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Operação Atlas reuniu 2.500 fuzileiros, blindados, helicópteros, caças, mísseis anticarro e drones kamikaze em demonstração de poder de fogo no Cerrado, enquanto Marinha, Exército e Aeronáutica testaram ações coordenadas em cenário tático apresentado ao ministro da Defesa

Escrito por Carla Teles
Publicado em 25/05/2026 às 13:57
Atualizado em 25/05/2026 às 14:09
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Fuzileiros entram na Operação Atlas com Marinha, drones kamikaze e mísseis anticarro em demonstração militar no Cerrado. Imagem: Ministério da Defesa.
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Com fuzileiros camuflados, paraquedistas, viaturas, blindados, helicópteros, caças, mísseis anticarro e drones kamikaze, a Operação Atlas levou munição real ao Campo de Instrução de Formosa. Exercício reuniu 2.500 militares, 180 veículos e aeronaves da Marinha, além da Força Aérea, em fase tática apresentada ao ministro José Mucio no Cerrado goiano.

Os fuzileiros navais participaram de uma demonstração operacional da Operação Atlas 2025 no Campo de Instrução do Exército, em Formosa, Goiás, durante etapa realizada entre 8 e 16 de setembro. A atividade reuniu sistemas de artilharia, blindados, aeronaves, drones kamikaze e tropas especializadas em combate.

De acordo com o Ministério da Defesa, a apresentação ocorreu na terça-feira, 16 de setembro de 2025, diante do ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, do comandante da Marinha, almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen, de oficiais-generais das Forças Armadas e da secretária-geral da pasta, Cinara Wagner Fredo. O objetivo foi demonstrar ações coordenadas em cenário tático no Cerrado.

Demonstração simulou ações reais de combate em Formosa

Fuzileiros entram na Operação Atlas com Marinha, drones kamikaze e mísseis anticarro em demonstração militar no Cerrado.
Imagem: Ministério da Defesa.

A Operação Atlas levou para o Campo de Instrução de Formosa uma simulação com munição real, tiros, explosões e deslocamento de tropas em ambiente de alta complexidade. No cenário descrito pelo Ministério da Defesa, fuzileiros camuflados atuaram na mata, enquanto paraquedistas apareceram no alto e viaturas militares avançaram pelo terreno.

O exercício foi apresentado como uma passagem da teoria para a prática em cenários de guerra. Blindados, helicópteros, caças, mísseis anticarro e drones kamikaze integraram a demonstração, reforçando a proposta de testar respostas combinadas em ambiente controlado, mas com elementos próximos de uma situação real de combate.

Marinha, Exército e Aeronáutica testaram atuação conjunta

Fuzileiros entram na Operação Atlas com Marinha, drones kamikaze e mísseis anticarro em demonstração militar no Cerrado.
Imagem: Ministério da Defesa.

Um dos pontos centrais da atividade foi a interoperabilidade entre Marinha, Exército e Aeronáutica. A presença de fuzileiros, aeronaves, blindados e sistemas de artilharia mostrou como diferentes meios podem operar de forma coordenada em uma mesma fase tática.

Segundo a Defesa, a operação buscou reforçar a sinergia entre as Forças Armadas. Esse tipo de exercício é importante porque testa comunicação, deslocamento, apoio aéreo, emprego de fogo e comando em uma mesma operação, fatores decisivos em missões de defesa e prontidão.

Fase tática reuniu 2.500 militares no Cerrado

Fuzileiros entram na Operação Atlas com Marinha, drones kamikaze e mísseis anticarro em demonstração militar no Cerrado.
Imagem: Ministério da Defesa.

A etapa realizada no Planalto Central reuniu 2.500 militares e envolveu 180 veículos e aeronaves da Marinha. A Força Aérea também participou com 10 militares e três aviões no controle do espaço aéreo durante as atividades.

O cenário tático foi montado no Campo de Instrução de Formosa, área tradicionalmente usada pela Marinha em treinamentos de grande magnitude. O local permite o emprego de armamentos de maior calibre, como obuseiros, além de lançamentos de bombas e disparos de metralhadora por aeronaves da Marinha e da Força Aérea.

Ministro destacou prontidão e defesa do território

Fuzileiros entram na Operação Atlas com Marinha, drones kamikaze e mísseis anticarro em demonstração militar no Cerrado.
Imagem: Ministério da Defesa.

Durante a visita operacional, José Mucio afirmou que o exercício faz parte do cronograma da Operação Atlas 2025 e mobiliza efetivo, equipamentos e sistemas de artilharia em ações coordenadas. A iniciativa foi apresentada como voltada à capacidade operacional e à prontidão dos militares.

O ministro também destacou que a Operação Atlas reúne 10 mil homens em seu conjunto e vinha sendo planejada desde fevereiro de 2024. A fala reforça que a demonstração em Formosa foi uma etapa dentro de uma operação maior, voltada à preparação para adversidades e à defesa do território nacional.

Drones kamikaze e mísseis anticarro ampliaram o peso da demonstração

Fuzileiros entram na Operação Atlas com Marinha, drones kamikaze e mísseis anticarro em demonstração militar no Cerrado.
Imagem: Ministério da Defesa.

Entre os equipamentos citados, os drones kamikaze e os mísseis anticarro chamaram atenção por indicarem o uso de tecnologias e armamentos associados a conflitos modernos. Esses meios foram empregados ao lado de sistemas tradicionais, como artilharia, blindados e aeronaves.

A presença dos fuzileiros navais nesse ambiente mostra como tropas especializadas precisam operar em conjunto com tecnologia embarcada e apoio de fogo. A guerra moderna exige integração entre soldados, sensores, veículos, aviação e sistemas de ataque, e a Operação Atlas buscou demonstrar essa coordenação.

Exercício no Cerrado integra fase da Operação Atlas 2025

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A fase tática apresentada em Formosa integra a Operação Atlas 2025, coordenada pelo Ministério da Defesa. Embora a operação esteja ligada à fase tática na Amazônia, o cenário dessa etapa foi ambientado no Cerrado, usando o campo de instrução goiano para simular ações de combate em ambiente controlado.

O uso de uma área de treinamento de alta complexidade permite testar armamentos, deslocamento de tropas e respostas coordenadas sem expor civis ao risco. É nesse tipo de ambiente que as Forças Armadas avaliam procedimentos antes de qualquer emprego real, ajustando doutrina, comando e integração entre meios.

A demonstração da Operação Atlas mostrou fuzileiros, paraquedistas, blindados, helicópteros, caças, mísseis anticarro e drones kamikaze em uma mesma vitrine de poder de fogo. Mais do que exibir equipamentos, o exercício buscou testar coordenação entre Marinha, Exército e Aeronáutica em um cenário tático complexo.

Ao mesmo tempo, operações desse porte levantam discussões sobre investimento em defesa, preparo militar, uso de novas tecnologias e prioridades nacionais. Você acredita que demonstrações como a Operação Atlas fortalecem a prontidão do Brasil ou deveriam ser acompanhadas de mais transparência sobre custos, objetivos e resultados? Deixe sua opinião nos comentários.

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Carla Teles

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