A mudança foi homologada nesta quarta-feira (24) e permite operações com calado de 9,1 metros em qualquer maré e até 9,5 metros na maré enchente, respeitando a folga mínima de segurança de 0,70 metro sob a quilha.
O Porto de São Sebastião, no litoral norte paulista, teve o Calado Máximo Operacional ampliado nesta quarta-feira (24). A homologação, coordenada pela Autoridade Portuária com a Autoridade Marítima, aumenta a capacidade das embarcações atendidas.
O limite passou de 8,7 metros para 9,1 metros em qualquer condição de maré. Durante a maré enchente, o calado poderá alcançar 9,5 metros, desde que seja mantida uma folga mínima de segurança de 0,70 metro sob a quilha.
Porto ganha eficiência nas operações
A mudança permite que os navios transportem volumes maiores em cada viagem. Com isso, as operações podem reduzir custos logísticos por unidade de carga e elevar a produtividade em um setor sensível a variações operacionais.
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A ampliação fortalece a estratégia de expansão do Porto, ao oferecer condições para movimentações de maior escala. A administração busca atrair cargas e ampliar a competitividade.
Canal profundo reduz dragagens
O Porto de São Sebastião possui um canal de acesso profundo e protegido pela formação costeira. Essa característica reduz a necessidade de dragagens de manutenção e pode diminuir despesas operacionais.
A vantagem estrutural ganha importância diante da disputa por eficiência logística. Operações com cargas maiores dependem de regularidade, segurança e capacidade de calado para utilizar embarcações com volumes mais elevados.
O presidente da Companhia Docas de São Sebastião, Ernesto Sampaio, afirmou que o aumento representa mais carga por viagem, eficiência logística e competitividade. Para ele, a homologação é um passo importante na busca por novas cargas.
O que você pensa sobre a ampliação do calado no Porto de São Sebastião e seus efeitos nas operações? Deixe seu comentário e conte se a mudança pode fortalecer a logística regional, atrair novos negócios e melhorar o transporte de cargas no litoral paulista.
Com informações de agenciasp.
