Ativos terrestres do Polo Cupiúba e Carapanaúba, no Amazonas, terão 100% da participação da Petrobras colocados a venda.
O programa de desinvestimentos da Petrobras continua de vento em popa. A empresa anunciou ontem, sexta-feira (13/09), a abertura do processo de venda de 100% de sua participação nas concessões terrestres Polo Cupiúba e Carapanaúba, no Amazonas. Veja aqui os campos que a estatal está vendendo na Bahia.
Nesta primeira etapa do processo é feita a divulgação das oportunidades de desinvestimento, que o mercado costuma chamar de “teaser”.
-
Parceria entre Brasil e a União Europeia mira chips, supercomputador de IA e serviços de nuvem, enquanto governo tenta fortalecer soberania digital em áreas consideradas estratégicas
-
Hotel Nacional liga as cores do Brasil na orla do Rio, transforma a fachada de Oscar Niemeyer em um cartão-postal gigante e faz até quem passa por São Conrado olhar duas vezes
-
Startup paulista cria sistema para antecipar falta de água no campo, cobrir áreas de até 3 mil hectares e evitar que produtor acione bombas sem saber se rio tem vazão
-
China impõe sanções contra chefe da Defesa filipina, proíbe entrada em Hong Kong e Macau e transforma críticas sobre o Mar do Sul da China em nova crise diplomática que pode aproximar ainda mais Manila dos EUA
Os campos
Os campos terrestres a venda pela Petrobras estão localizados em Coari no estado do Amazonas e são chamados Cupiúba e Carapanaúba.
A produção média dos ativos, segundo a Petrobras, foi de 81 barris por dia de óleo e 82 mil metros cúbicos diários de gás no ano passado.
A Petrobras ressaltou que as vendas dos campos terrestres está alinhada com a política da nova gestão da companhia e acrescentou que as etapas posteriores do processo de venda serão ainda divulgadas.
“Essa operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à geração de valor para os nossos acionistas”, dizia a nota.
Veja também ! O governo pretende acabar com o favoritismo da Petrobras e flexibilizar o regime de exploração do pré-sal, permitindo que blocos nestas áreas possam ser leiloados no modelo de concessão – no qual a empresa se torna dona do petróleo, mas assume o risco da atividade, e o vencedor da disputa é quem oferece o maior lance.
A mudança tem potencial de aumentar a arrecadação federal no curto prazo, o que permitiria a melhora das contas públicas em um momento de escassez de recursos.

Seja o primeiro a reagir!