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Novo pneu da Michelin chega ao Brasil oferecendo mais durabilidade, segurança, resistência e menor emissão de ruído para sedãs e SUVs, incluindo veículos híbridos e elétricos — conheça o Michelin Primacy 5

Escrito por Ruth Rodrigues
Publicado em 16/05/2026 às 17:11
Atualizado em 16/05/2026 às 17:13
A Michelin apresenta o Primacy 5 ao mercado brasileiro, com 18% mais vida útil, melhor frenagem na chuva e baixo consumo de energia.
A Michelin apresenta o Primacy 5 ao mercado brasileiro, com 18% mais vida útil, melhor frenagem na chuva e baixo consumo de energia. Fonte: Michelin.
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A Michelin apresenta novo pneu Primacy 5 ao mercado brasileiro, com 18% mais vida útil, melhor frenagem na chuva e baixo consumo de energia.

A Michelin confirmou a entrada do Primacy 5 no mercado brasileiro. O novo pneu foi criado para sedãs e SUVs — incluindo modelos híbridos e elétricos — e traz avanços em três frentes: segurança, durabilidade e conforto de rodagem. A novidade sucede a geração anterior com melhorias técnicas significativas, especialmente para quem enfrenta pistas molhadas ou busca maior eficiência energética.

Por que os veículos elétricos exigem um pneu diferente?

Carros elétricos e híbridos apresentam características específicas: são mais pesados e entregam torque de forma instantânea, o que demanda pneus com maior capacidade de resposta. Além disso, como esses veículos funcionam de maneira muito silenciosa, qualquer barulho externo — inclusive dos pneus — se torna mais perceptível.

Para reduzir esse problema, o Primacy 5 conta com bandas de contato intermediárias desenvolvidas especificamente para diminuir ruídos e vibrações durante a condução, garantindo uma experiência mais tranquila a bordo.

A Michelin apresenta o Primacy 5 ao mercado brasileiro, com 18% mais vida útil, melhor frenagem na chuva e baixo consumo de energia.
A Michelin apresenta o Primacy 5 ao mercado brasileiro, com 18% mais vida útil, melhor frenagem na chuva e baixo consumo de energia. Fonte: Michelin.

Michelin Primacy 5: o que mudou na prática

De acordo com a fabricante francesa, o novo modelo traz evoluções concretas em relação ao antecessor. Veja os principais destaques:

  • Vida útil 18% maior, o que pode representar cerca de 7 mil quilômetros a mais dependendo das condições de uso e do estilo de condução do motorista
  • Frenagem 4% mais eficiente em piso molhado, com diferença de até 5,5 metros na distância de parada em comparação com pneus concorrentes em determinadas situações
  • Resistência ao rolamento reduzida em 5%, o que contribui para menor consumo de combustível ou maior autonomia em veículos elétricos
  • Menor emissão de ruídos e vibrações, especialmente relevante para motoristas de carros elétricos

A tecnologia por trás da segurança na chuva

Grande parte do ganho em frenagem vem de um redesenho na superfície de contato do pneu com o asfalto, aliado a dois sistemas desenvolvidos pela Michelin: o Evertread e o Evergrip. Juntos, eles ampliam os canais responsáveis por escoar a água, tornando a drenagem mais eficiente.

O diferencial dessas tecnologias está na durabilidade do desempenho: mesmo com o desgaste natural do pneu ao longo do tempo, a capacidade de evacuar água é mantida. Portanto, o nível de segurança em pistas molhadas tende a se sustentar por mais tempo do que em modelos convencionais.

A Michelin apresenta o Primacy 5 ao mercado brasileiro, com 18% mais vida útil, melhor frenagem na chuva e baixo consumo de energia.
A Michelin apresenta o Primacy 5 ao mercado brasileiro, com 18% mais vida útil, melhor frenagem na chuva e baixo consumo de energia. Fonte: Michelin.

Economia que aparece no tanque — ou na bateria

A redução de 5% na resistência ao rolamento significa que o pneu oferece menos atrito contra o solo enquanto o veículo se move. Em termos práticos, isso se traduz em menos energia gasta para manter a velocidade — o que resulta em menor consumo de gasolina para carros a combustão e maior autonomia de carga para elétricos.

Fonte: R7

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Ruth Rodrigues

Formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), atua como redatora e divulgadora científica.

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