ITA e VertiMob transformaram o Aeroporto de São José dos Campos em um gêmeo digital para testar como eVTOLs poderão pousar, decolar, carregar baterias e receber passageiros. Primeira fase produziu cerca de 800 páginas para análise da Anac, enquanto testes físicos devem avançar na próxima etapa.
Os chamados carros voadores ainda não transportam passageiros comercialmente pelas cidades brasileiras, mas a infraestrutura necessária para recebê-los começa a sair do campo das apresentações conceituais. Em São José dos Campos, no interior de São Paulo, pesquisadores do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e da VertiMob Infrastructure criaram uma versão digital do aeroporto para descobrir como um futuro vertiporto poderá funcionar.
O simulador reproduz pousos, decolagens e a movimentação dos passageiros. Além disso, considera variáveis como vento, chuva, temperatura, obstáculos e trajetórias das aeronaves. A primeira fase terminou recentemente e gerou cerca de 800 páginas de estudos, encaminhadas à Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac.
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Agora, a equipe pretende transformar parte desses testes virtuais em uma operação física. A segunda etapa prevê a construção de um vertiporto real no Aeroporto de São José dos Campos, embora o local definitivo ainda dependa de discussões regulatórias. A intenção apresentada pelo projeto é ter essa estrutura pronta até o fim de 2026.
Gêmeo digital reproduz o aeroporto antes da construção do vertiporto
A primeira etapa do projeto não exigiu colocar dezenas de eVTOLs reais no aeroporto. Em vez disso, os pesquisadores desenvolveram um gêmeo digital, capaz de reproduzir diferentes cenários operacionais antes que a infraestrutura física seja instalada.
Esse tipo de modelo permite testar uma combinação extensa de condições. O simulador considera vento, temperatura, chuva, obstáculos e trajetórias, permitindo verificar como mudanças externas afetam aproximações, pousos e decolagens.
Além disso, a ferramenta ajuda a calcular áreas de segurança. Uma rajada lateral, por exemplo, pode deslocar uma aeronave e exigir uma margem maior ao redor da zona de operação.
Portanto, o objetivo não é apenas descobrir se um eVTOL consegue pousar. O sistema procura entender quanto espaço uma operação segura realmente exige quando as condições deixam de ser ideais.
Projeto quer fazer passageiro chegar à aeronave em até 15 minutos
Os testes também analisam aquilo que acontece depois que o passageiro entra no terminal.

O modelo estabelece como referência um processo de embarque de até 15 minutos. Nesse intervalo, a equipe avalia o caminho desde a chegada do usuário até o acesso à aeronave.
Essa meta é importante porque os eVTOLs são apresentados como alternativa para deslocamentos urbanos e regionais rápidos. Se o passageiro economiza tempo no voo, mas precisa esperar longos períodos no terminal, uma parte da vantagem desaparece.
Por isso, o simulador procura identificar gargalos antes mesmo de existir uma operação comercial. Assim, engenheiros conseguem alterar fluxos e procedimentos ainda na fase de projeto.
Falha em um equipamento pode atrasar os voos seguintes
O gêmeo digital também tenta reproduzir problemas.
Entre os pontos analisados aparecem fluxo de passageiros, gargalos no embarque, falhas em equipamentos, carregamento e resfriamento das baterias. O objetivo é observar não apenas o evento isolado, mas seu efeito sobre as operações seguintes.
Essa questão ganha importância em um vertiporto com alta frequência de pousos e decolagens. Se uma aeronave demora mais para carregar ou um equipamento deixa de funcionar, a programação seguinte pode sofrer atrasos.
Consequentemente, a infraestrutura precisa trabalhar com margens operacionais e planos de contingência.
Assim, o desafio não está apenas em colocar uma aeronave elétrica no ar. É necessário criar uma cadeia terrestre capaz de manter vários voos funcionando em sequência.
