Novo SUV compacto da Honda estreia em outubro no Brasil, com motor 1.5 flex, câmbio CVT e um dos maiores porta-malas da categoria. Modelo será produzido em Itirapina (SP) e promete disputar espaço entre rivais como Pulse e Kardian.
A Honda definiu a estreia brasileira do novo WR-V 2026 para 17 de outubro de 2025, posicionando o SUV como a opção de entrada da marca abaixo do HR-V.
Fabricado em Itirapina (SP), o modelo chega com motor 1.5 flex de 126 cv acoplado ao câmbio CVT e promete um dos maiores porta-malas do segmento, com 458 litros de capacidade.
A data foi confirmada em publicações oficiais da montadora nas redes sociais.
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Lançamento e lugar na linha da marca
Diferentemente do antigo WR-V derivado do Fit, a nova geração tem projeto próprio, porte de SUV subcompacto e estreia antes mesmo do Salão do Automóvel de São Paulo.
A estratégia é ocupar o espaço entre City e HR-V, reforçando a presença da Honda no segmento de utilitários esportivos compactos com um produto nacional desde a fase inicial.
A confirmação do calendário foi feita pela própria companhia, que iniciou a campanha de divulgação nas redes.

Conjunto mecânico conhecido no Brasil
O trem de força repete a fórmula dos modelos nacionais da marca.
O 1.5 flex com injeção direta, já utilizado em City hatch e sedã, entrega 126 cv e trabalha exclusivamente com transmissão automática do tipo CVT.
Essa escolha privilegia consumo e suavidade e harmoniza com a proposta urbana do novo SUV.
Publicações especializadas apontam que não haverá opção manual no lançamento.
Dimensões e porta-malas de 458 litros
Em medidas externas, o WR-V tem 4,31 m de comprimento, 1,79 m de largura, 1,65 m de altura e 2,65 m de entre-eixos.
O destaque fica para o porta-malas de 458 litros, volume que o coloca entre os mais capazes do segmento e atende uma demanda importante de quem prioriza espaço para bagagem no uso familiar.
Esses números foram antecipados pela fabricante e reiterados pela imprensa automotiva.

Interior em sintonia com City e HR-V
Por dentro, o novo WR-V segue a linguagem dos modelos nacionais da Honda.
Volante, comandos e quadro de instrumentos mantêm o padrão já visto em City e HR-V, enquanto o painel central tem desenho próprio e comandos específicos do ar-condicionado.
A central multimídia em estilo “flutuante” e o painel digital aparecem nas imagens de divulgação e em prévias da imprensa; as especificações finais de tela e conectividade serão detalhadas na apresentação oficial.
Versões e equipamentos: o que já é público
Até o momento, a Honda não divulgou o catálogo completo de itens por versão.
Reportagens de veículos como Terra e Quatro Rodas indicam oferta inicial em EX e EXL, repetindo a estrutura de City e HR-V.
Esses materiais também citam pacote de segurança amplo, com múltiplos airbags e controles eletrônicos, além de possibilidade do Honda Sensing nas configurações superiores.
A confirmação oficial de versões e equipamentos sairá no evento de lançamento.

Produção nacional e plano de investimentos
A nacionalização do WR-V integra o ciclo de R$ 4,2 bilhões anunciado pela Honda para o Brasil até 2030, com prioridade para tecnologias híbrido-flex e expansão produtiva em Itirapina.
O plano foi comunicado ao governo federal e reiterado pela empresa, que projeta aumento de capacidade e novos desenvolvimentos no país.
O WR-V está inserido nesse pacote e, segundo a própria Honda, a eletrificação flex faz parte da trajetória desta geração, ainda sem data divulgada para chegar ao modelo local.
Concorrentes diretos e posicionamento de preço
Ao ocupar a base do portfólio de SUVs da marca, o WR-V enfrentará Fiat Pulse, Renault Kardian, Volkswagen Tera e o Toyota Yaris Cross.
A chegada do Tera ampliou a disputa entre B-SUVs fabricados no Brasil e adicionou um competidor direto também voltado à faixa de entrada do segmento.
A Volkswagen já divulga o novo modelo em seu site nacional, evidenciando o acirramento dessa disputa.
Em relação a valores, estimativas de publicações especializadas colocam o WR-V entre R$ 120 mil e R$ 150 mil, posicionando-o acima do City e abaixo do HR-V, faixa que só será confirmada no anúncio comercial.
O que muda em relação ao WR-V antigo
Além da plataforma e do visual, a proposta evolui em dimensões e em capacidade de carga.
O entre-eixos de 2,65 m e o volume de 458 litros representam avanço expressivo frente ao WR-V anterior, voltado a um público mais próximo do Fit.
A nova geração nasce como SUV dedicado, com proporções e ergonomia que se alinham ao padrão atual da categoria, mantendo o foco em eficiência do 1.5 flex e na usabilidade do CVT para o dia a dia.
Expectativas para a estreia
Com estreia marcada para 17 de outubro, a Honda deve detalhar versões, lista de equipamentos e preços, além do cronograma de produção em Itirapina.
A eletrificação permanece no horizonte da marca no país, apoiada pelo plano de investimentos até 2030, e a tendência é que o WR-V se beneficie desse movimento ao longo do ciclo de vida.
Enquanto isso, a disputa entre os B-SUVs nacionais promete se intensificar com a chegada do novo Honda às concessionárias.
Quais equipamentos você considera indispensáveis para que o WR-V encare Fiat Pulse, Renault Kardian, Volkswagen Tera e Toyota Yaris Cross com vantagem real nas lojas?
