No Porto de Imbituba, navios como Liberty Island, World Ruby e Pearl Eternity somam mais de 150 mil toneladas de coque não calcinado dos Estados Unidos, entre volumes realizados e previstos, enquanto o complexo cresce 12,7% no quadrimestre e mantém granéis sólidos como principal força operacional catarinense em 2026 regional.
Os navios vindos dos Estados Unidos colocaram o Porto de Imbituba, em Santa Catarina, na rota de uma sequência superior a 150 mil toneladas de coque não calcinado em 2026. A movimentação envolve o Liberty Island, o World Ruby e o Pearl Eternity, com cargas ligadas à rota Texas–Imbituba.
Segundo confirmação do Porto de Imbituba a carga tem destino integral à planta da Votorantim. O movimento ocorre em um momento de expansão operacional do complexo, que movimentou mais de 2,65 milhões de toneladas entre janeiro e abril de 2026, alta de 12,7% sobre o mesmo período de 2025, segundo publicação oficial do próprio porto.
Navios dos Estados Unidos colocam Imbituba na rota do coque não calcinado

A sequência reúne três embarcações com volumes próximos de 50 mil toneladas cada. No Relatório Diário de Operações mais recente consultado, o Liberty Island aparece como navio saído em 23 de maio de 2026, com 50.593,600 toneladas realizadas de coque não calcinado no Porto de Imbituba.
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O World Ruby, procedente de Houston, também consta como navio saído, com saída registrada em 24 de maio de 2026 e 49.820,320 toneladas realizadas da mesma carga. Já o Pearl Eternity aparece no documento como navio esperado, com origem em Houston e 49.904,860 toneladas previstas.
Somadas, as três operações passam de 150 mil toneladas de coque não calcinado, considerando os volumes realizados e previstos no relatório operacional. O número chama atenção porque concentra, em poucas semanas, uma sequência relevante de granéis sólidos voltados a cadeias industriais.
O dado mais forte da pauta não está apenas na chegada de um navio isolado. Está no encadeamento das operações, mostrando Imbituba como ponto de entrada de uma carga industrial pesada em um momento de crescimento operacional do complexo portuário.
World Ruby já aparece como operação concluída no RDO

Em relatório anterior, o World Ruby ainda constava como navio esperado. No RDO mais recente consultado, a embarcação já aparece como navio saído, com saída registrada em 24 de maio de 2026.
O volume realizado foi de 49.820,320 toneladas de coque não calcinado. Essa atualização é importante porque muda o enquadramento da pauta: a operação deixou de ser apenas uma previsão e passou a integrar a sequência efetivamente realizada no porto.
O Liberty Island também consta como saído, em 23 de maio de 2026, com 50.593,600 toneladas realizadas. O Pearl Eternity completa a sequência como navio esperado, mantendo o porto na rota do insumo industrial.
A formulação mais segura é dizer que o Relatório Diário de Operações registra cargas realizadas e previstas em Imbituba. Isso evita exageros e mantém a matéria ancorada no que está documentado pela movimentação portuária.
Coque não calcinado abastece cadeias industriais pesadas

O coque não calcinado é associado ao coque verde de petróleo, produto sólido, granulado e carbonáceo obtido a partir do processamento de frações líquidas do petróleo em unidades de coqueamento retardado. Segundo a Petrobras, o coque verde de petróleo é insolúvel em água, não explosivo, não reativo e tem alto ponto de ignição.
Na indústria, esse tipo de insumo pode seguir para diferentes aplicações. A Petrobras informa que, após calcinação, o produto pode ser usado na fabricação de anodos para alumínio; também pode substituir certos carvões metalúrgicos na siderurgia e servir como combustível em processos industriais, com demanda relevante no setor de cimento.

No caso de Imbituba, conforme confirmação do Porto a carga tem destino integral à planta da Votorantim, o que conecta a operação portuária a uma cadeia industrial de grande porte. A matéria, porém, não precisa cravar o uso final específico dentro da planta, apenas o destino confirmado.
Esse cuidado editorial é importante porque “coque não calcinado” pode ter diferentes rotas industriais. O ponto confirmado e relevante é que se trata de um insumo movimentado em escala elevada, com destino industrial e entrada pelo porto catarinense.
Granéis sólidos lideram a movimentação do Porto de Imbituba