Baterias entram no planejamento do “aeroporto” de carros voadores
Ao contrário de helicópteros convencionais, os eVTOLs em desenvolvimento utilizam sistemas de propulsão elétrica. Portanto, o vertiporto precisa lidar também com a infraestrutura energética dessas aeronaves.
O simulador considera tanto o carregamento quanto o resfriamento das baterias.
Esse detalhe pode determinar o intervalo entre dois voos. Uma aeronave não pode simplesmente pousar e voltar ao céu indefinidamente se a bateria precisar recuperar energia ou chegar à temperatura adequada.
Dessa forma, futuros terminais precisam integrar aviação e infraestrutura elétrica. Carregadores, sistemas de segurança, disponibilidade de potência e gerenciamento térmico passam a fazer parte da operação aeroportuária.
Vento e chuva podem mudar o tamanho das áreas de segurança
Uma das vantagens do simulador está na possibilidade de repetir cenários que seriam caros ou difíceis de reproduzir fisicamente.
O sistema consegue inserir condições distintas de vento, chuva e temperatura. Depois, calcula como essas variáveis afetam a trajetória do eVTOL.
Uma rajada de vento pode modificar a posição prevista da aeronave durante a aproximação. Consequentemente, engenheiros precisam determinar qual área deve permanecer livre ao redor do ponto de pouso.
Esse tipo de análise ajuda a responder uma pergunta importante para cidades densas: quanto espaço será realmente necessário para colocar um vertiporto em operação com segurança?
A resposta influencia diretamente o custo e a quantidade de locais capazes de receber a infraestrutura.
Primeira fase já produziu cerca de 800 páginas
O estudo saiu da etapa de demonstração simples.
Segundo a matéria, a primeira fase produziu aproximadamente 800 páginas de documentação, que agora seguem para análise regulatória.
A Anac poderá analisar o material e pedir estudos adicionais. Portanto, o encerramento da primeira fase não significa aprovação definitiva.
Pelo contrário, os resultados servirão de base para decisões sobre a próxima etapa.
Essa quantidade de documentação mostra também a complexidade do desafio. Um vertiporto precisa reunir requisitos de aviação, segurança, infraestrutura elétrica, circulação de pessoas e integração aeroportuária.
Projeto faz parte de sandbox regulatório para vertiportos
Os estudos integram a primeira fase de um Sandbox Regulatório de Vertiporto, desenvolvido em parceria com o Aeroporto de São José dos Campos.
Um sandbox regulatório permite testar soluções novas dentro de um ambiente controlado. Assim, empresas, pesquisadores e autoridades conseguem observar situações que ainda não possuem regras totalmente consolidadas.
Esse mecanismo possui importância especial para os eVTOLs. Afinal, muitas normas aeronáuticas atuais nasceram para aviões e helicópteros.
Os carros voadores elétricos combinam características diferentes. Portanto, aplicar automaticamente todas as regras existentes pode gerar exigências inadequadas ou custos desnecessários.
Anac usa helicópteros como referência inicial de segurança
Enquanto regras específicas amadurecem, a Anac recomenda utilizar, com adaptações, requisitos mínimos já aplicados às operações de helicópteros.
A lógica oferece uma base de segurança conhecida.
Porém, a própria discussão regulatória considera que eVTOLs possuem características diferentes. Eles podem apresentar outro perfil de ruído, propulsão, energia e operação.
Assim, copiar integralmente a infraestrutura de um heliporto pode não ser a solução mais eficiente.
O sandbox procura justamente descobrir quais exigências precisam permanecer, quais precisam mudar e quais novos requisitos deverão surgir.
Segunda fase levará testes para um vertiporto físico
Depois do ambiente virtual, a próxima etapa deverá avançar para uma instalação real.
A ideia é construir um vertiporto físico dentro do Aeroporto de São José dos Campos. Nesse espaço, parte das situações simuladas poderá ser repetida na prática.
