Megaloja da Havan em Blumenau sem Estátua da Liberdade, com fachada tradicional e investimento de R$ 50 milhões aprovado por órgãos de patrimônio
A Havan vai inaugurar uma megaloja no Centro Histórico de Blumenau (SC) no primeiro semestre de 2026, mas sem a tradicional Estátua da Liberdade. A decisão atende regras de preservação patrimonial e foi chancelada por instâncias municipais e federais.
Segundo apuração do Diário do Comércio, o projeto foi aprovado pelo Conselho Municipal do Patrimônio Cultural Edificado e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O investimento estimado é de R$ 50 milhões, com proposta de integração ao conjunto arquitetônico local.
A unidade ficará em área protegida, onde normas urbanísticas e culturais são mais rígidas. A rede optou por uma fachada tradicional, alinhada à paisagem do Centro Histórico, conhecido pela influência da colonização alemã.
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Sem abrir mão da expansão, a empresa ajustou um de seus símbolos mais conhecidos. A estátua não é obrigatória quando as diretrizes municipais ou condições físicas do terreno tornam sua instalação inadequada.
Havan Blumenau, adaptação ao Centro Histórico e às normas de patrimônio
De acordo com o Diário do Comércio, a futura loja foi concebida para harmonizar com as edificações históricas do entorno. A escolha por uma fachada tradicional busca reduzir o impacto visual e preservar a identidade cultural do Centro Histórico.
Blumenau mantém políticas de proteção a imóveis que remetem à imigração alemã e ao estilo enxaimel, marca do turismo e da memória local. Nesse contexto, a intervenção comercial precisa observar parâmetros arquitetônicos e materiais compatíveis com o entorno.
O aval do Iphan e do conselho municipal indica que o projeto atendeu critérios técnicos de preservação. A solução arquitetônica se apoia na ideia de integração urbana, em vez de protagonismo visual de um ícone fora da ambiência histórica.
Estátua da Liberdade da Havan, quando a marca abre mão do símbolo
A Estátua da Liberdade é um símbolo reconhecido da rede, mas a empresa afirma que sua instalação não é regra absoluta. Conforme informações publicadas pelo Diário do Comércio, a Havan ajusta o padrão quando a legislação local ou as características do sítio urbano exigem alternativas.
Neste caso, a ausência do monumento funciona como uma estratégia de conformidade regulatória e de respeito ao patrimônio, sem comprometer o modelo de negócios. A marca mantém identidade por meio de layout interno, mix de produtos e comunicação visual, reduzindo a tensão entre expansão e preservação.
Investimento, cronograma e possíveis efeitos no varejo local
O projeto prevê aproximadamente R$ 50 milhões de investimento e cronograma com entrega no primeiro semestre de 2026. A definição de prazos e a validação por instâncias de patrimônio sugerem planejamento para início das obras e calibração de impacto urbano.
A nova unidade se soma ao corredor de consumo regional, mas com formato compatível ao Centro Histórico. Isso tende a ampliar a oferta de bens e serviços sem colidir com a vocação turística e cultural de Blumenau.
Especialistas em patrimônio avaliam, em casos semelhantes, que soluções arquitetônicas contextuais reduzem conflitos e fortalecem a sustentabilidade urbana. No projeto de Blumenau, a diretriz principal foi preservar o conjunto e mitigar intervenções que destoem da paisagem histórica.
O empresário Luciano Hang, proprietário da Havan, tem priorizado a expansão nacional da rede. A viabilização da loja em Blumenau, com o desenho aprovado pelo Iphan e pelo conselho municipal, demonstra que adequações pontuais podem manter a atração econômica sem ferir o ordenamento do patrimônio, conforme destacou o Diário do Comércio.
A decisão de abrir mão da estátua neste endereço reforça uma leitura pragmática da legislação e do ambiente urbano. A rede aposta que a fachada tradicional e a presença em área central aumentarão o fluxo, alinhando o empreendimento ao valor histórico da cidade.
O que você pensa sobre a megaloja sem a Estátua da Liberdade no Centro Histórico de Blumenau? A escolha equilibra bem preservação e desenvolvimento, ou tira a força simbólica da marca? Deixe sua opinião nos comentários e participe do debate.

Com ou sem estátua,é o menor dos problemas,o que se precisa pensar e se preocupar,é a limpeza ao redor e cuidar dos prédios abandonado,que estao se deteriorando.
Deverian ser revitalizados,ja que querem,manter a História.
O ícone da Havan é Luciano Hang . visão.garra.trabalho
Acho maravilhosa a idéia de não alterar a parte história da cidade. Construções de épocas são importantes para a vida do município. Sem essas preservações a cidade perderá sua história. “Monumentos destruídos cidade sem história.”
Parabéns ao senhor Luciano por contribuir com a grandeza do nosso Brasil. Sucesso sempre.