Mesmo após oferecer somas bilionárias para atrair especialistas, a Meta enfrenta baixas importantes em seu time de inteligência artificial.
Mark Zuckerberg chamou a atenção do setor de inteligência artificial com ofertas financeiras gigantescas.
Mesmo em um ambiente já saturado de dinheiro, o fundador da Meta foi além e chegou a oferecer pagamentos de até US$ 1 bilhão para atrair os principais nomes do aprendizado de máquina.
O objetivo era fortalecer a iniciativa de Superinteligência da empresa, mas as negociações nem sempre tiveram sucesso.
-
Aos 12 anos, menina indiana se inspira nas especiarias da avó e cria uma folha que conserva frutas por até 4 vezes mais tempo: invenção patenteada nos EUA virou FreshPaper e promete reduzir desperdício de alimentos sem depender de geladeira
-
Coreia do Sul rebocou 18 blocos de concreto de até 48 mil toneladas por 36 km no mar para montar um túnel submerso de 3,2 km entre Busan e Geoje, instalado a quase 50 metros de profundidade
-
Asteroide próximo da Terra virou alvo da missão chinesa Tianwen-2 após viagem de 1 bilhão de quilômetros em 400 dias, chegada a 20 km da superfície e plano para coletar amostras antigas que podem revelar pistas sobre água, compostos orgânicos e a origem do Sistema Solar antes de seguir para um cometa
-
França fechou uma área do mar em Brest com um dique de quase 900 metros, criou 14 hectares de novo terreno portuário e preparou uma base pesada para energia renovável marítima
Em um caso específico, um pesquisador recusou uma proposta de 10 dígitos e decidiu permanecer no Thinking Machines Lab, liderado por Mira Murati, ex-executiva da OpenAI.
Microgestão e clima interno
Os relatos de que a microgestão de Zuckerberg estaria desgastando os times de IA começaram a circular rapidamente. Essa forma de liderança, considerada centralizadora, estaria provocando frustração entre os contratados.
Portanto, mesmo com os altos valores investidos, o clima interno da Meta estaria se deteriorando.
Fontes apontam que a empresa enfrenta dificuldades para manter coesão em seus esforços no setor, o que abre espaço para novas perdas de talentos.
Pesquisadores pedem demissão
A revista Wired informou que pelo menos três pesquisadores já deixaram definitivamente a companhia. Entre eles estão Avi Verma e Ethan Knight, ambos vindos da OpenAI.
Os dois retornaram à antiga casa após não se adaptarem ao estilo de gestão de Zuckerberg.
Outro caso é o de Rishabh Agarwal, que havia ingressado há poucos meses, mas decidiu também sair. Além disso, a gerente de produto Chaya Nayak, com longa trajetória na Meta, optou por migrar para a OpenAI, reforçando ainda mais o movimento de retorno.
Razões ainda misteriosas
Apesar das saídas, os pesquisadores evitam dar explicações detalhadas. Alguns preferem não comentar, enquanto outros mantêm suas motivações em termos vagos.
Esse silêncio alimenta especulações sobre os motivos reais, mas até agora não existe uma resposta clara.
O que se percebe, no entanto, é que nem mesmo grandes pagamentos foram suficientes para garantir estabilidade dentro da Meta.
Isso levanta questionamentos sobre os rumos do projeto de superinteligência e sobre a capacidade de Zuckerberg em reter talentos estratégicos em um setor cada vez mais competitivo.
