A Petrobras suspensou seu projeto piloto de geração de energia eólica offshore na Bacia de Potiguar, litoral do Estado do Rio Grande do Norte
A estatal brasileira decidiu pela suspensão do projeto piloto para geração de energia eólica offshore no Campo de Ubarana, localizado na Bacia Potiguar, literol do Rio Grande do Norte. A decisão da Petrobras foi marcada pelo seguinte anúncio em ofício encaminhado ao Ibama: “reavaliado e suspenso, enquanto a empresa prospecta oportunidades de sinergias e parcerias com objetivo de desenvolver um projeto comercial de geração eólica offshore no Brasil”.
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No projeto piloto seria implantado uma torre e um aerogerador, além de outros equipamentos para medir o potencial de geração de energia eólica na modalidade offshore. O projeto ficaria a 20 km da costa de Grumaré, com LDA (lâmina d’água) de 12 a 16 metros.
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A empresa tem optado pela saída dos setores de energia renovável, tanto na suspensão do projeto mencionado, quanto também na parte de biocombustíveis. De acordo com a companhia, as medidas fazem parte da maximização do retorno para os acionistas.
Porém, a estratégia da Petrobras começou a ser questionadas por analistas de mercado. No último mês, durante a apresentação dos resultados da companhia (lucro recorde de R$ 40 bilhões), a empresa foi questionada se o freio na transição energética não poderia impactar a reputação e a competitividade da empresa no futuro.
Já a diretora financeira da companhia, Andrea Almeida, pontuou: “Acho que após mais dois anos de trabalho árduo a empresa será mais competitiva e estará preparada para concluir quais serão as áreas competitivas em renováveis para a Petrobras”.
