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Só um sabor: carrinho de praia serve sorvete artesanal dentro do coco, oferece água grátis, forma filas em Ponta Negra e alcança faturamento médio de R$ 60 mil por mês

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Escrito por Viviane Alves Publicado em 13/07/2026 às 11:24 Atualizado em 13/07/2026 às 11:26
Sorvete artesanal de coco servido na própria fruta, com coco ralado, diante de uma praia ensolarada.
Sorvete artesanal de coco servido dentro da fruta representa o produto que forma filas em Ponta Negra e movimenta cerca de R$ 60 mil por mês.
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Inspirado em uma sobremesa da Tailândia, Leo Fernandes investiu R$ 10 mil e transformou um único sabor em um negócio familiar procurado por turistas e moradores de Natal.

Um carrinho especializado em sorvete artesanal servido dentro do próprio coco passou a formar filas no calçadão de Ponta Negra, em Natal.

A operação alcança faturamento médio de R$ 60 mil por mês, com ticket médio de aproximadamente R$ 20 por cliente.

Moradores e turistas acompanham a preparação do produto diante do carrinho.

O coco é aberto na hora, a água da fruta é entregue gratuitamente e a polpa acompanha o sorvete.

A combinação transformou uma sobremesa simples em uma experiência que chama atenção na praia.

Pessoa fotografa sorvete artesanal servido no coco em uma praia, com o mar e o calçadão desfocados ao fundo.
Cliente registra com o celular um sorvete artesanal servido dentro do coco, diante da praia, produto que ganhou destaque em Ponta Negra.

Ideia da Tailândia inspirou o sorvete servido no coco

Leo Fernandes está por trás da criação do carrinho.

O empreendedor, formado em gestão de negócios, começou trabalhando com açaí e cremes na praia.

A experiência acumulada durante sete anos ajudou Leo a entender o comportamento dos consumidores e o movimento da região.

O desejo de construir um negócio próprio, porém, continuava presente.

Um amigo que havia viajado para a Tailândia contou sobre sobremesas comercializadas dentro do coco.

A inspiração levou Leo a adaptar a proposta para o público brasileiro.

O investimento inicial chegou a R$ 10 mil.

Os primeiros testes mostraram que a mistura do sorvete com a polpa fresca deixava o produto mais atrativo.

O sorvete de coco, dessa forma, tornou-se o único sabor oferecido pelo carrinho.

Água de coco gratuita virou parte da experiência

A apresentação representa um dos principais diferenciais do negócio.

O preparo começa com a abertura do coco diante do cliente.

A água retirada da fruta é oferecida gratuitamente como cortesia.

A polpa, logo depois, é separada e servida junto com o sorvete artesanal.

Leo também passou a enxergar a cortesia como uma estratégia para despertar curiosidade.

A dinâmica ajuda a aproximar o consumidor e transforma o atendimento em parte da experiência.

As filas no calçadão passaram a reforçar a visibilidade do carrinho em Ponta Negra.

Redes sociais ampliaram a procura pelo carrinho

A divulgação começou com vídeos simples gravados pelo próprio celular.

Leo publicava o processo de preparação e mostrava o sorvete servido dentro do coco.

Influenciadores digitais conheceram o carrinho e compartilharam a experiência espontaneamente.

O conteúdo alcançou pessoas de outras regiões e aumentou a procura pelo ponto de venda.

Turistas passaram a incluir o carrinho no roteiro após conhecerem o produto pelas redes sociais.

A exposição digital fortaleceu a marca e ampliou o alcance do negócio além do movimento habitual da praia.

Família participa da produção e do atendimento

A operação funciona atualmente com participação direta da família.

As irmãs de Leo ajudam na produção, no atendimento e na logística do carrinho.

Fornecedores locais realizam diariamente a entrega dos cocos frescos.

A organização familiar permite manter o abastecimento e acompanhar o crescimento da procura.

O aumento das vendas também beneficia todos os envolvidos na operação.

Leo resume essa relação ao afirmar que, quanto maior o volume vendido, maior também é o ganho dos parceiros e familiares.

Faturamento levou negócio de MEI para microempresa

O avanço das vendas levou Leo a deixar o enquadramento de microempreendedor individual.

A atividade passou a funcionar como microempresa, ou ME.

O faturamento médio mensal de R$ 60 mil representa o crescimento alcançado desde o investimento inicial.

O ticket médio de R$ 20 ajuda a sustentar a operação concentrada em apenas um sabor.

Novos pontos em outras praias do Rio Grande do Norte já fazem parte dos planos do empreendedor.

A expansão para outros estados também está sendo estudada.

Coragem e persistência acompanham os planos de expansão

A trajetória apresentou desafios e períodos de instabilidade.

Leo associa o crescimento do negócio à coragem, persistência e resiliência diante dos altos e baixos.

O modelo permanece baseado na receita artesanal, na participação familiar e na experiência oferecida ao consumidor.

A expansão poderá levar o sorvete servido no coco para novos destinos.

Você acredita que um negócio focado em apenas um produto pode crescer mais rapidamente do que uma operação com várias opções? Deixe sua opinião!

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Viviane Alves

Redatora com foco na produção de conteúdos estratégicos voltados para macro e microeconomia, geopolítica, mercado energético, setor automotivo e comércio global.

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