O Ministério de Minas e Energia (MME) lançou de forma oficial o Plano Nacional de Energia (PNE) para que o Brasil se torne exportador.
O MME, traz evidências sobre o planejamento e evolução no setor de energia no Brasil para que o mesmo possa se tornar exportador, e consigo ainda traz uma novidade: a mudança de modelo sobre a disponibilidade de recursos energéticos no país. O estudo mostra que, o Brasil se encontra em uma situação favorável e abundante no que se diz em relação às fontes de energia. Tal cenário, conforme prevê e indica o Plano Nacional de Energia 2050, pode ser a porta de entrada para o Brasil se tornar um forte exportador líquido de energia.
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“A disponibilidade supera às projeções mais otimistas de demanda previstas para os próximos 30 anos. Temos uma grande oportunidade em nos tornarmos um forte exportador líquido de energia”, projeta o ministro de MME.
“Justaposto nessa mudança está o fato desta profusão se dá em grande escala com recursos de fontes de energia renovável e limpa. Trata-se de um grande desafio manter compromisso de uma matriz com elevado nível de renovabilidade, aliado à segurança de abastecimento, em um país com dimensões continentais”, completa o ministro de MME.
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Brasil através de MME, pode se tornar grande exportador de energia nos próximos 30 anos
De concordância com PNE 2050, a variabilidade de recursos energéticos se dá tanto por fontes fósseis como em energia renovável. Tal abundância já supera em larga escala a demanda interna que está prevista até o ano de 2050, que é de mais de 14 bilhões de tep (toneladas equivalentes de petróleo). Somente a parcela dos recursos de fácil acesso é representada por 60% a mais do que a demanda de todo o período.
O desafio ao longo da jornada do PNE 2050 será, a administração dessa profissão. Segundo o documento, a disponibilidade total dos recursos para os próximos 30 anos, poderá chegar a 280 milhões de tep, considerando assim o Brasil como um grande exportador líquido de energia em breve.