Ainda existem pelo menos duas possibilidades de localização. Uma fica próxima à chamada rosa dos ventos do aeroporto. Outra opção está mais perto do terminal e do pátio.
A definição dependerá das discussões com a Anac.
Portanto, o vertiporto ainda não está pronto e seu ponto definitivo também não foi escolhido.
Estrutura poderá continuar operando comercialmente no futuro
O objetivo vai além de construir uma instalação temporária apenas para pesquisa.
Segundo Bruno Limoeiro, CEO da VertiMob, a intenção é criar um terminal real para testes que depois possa permanecer no aeroporto como vertiporto comercial.
Essa possibilidade reduz a distância entre experimento e infraestrutura definitiva.
Primeiro, o local serviria para validar procedimentos. Depois, caso obtenha as autorizações necessárias e exista demanda comercial, poderia integrar uma futura rede operacional.
No entanto, isso ainda é um objetivo. Não significa que São José dos Campos já tenha autorização para transportar passageiros regularmente em eVTOLs.
Meta é ter vertiporto físico pronto até o fim de 2026
O cronograma divulgado prevê uma mudança rápida do digital para o físico.
A intenção é deixar o terminal disponível até o fim deste ano, embora localização e aprovação ainda precisem avançar.
Depois, o projeto continuará produzindo informações e testes.
A conclusão da próxima etapa está projetada para o fim de 2027, mas a própria matéria alerta que o prazo pode mudar.
Portanto, 2026 deve marcar a tentativa de colocar a infraestrutura física em campo. Já 2027 seria utilizado para aprofundar validações.
São José dos Campos reúne aeroporto, ITA e indústria aeroespacial
A escolha do município combina vários elementos favoráveis.
São José dos Campos abriga o ITA, grandes empresas aeronáuticas e um ecossistema de engenharia ligado há décadas à aviação. O CPG já mostrou que o município reúne Embraer, ITA, DCTA e mais de 100 empresas do setor aeroespacial.
Esse ambiente facilita a aproximação entre pesquisa, fabricantes e infraestrutura aeroportuária.
Além disso, o município já participa diretamente da transformação tecnológica da aviação brasileira.
Leia no CPG: São José dos Campos reúne Embraer, ITA e mais de 100 empresas do setor aeroespacial
Eve também avança nos testes do eVTOL
Enquanto pesquisadores trabalham na infraestrutura em solo, a Eve Air Mobility, empresa ligada à Embraer, continua desenvolvendo a aeronave que poderá usar esse tipo de terminal no futuro.
Em agosto, o protótipo da Eve entrou em uma etapa importante ao acionar a hélice propulsora traseira durante voo. Segundo publicação do CPG, o ensaio alcançou 55 km/h e percorreu cerca de 1.550 metros, enquanto etapas seguintes miravam velocidades maiores.
Isso mostra como duas frentes precisam avançar ao mesmo tempo.
De um lado, fabricantes precisam certificar as aeronaves. Do outro, aeroportos e cidades precisam descobrir onde e como elas poderão operar.
Leia no CPG: eVTOL da Eve ativa hélice traseira em voo e avança nos testes de transição
Aeronave e vertiporto precisam amadurecer juntos
Esse é um dos pontos mais importantes do projeto.
Não basta certificar um eVTOL se não existirem locais adequados para embarque, pouso e recarga. Da mesma forma, construir vertiportos sem aeronaves certificadas poderia deixar infraestrutura cara subutilizada.
Por isso, a mobilidade aérea urbana exige desenvolvimento paralelo.
Fabricantes trabalham em propulsão, baterias, controles e certificação. Enquanto isso, pesquisadores e operadores analisam terminais, espaço aéreo, fluxo de passageiros e energia.
É uma infraestrutura muito mais ampla do que simplesmente pintar uma área de pouso no teto de um prédio.
São Paulo já discutia rede de vertiportos antes deste teste
A infraestrutura em solo vinha ganhando espaço antes do novo simulador.
