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Primeiro frio intenso do ano já tem data para chegar ao Brasil e previsão aponta queda de temperatura em várias regiões, com impacto maior no Sul e mudanças no clima já a partir de abril

Escrito por Bruno Teles
Publicado em 19/03/2026 às 21:09
Assista o vídeofrio intenso chega com frente fria na segunda quinzena de abril; Sul e São Paulo sentem a queda. Veja quando o outono vira.
frio intenso chega com frente fria na segunda quinzena de abril; Sul e São Paulo sentem a queda. Veja quando o outono vira.
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Segundo a Climatempo, o outono começa em 20 de março de 2026 e o primeiro frio intenso deve demorar: a frente mais forte tende a avançar na segunda quinzena de abril, com queda moderada no Sul e reflexos em SP, MG, RJ, ES e parte do Centro-Oeste já nas capitais

O frio intenso do outono de 2026 não aparece logo na virada de estação: a projeção aponta que a primeira frente fria realmente forte tende a entrar no interior do Brasil apenas na segunda quinzena de abril, mudando o padrão de temperatura em várias regiões.

Até lá, o cenário é de transição, com chuva prolongada no Sul e um período de expectativa que costuma alimentar corridas por agasalho e dúvidas sobre impacto no dia a dia, principalmente em áreas urbanas onde a queda de temperatura chega junto com mudanças de rotina.

Quando a primeira frente fria mais forte deve avançar

A previsão indica que o frio intenso deve “demorar um pouco” para se firmar no país, com a primeira frente fria mais intensa avançando para o interior na segunda quinzena de abril.

O efeito esperado é de queda moderada no Sul, com alcance também em partes do Sudeste e do Centro-Oeste.

Esse tipo de entrada costuma ser sentida primeiro como virada de sensação térmica, depois como queda mais nítida nas mínimas, especialmente quando o ar gelado ganha força e se espalha.

O ponto central aqui é o timing: abril, e não março, como gatilho principal.

Onde o frio deve pesar mais e quais áreas entram no radar

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O Sul aparece como a região com impacto mais destacado, e o ar gelado pode trazer temperaturas descritas como “polares” em Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis.

É nessas capitais que a percepção de frio intenso tende a virar assunto imediato, por combinação de vento, umidade e queda de mínima.

A projeção também cita reflexos em parte de São Paulo (incluindo a Grande SP), sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, além de parte de Mato Grosso do Sul e sul de Mato Grosso.

Não é um frio restrito ao Sul, mas é no Sul que o impacto deve ser mais consistente.

São Paulo: queda relevante em abril, frio mais forte só depois

Para a capital paulista, a expectativa descrita é de temperaturas entre 12°C e 14°C na última semana de abril, caso o padrão previsto se confirme.

Isso coloca São Paulo no mapa do frio intenso de outono, mas ainda com limite claro de intensidade.

A marca de 10°C aparece como mais provável apenas no fim de maio ou em junho, o que ajuda a separar dois momentos: abril com queda perceptível e início de sensação de inverno, e um segundo período em que o frio tende a apertar de forma mais severa.

Chuva prolongada e o que muda no “clima de abril”

A leitura para o outono de 2026 também inclui um fator de fundo: a projeção de que o período chuvoso pode se prolongar além do esperado por causa de um El Niño costeiro, com aquecimento anormal do mar próximo à costa, especialmente nas áreas próximas de Peru e Equador.

A expectativa é de mais chuva no Rio Grande do Sul e em regiões de Santa Catarina e do Paraná, enquanto grande parte do Sudeste e do Centro-Oeste deve ficar com volumes dentro da média.

Na prática, isso pode manter um cenário de umidade em parte do Sul, o que muda como o frio é sentido, mesmo quando o termômetro não despenca de forma extrema.

Como se preparar sem cair em alarmismo

O frio intenso previsto para a segunda quinzena de abril costuma pegar desprevenido quem já “vira a chave” para rotina de calor.

O mais eficiente é acompanhar atualizações diárias para confirmar o momento exato da virada, porque o deslocamento de uma frente fria pode variar alguns dias para mais ou para menos.

Também vale observar sinais práticos: aumento de vento, mudança na nebulosidade, noites mais longas e manhãs com sensação mais seca ou mais úmida, dependendo da região.

A preparação aqui é logística, não pânico: roupa adequada, planejamento de deslocamentos e atenção à rotina de crianças e idosos quando a temperatura oscila rápido.

A previsão aponta que o frio intenso do outono de 2026 tende a ganhar corpo na segunda quinzena de abril, com maior impacto no Sul e reflexos em faixas do Sudeste e do Centro-Oeste.

Até lá, a chuva deve seguir mais presente no Sul, e São Paulo pode sentir a queda na última semana de abril, com frio mais forte ficando para maio e junho.

Na sua cidade, você já sente sinais de virada para o frio intenso ou o calor ainda domina? E você acha que abril vai surpreender mais pelo frio ou pela chuva?

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Alan de Abreu Andrade
Alan de Abreu Andrade
24/03/2026 05:08

Em Maceió tá muito mais muito quente, tanto pelo dia quanto a noite… A temperatura a noite não baixa dos 31graus e pelo dia está na faixa de 36 a 37graus com uma sensação térmica bem mais elevada, até o ar do carro não consegue deixar o ambiente gelado apenas confortável pra pode dirigir, já em quem tem ar-condicionado está bem mais quem não tem sofre até pra dormir

Marco Antonio Menin Hauer Do Nascimento
Marco Antonio Menin Hauer Do Nascimento
23/03/2026 11:04

Eu amo o frio

Frederico aponta
Frederico aponta
23/03/2026 03:59

Só faltou verificar a posição das capitais com essa imagem de IA

Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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