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Três marinheiros ficaram feridos após um incêndio atingir o porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower em estaleiro nos EUA

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Escrito por Ruth Rodrigues Publicado em 18/04/2026 às 07:26 Atualizado em 18/04/2026 às 07:28
Susto em Portsmouth: Incêndio a bordo do porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower deixa feridos. Confira detalhes do ocorrido.
Susto em Portsmouth: Incêndio a bordo do porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower deixa feridos. Confira detalhes do ocorrido. (Imagem meramente ilustrativa)
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Susto em Portsmouth: Incêndio a bordo do porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower deixa feridos. Confira detalhes do ocorrido.

Um período de 16 meses de reparos no porta-aviões nuclear USS Dwight D. Eisenhower (CVN-69) foi marcado por uma emergência na última terça-feira, 14 de abril de 2026. Enquanto estava atracado no Norfolk Naval Shipyard, em Portsmouth, Virgínia, a embarcação sofreu um incêndio de pequenas proporções que mobilizou a tripulação e o pessoal do estaleiro.

O incidente ocorreu durante a fase de Disponibilidade de Incremento Planejado (PIA), um cronograma de modernização iniciado em janeiro de 2025 após o navio enfrentar intensos combates contra drones e mísseis no Mar Vermelho. Durante o combate às chamas, três marinheiros sofreram ferimentos, mas já foram liberados para o serviço ativo após atendimento médico.

Incêndio a bordo do porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower: Resposta rápida e atendimento aos marinheiros

A contenção do fogo foi imediata, graças ao treinamento rigoroso das equipes de segurança de bordo. De acordo com um porta-voz da Marinha dos EUA, o incêndio foi extinto rapidamente pela ação conjunta dos militares e dos funcionários civis do Norfolk Navy Shipyard.

Em comunicado oficial emitido na quarta-feira, a instituição reforçou que os protocolos de emergência funcionaram conforme o esperado:

“Em 14 de abril, o USS Dwight D. Eisenhower sofreu um pequeno incêndio que foi imediatamente contido e extinto pela tripulação do navio e pelo pessoal do Norfolk Navy Shipyard, que responderam prontamente, como treinado. Três marinheiros foram tratados pela equipe médica do navio e retornaram ao serviço completo.”

Embora o susto tenha sido significativo, a rápida recuperação dos feridos permitiu que eles retomassem suas funções de prontidão sem a necessidade de afastamento prolongado.

Incertezas sobre danos e cronograma operacional

Apesar da transparência quanto aos feridos, a Marinha optou por manter certos detalhes técnicos sob sigilo. Até o momento, as autoridades navais não revelaram a localização exata do foco de incêndio dentro do gigante de aço, nem as causas que deram origem às chamas. Além disso, não houve um balanço detalhado sobre possíveis danos estruturais ou prejuízos aos sistemas eletrônicos de bordo.

Imagem: U.S. Navy

Contexto: 16 meses em manutenção e o peso do combate

O USS Dwight D. Eisenhower chegou ao estaleiro de Norfolk em 8 de janeiro de 2025, carregando o desgaste de uma das missões mais exigentes da história recente da 5ª Frota dos EUA.

Entre 2023 e 2024, o navio operou sob constante ameaça de rebeldes Houthis, protegendo rotas comerciais de ataques aéreos e navais.

Essa sobrecarga operacional justifica a profundidade da manutenção atual, que visa restaurar a plena capacidade da embarcação.

Fonte: Poder Naval

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Ruth Rodrigues

Formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), atua como redatora e divulgadora científica.

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