O CPG mostrou em abril que São Paulo já discutia vertiportos, rotas urbanas e integração com aeroportos, enquanto os eVTOLs avançavam nos testes. A reportagem também abordou a colaboração de Eve, VertiMob e PRS Aeroportos dentro do ambiente regulatório da Anac.
Portanto, São José dos Campos não representa uma iniciativa isolada.
Ela faz parte de um esforço maior para entender como futuras aeronaves elétricas poderão entrar na rede de mobilidade das grandes cidades brasileiras.
Leia no CPG: São Paulo prepara rotas, vertiportos e integração de eVTOLs com aeroportos
Embarque rápido será essencial para competir com helicópteros e carros
O prazo de até 15 minutos para embarque precisa ser entendido dentro da proposta de mobilidade aérea urbana.
Em uma viagem curta, alguns minutos adicionais podem representar grande parcela do tempo total.
Por exemplo, um eVTOL pode economizar dezenas de minutos ao evitar congestionamentos. Porém, se o terminal exigir processos longos de chegada e espera, a vantagem diminui.
Por isso, os testes de passageiros possuem importância tão grande quanto as simulações de voo.
O vertiporto precisa conciliar segurança e velocidade operacional.
Fluxo de passageiros pode virar gargalo antes mesmo do espaço aéreo
Uma futura rede de eVTOLs poderá enfrentar problemas conhecidos dos aeroportos convencionais.
Filas, acessos mal dimensionados ou atrasos no embarque podem limitar a quantidade de voos. Da mesma forma, falhas de equipamentos podem criar efeito cascata ao longo do dia.
O simulador procura antecipar justamente essas situações.
Assim, pesquisadores conseguem observar quantos usuários podem passar pelo terminal sem comprometer os horários.
Esse tipo de informação também ajudará a dimensionar futuras instalações. Um vertiporto em um grande aeroporto pode exigir configuração diferente de outro instalado próximo a um centro empresarial.
Recarga elétrica pode ser um dos maiores desafios em solo
A bateria cria uma característica operacional diferente daquela dos helicópteros convencionais.
Uma aeronave elétrica precisa ter energia suficiente para o próximo voo. Além disso, o sistema deve respeitar requisitos de temperatura e segurança.
Por isso, o projeto simula carregamento e resfriamento das baterias.
Se vários eVTOLs chegarem juntos, o terminal também poderá precisar administrar picos de demanda elétrica.
A matéria não informa qual potência será necessária ou qual tecnologia de carregamento será adotada. Portanto, qualquer número nesse sentido seria especulação.
Vertiporto não será simplesmente um heliponto com carregador
A comparação com heliportos ajuda, mas possui limites.
Um futuro vertiporto poderá precisar de áreas de pouso, circulação de passageiros, sistemas de recarga, gerenciamento térmico e integração com novas aeronaves elétricas.
Além disso, a frequência de operação poderá ser diferente.
Por isso, a Anac e os participantes do sandbox analisam quais regras existentes funcionam e quais precisam ser adaptadas.
O desafio é encontrar um equilíbrio entre segurança e viabilidade econômica.
Aplicar todas as regras de helicópteros pode encarecer a infraestrutura
A matéria destaca que a Anac reconhece uma questão econômica relevante.
Utilizar integralmente todas as exigências feitas para helicópteros pode gerar custos maiores do que os necessários diante das características dos eVTOLs.
Isso não significa reduzir segurança.
O objetivo do sandbox é justamente verificar quais medidas continuam essenciais e quais podem receber uma abordagem diferente sem comprometer a operação.
Essa definição será importante para determinar quantos vertiportos poderão surgir nas cidades.
Infraestrutura extremamente cara pode restringir a rede a poucos pontos. Já um padrão mais eficiente poderia permitir maior capilaridade.
Localização pode determinar o sucesso da mobilidade aérea urbana
Onde colocar um vertiporto é uma decisão estratégica.