A sequência de navios se encaixa em um contexto maior. Em publicação oficial, o Porto de Imbituba informou que o complexo movimentou mais de 2,65 milhões de toneladas no primeiro quadrimestre de 2026, crescimento de 12,7% em relação ao mesmo período de 2025.
O número de atracações também subiu. Foram 118 atracações de janeiro a abril, alta de 11,3% frente ao mesmo intervalo do ano anterior. Esse avanço ajuda a explicar por que a chegada de grandes cargas encontra o porto em fase de maior atividade.
Os granéis sólidos seguem como a principal força operacional de Imbituba. Segundo o próprio porto, esse grupo respondeu por 1,96 milhão de toneladas, equivalente a 74% do volume total no acumulado do ano.
Entre os produtos de maior destaque aparecem coque de petróleo, barrilha, canola em grãos, hulha betuminosa, sal e farelo de milho. Essa composição mostra um perfil ligado a cargas industriais, agrícolas e minerais.
Exportações e importações reforçam o peso do coque
No detalhamento do quadrimestre, o Porto de Imbituba informou que as exportações somaram 1,06 milhão de toneladas, com avanço de 13,5%. Entre os destaques de embarque aparecem coque calcinado, coque não calcinado e farelo de milho.
As importações atingiram 1,23 milhão de toneladas, alta de 13,9%, impulsionadas principalmente por hulha betuminosa, sal, coque de petróleo e insumos industriais. Esse conjunto reforça a presença de cargas ligadas a cadeias produtivas pesadas.
A sequência Liberty Island, World Ruby e Pearl Eternity reforça justamente essa característica do porto. São embarcações grandes, com volumes elevados e carga de perfil industrial.
O cuidado necessário é não chamar a sequência de “recorde” ou “explosão” do coque sem dado comparativo específico por produto. O que está confirmado é o crescimento geral do porto, o protagonismo dos granéis sólidos e o destaque do coque entre as cargas relevantes.
Imbituba vive fase de expansão operacional em 2026

Em publicação oficial, o Porto de Imbituba atribui o desempenho do quadrimestre a investimentos em infraestrutura, planejamento e gestão. O porto também afirma viver momento de expansão e consolidação estratégica, com atração de novas oportunidades, rotas e negócios.
Na mesma divulgação, foram citados projetos estruturantes como dragagem, ampliação de berços e digitalização de processos logísticos. Essas iniciativas buscam ampliar competitividade e capacidade operacional diante da demanda de mercado.
É nesse cenário que a chegada de navios com coque não calcinado ganha força editorial. A pauta não mostra apenas uma descarga pontual, mas uma operação conectada a um porto em crescimento.
Para Santa Catarina, esse tipo de movimentação tem impacto logístico e econômico. Granéis sólidos exigem estrutura, planejamento, operadores especializados, transporte terrestre e integração com cadeias industriais.
Mais de 150 mil toneladas mostram concentração relevante
A soma da sequência passa de 150 mil toneladas entre cargas realizadas e previstas. Em termos jornalísticos, esse é o ponto de maior impacto: três navios vindos dos Estados Unidos concentrando grandes volumes de coque não calcinado em Imbituba.
O Liberty Island e o World Ruby já aparecem como operações realizadas no RDO mais recente consultado. O Pearl Eternity completa a sequência como embarcação esperada, com volume previsto de quase 50 mil toneladas.
Essa concentração reforça a relevância do coque dentro da movimentação de Imbituba em 2026. Ainda assim, a comparação específica com 2025 para esse produto depende de dado oficial por carga.
O melhor enquadramento é mostrar que a sequência reforça os granéis sólidos em um porto que já cresce no quadrimestre. Assim, a matéria fica forte sem depender de afirmações não comprovadas.
Porto catarinense ganha peso na rota industrial

Os navios vindos dos Estados Unidos reforçam o papel do Porto de Imbituba como ponto estratégico para cargas industriais em Santa Catarina. No Relatório Diário de Operações mais recente consultado, o Liberty Island aparece como navio saído em 23 de maio de 2026, com 50.593,600 toneladas realizadas de coque não calcinado, enquanto o World Ruby consta como saído em 24 de maio, com 49.820,320 toneladas da mesma carga. O documento também lista o Pearl Eternity como navio esperado, com 49.904,860 toneladas previstas.
O Porto de Imbituba confirmou que a carga tem destino integral à planta da Votorantim. Já os dados públicos do próprio porto mostram que o complexo movimentou mais de 2,65 milhões de toneladas entre janeiro e abril de 2026, alta de 12,7%, com 118 atracações e liderança dos granéis sólidos, que somaram 1,96 milhão de toneladas, equivalentes a 74% do volume total no período.
E você, acha que movimentações como essa consolidam Imbituba como um dos polos logísticos mais importantes de Santa Catarina, ou o porto ainda precisa ampliar infraestrutura para sustentar cargas industriais cada vez maiores? Comente sua opinião.


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