

A descoberta ocorreu no Crater of Diamonds State Park, uma área formada sobre uma antiga estrutura vulcânica onde visitantes podem procurar diamantes e manter legalmente qualquer pedra encontrada. O diamante marrom encontrado por Navas entrou para a lista dos maiores já registrados no parque desde que ele foi transformado em área pública em 1972.

Viagem para acompanhar lançamento de foguete terminou em uma descoberta rara dentro de uma cratera vulcânica

Julien Navas, morador de Paris, estava nos Estados Unidos para acompanhar o lançamento do foguete Vulcan Centaur, da United Launch Alliance, na Flórida. Depois da missão espacial, ele decidiu continuar viajando pelo país antes de retornar para a França.

Durante o trajeto, ouviu falar sobre o Crater of Diamonds State Park, em Murfreesboro, no Arkansas. O local é conhecido por permitir que qualquer visitante procure diamantes em uma área aberta ao público mediante pagamento de ingresso.

Turista francês entra em uma cratera vulcânica do Arkansas por acaso e sai com um diamante de 7,46 quilates
Foto: Crater of Diamonds State Park

Curioso com a possibilidade de encontrar uma pedra preciosa real, Navas resolveu fazer um desvio na viagem e passar um dia tentando a sorte no parque. A decisão acabaria mudando completamente sua passagem pelo estado americano.

Depois de horas cavando lama, turista encontrou um diamante do tamanho de uma bala de goma

Navas chegou ao parque em 11 de janeiro de 2024 e alugou um kit básico de busca por diamantes. Dias antes, a região havia recebido mais de 25 milímetros de chuva, deixando o terreno extremamente úmido e lamacento.

Após passar horas cavando sem encontrar nada importante, ele decidiu abandonar a escavação profunda e começar a observar apenas a superfície do solo. Foi nesse momento que percebeu uma pequena pedra marrom diferente das demais.

Quando levou o material ao centro de identificação do parque, funcionários confirmaram que se tratava de um diamante marrom de 7,46 quilates, descrito como arredondado e de coloração semelhante a chocolate profundo.

A pedra entrou para a lista dos maiores diamantes encontrados por visitantes em mais de 50 anos

Segundo os registros do parque, o diamante encontrado por Julien Navas tornou-se o oitavo maior já descoberto por visitantes desde 1972, ano em que a área foi transformada oficialmente em parque estadual.

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O local possui uma longa história de descobertas. O maior diamante já encontrado nos Estados Unidos continua sendo o lendário Uncle Sam Diamond, de mais de 40 quilates, descoberto na mesma região em 1924.

Entre os achados mais famosos do parque também aparecem o Amarillo Starlight, de 16,37 quilates, e o Esperanza Diamond, de 8,52 quilates.

O parque existe sobre uma antiga chaminé vulcânica que continua produzindo diamantes há mais de um século

O Crater of Diamonds State Park é considerado um dos poucos lugares do planeta onde o público pode procurar diamantes diretamente na área original onde eles foram trazidos à superfície por atividade vulcânica antiga.

A região está posicionada sobre uma estrutura geológica conhecida como tubo de lamproíto, formada por erupções ocorridas há cerca de 100 milhões de anos. Esses eventos transportaram diamantes formados em grandes profundidades até camadas próximas da superfície terrestre.

Desde o início das descobertas na área, em 1906, dezenas de milhares de diamantes já foram encontrados no local. Segundo registros citados pelo parque, mais de 75 mil pedras foram recuperadas ao longo da história.

Mais de 600 diamantes são encontrados todos os anos por turistas e caçadores amadores

O parque mantém uma área de busca com aproximadamente 37,5 acres, equivalente a mais de 15 hectares, onde visitantes utilizam pás, peneiras e técnicas simples de garimpo.

Dados oficiais mostram que mais de 600 diamantes são registrados anualmente no local, embora a enorme maioria tenha tamanho muito menor que o encontrado por Julien Navas.

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Funcionários explicam que chuvas fortes costumam ajudar nas descobertas porque a erosão remove parte do solo superficial e expõe pedras que estavam escondidas logo abaixo da superfície. Foi exatamente o cenário encontrado pelo turista francês durante sua visita.

O diamante ganhou nome próprio e deve virar joia de família após atravessar um oceano escondido na lama

Depois da confirmação oficial, Navas decidiu batizar a pedra de Carine Diamond, em homenagem à sua noiva, Carine Eizlini. Segundo relatos divulgados pelo parque e pela imprensa americana, ele pretende transformar o diamante em joias para a futura esposa e para a filha do casal.

O francês descreveu a descoberta como algo difícil de acreditar e afirmou que pretende voltar ao Arkansas no futuro para repetir a experiência.

Em um planeta onde a maior parte dos diamantes surge de minas gigantes, escavações industriais e operações bilionárias, a história de Julien Navas parece saída de outra época: um visitante comum entrou em uma antiga cratera vulcânica carregando apenas ferramentas simples e saiu de lá com uma pedra que passou milhões de anos escondida na lama esperando alguém enxergá-la.

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vatomar no kool
vatomar no kool
02/06/2026 22:29

Lá o que está embaixo do solo pertence aos donos da terra. Aqui pertence a **** de políticos **** e corruptos que tiverem no poder. Esse história do petróleo é nosso é conversa de ****, o petróleo é deles. Lembram do petrolão do pinguco?

Antônio Carlos dos Santos
Antônio Carlos dos Santos
02/06/2026 17:51

Se fosse aqui no Brasil, o atual governo mandaria a PF na sua casa para confiscar.

Fralio
Fralio
02/06/2026 16:24

Uaaaáauuuuu karaaii

Valdemar Medeiros

Formado em Jornalismo e Marketing, é autor de mais de 20 mil artigos que já alcançaram milhões de leitores no Brasil e no exterior. Já escreveu para marcas e veículos como 99, Natura, O Boticário, CPG – Click Petróleo e Gás, Agência Raccon e outros. Especialista em Indústria Automotiva, Tecnologia, Carreiras (empregabilidade e cursos), Economia e outros temas. Contato e sugestões de pauta: valdemarmedeiros4@gmail.com. Não aceitamos currículos!

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