1. Início
  2. Petróleo e Gás
  3. Petrobras prevê investir US$ 102 bilhões entre 2024 e 2028, ampliando plano de investimentos.
Faça um comentário 2 min de leitura

Petrobras prevê investir US$ 102 bilhões entre 2024 e 2028, ampliando plano de investimentos.

Imagem de perfil do autor Paulo Nogueira
Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 23/11/2023 às 19:42
Petrobras
Edifício-sede da Petrobras (Edise), na avenida Chile, no Rio de Janeiro (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Seja o primeiro a reagir!
Reagir ao artigo
Prefira o CPG no Google

O montante apresenta um acréscimo de 31% em comparação com a previsão anterior (2023-2027).

Nesta quinta-feira (23/11), o conselho de administração da Petrobras aprovou o novo plano de negócios da empresa, que prevê investimentos de US$ 102 bilhões para o período de 2024-2028. Esse montante representa um aumento de 31% em relação ao plano anterior (2023-2027).

A área de exploração e produção continuará sendo a principal destinatária dos investimentos, com um orçamento de US$ 73 bilhões, o que representa 71,5% do total.

O primeiro plano sob a gestão de Jean Paul Prates e governo Lula contempla um investimento total de US$ 102 bilhões. Deste montante, US$ 91 bilhões estão direcionados para projetos em fase de implantação, enquanto US$ 11 bilhões estão destinados a projetos em fase de avaliação, sujeitos a estudos adicionais de financiabilidade antes do início da contratação e execução.

Projetos em avaliação e investimentos para o futuro da Petrobras

Após a conclusão dos estudos e a confirmação de viabilidade econômica, os projetos em fase de avaliação poderão ser transferidos para a carteira de implantação, de acordo com a empresa.

A Petrobras ressaltou que os investimentos anunciados têm o objetivo de preparar a empresa para o futuro, fortalecendo-a e iniciando um processo de integração de fontes energéticas, fundamental para uma transição energética justa e responsável.

A explicação dada pela Petrobras para o aumento dos investimentos está relacionada principalmente a novos projetos em andamento, incluindo possíveis aquisições. Além disso, a empresa justificou que ativos que estavam em processo de desinvestimento retornaram para a carteira de investimentos. Outro fator apontado foi a inflação de custos ao longo da cadeia de suprimentos.

Em atualização

Fonte: Agência EPBR

Inscreva-se
Notificar de
guest
0 Comentários
Mais recente
Mais antigos Mais votado
Tags
Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

Compartilhar em aplicativos
Baixar aplicativo
0
Adoraríamos sua opnião sobre esse assunto, comente!x