O terminal precisa estar perto de regiões com demanda de passageiros. Ao mesmo tempo, necessita cumprir requisitos de segurança, ruído, energia e acesso terrestre.
Além disso, uma rede eficiente precisa conectar pontos que façam sentido.
Um vertiporto isolado possui utilidade limitada. Já vários terminais próximos a aeroportos, centros empresariais e áreas residenciais podem formar uma nova rede de deslocamento.
Por isso, o teste realizado em São José dos Campos também serve para construir conhecimento que poderá ser aplicado em outros locais.
“Carros voadores” ainda são aeronaves, não automóveis que simplesmente levantam voo
Apesar do nome popular, os veículos discutidos no projeto são eVTOLs, sigla em inglês para aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical.
Eles não funcionam necessariamente como um carro convencional que circula pela rua e depois começa a voar.
A nomenclatura “carro voador” facilita a comunicação com o público, mas o ambiente regulatório permanece aeronáutico.
Por isso, Anac, aeroportos e especialistas em engenharia de aviação estão diretamente envolvidos.
Testes não significam que passageiros poderão voar imediatamente
Essa é a principal cautela editorial da pauta.
A conclusão da primeira fase do simulador não libera operações comerciais de eVTOL em São José dos Campos. O projeto ainda precisa avançar para testes físicos, análise regulatória e desenvolvimento das próprias aeronaves.
Além disso, eVTOLs destinados ao transporte comercial dependem de certificação.
Portanto, não seria correto afirmar que o “aeroporto de carros voadores” já funciona para passageiros.
O que existe hoje é uma infraestrutura experimental em desenvolvimento.
800 páginas agora chegam à mesa da Anac
A próxima movimentação depende, em parte, da análise regulatória.
A primeira fase entregou aproximadamente 800 páginas de estudos à Anac. A agência poderá aceitar os resultados, solicitar complementações ou indicar novos testes.
Enquanto isso, os responsáveis avançam no planejamento do terminal físico.
Assim, o projeto entra em uma transição importante: da simulação para a infraestrutura real.
É justamente nessa etapa que hipóteses construídas dentro de computadores começarão a ser confrontadas com limitações físicas do aeroporto.
Próxima fase deverá continuar até o fim de 2027
Mesmo com a intenção de ter o vertiporto físico até o fim de 2026, o programa não termina neste ano.
A previsão atual coloca a conclusão da próxima fase no fim de 2027. Entretanto, o cronograma ainda pode mudar.
Esse período deverá permitir novos estudos e testes.
Portanto, o projeto segue uma progressão gradual: primeiro o gêmeo digital, depois a infraestrutura física e, finalmente, validações cada vez mais próximas da operação real.
São Paulo testa primeiro a infraestrutura antes de encher o céu de eVTOLs
A principal mudança revelada pela iniciativa está na maturidade do debate.
Há alguns anos, a conversa sobre carros voadores se concentrava quase exclusivamente na aeronave. Hoje, engenheiros já discutem fila de passageiros, zonas de segurança, temperatura da bateria, ventos laterais e localização do terminal.
Isso mostra que a mobilidade aérea urbana começa a enfrentar problemas práticos.
O Aeroporto de São José dos Campos virou um laboratório para essa transição. O ITA e a VertiMob já terminaram a primeira fase do gêmeo digital, produziram cerca de 800 páginas e enviaram o material à Anac.
Agora, a intenção é colocar parte dessa infraestrutura no mundo físico.
Se o cronograma avançar, São Paulo poderá terminar 2026 não com uma frota de carros voadores carregando passageiros, mas com algo essencial para que isso aconteça no futuro: um vertiporto real criado especificamente para descobrir como essas aeronaves poderão operar com segurança, rapidez e escala.
Você usaria um eVTOL para trocar uma viagem de carro pelo trânsito de São Paulo por um trajeto aéreo, mesmo que precisasse chegar a um vertiporto e passar por um processo de embarque de até 15 minutos?
