Descubra três práticas comuns que muitos motoristas cometem e que podem levar a sérios danos. Evitar esses erros que acabam com o motor é crucial para a durabilidade do seu veículo.
Entenda os três dos maiores erros que acabam com o motor, práticas que podem parecer inofensivas, mas que têm consequências graves. Preste atenção e proteja seu investimento a partir de agora.
Muitos motoristas, sem saber, cometem deslizes que comprometem seriamente a saúde do motor de seus carros. Ignorar certos cuidados pode levar a um desgaste prematuro e até à quebra do propulsor, resultando em grandes prejuízos e dores de cabeça.
A importância de conhecer os erros que acabam com o motor para a longevidade veicular
Compreender como certas práticas afetam o motor é o primeiro passo para garantir sua durabilidade e bom funcionamento. Pequenos descuidos no uso diário ou na escolha do combustível podem, ao longo do tempo, gerar problemas sérios. Conhecer esses deslizes ajuda a adotar uma condução mais consciente e a realizar a manutenção preventiva de forma mais eficaz.
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Evitar os erros que acabam com o motor não só prolonga a vida útil do veículo, mas também contribui para um melhor desempenho e economia de combustível. A informação correta é a chave para manter seu carro em ótimas condições por mais tempo.
Erro 1: usar etanol em ciclo urbano severo e seus impactos

Utilizar etanol predominantemente em uso urbano severo é um dos erros que acabam com o motor. Nesse tipo de ciclo, o etanol pode causar alta contaminação do óleo lubrificante, alterando sua viscosidade e todas as suas propriedades protetivas, o que resulta na redução da durabilidade do motor.
Além disso, o etanol tem uma diferença na propriedade de aquecer o motor; a gasolina consegue aquecer o propulsor de maneira muito mais rápida. Portanto, para uso urbano e severo, a recomendação é utilizar sempre gasolina para evitar esses problemas de contaminação e desgaste.
Erro 2: dirigir constantemente em baixas rotações e o risco de detonação
Andar sempre em baixas rotações, principalmente por volta de 1000 a 1500 RPM, como ao passar em lombadas em segunda marcha, é outro erro crítico. Isso pode ocasionar um fenômeno chamado detonação ou, por inúmeras detonações, a pré-ignição, que pode levar a danos gigantescos e até à quebra do motor.
Os óleos lubrificantes atuais são formulados para proteger contra a pré-ignição em baixas rotações (LSPI), fenômeno causado pela evaporação do óleo que gera carbonização. Atente-se sempre à rotação do motor ao passar em lombadas, evitando forçar o motor em marchas altas com baixa rotação.
Erro 3: negligenciar o aquecimento prévio do motor, mesmo com injeção eletrônica
Negligenciar o aquecimento prévio do motor antes de sair é um dos comuns erros que acabam com o motor. Muitos pensam que carros com injeção eletrônica (direta ou indireta) não precisam aquecer, mas esse sistema apenas minimiza os problemas, não os elimina. Motores a combustão interna são máquinas térmicas que precisam trocar calor para gerar trabalho e movimentar o carro.
É fundamental aquecer o motor na primeira partida do dia. Aguarde no mínimo 45 segundos com o carro em marcha lenta para lubrificação e aquecimento prévio. Nos próximos 5 minutos, dirija em rotação mais baixa, no máximo 3000 RPM, permitindo um aquecimento gradual e evitando maiores desgastes, pois o motor precisa trabalhar em temperatura ideal para ter durabilidade, potência e economia.
Protegendo seu investimento: como evitar os erros que acabam com o motor
Evitar esses três erros que acabam com o motor é mais simples do que parece e fundamental para a saúde do seu veículo. Optar pela gasolina em uso urbano severo, manter a rotação do motor em níveis adequados e realizar o aquecimento prévio são práticas que fazem grande diferença.
Adotar esses cuidados não exige grande esforço, apenas atenção e mudança de hábitos. Ao evitar esses erros, você garante maior durabilidade, melhor desempenho e mais economia para o motor do seu carro, protegendo seu investimento e evitando problemas futuros.


Discordo de não usar etanol, usei no carro que está com 20 mil km rodados, faço as revisões programadas pela fábrica, no caso a GM/Chevrolet, e o motor está funcionando muito bem.
Corretíssimo