Mesmo após oferecer somas bilionárias para atrair especialistas, a Meta enfrenta baixas importantes em seu time de inteligência artificial.
Mark Zuckerberg chamou a atenção do setor de inteligência artificial com ofertas financeiras gigantescas.
Mesmo em um ambiente já saturado de dinheiro, o fundador da Meta foi além e chegou a oferecer pagamentos de até US$ 1 bilhão para atrair os principais nomes do aprendizado de máquina.
O objetivo era fortalecer a iniciativa de Superinteligência da empresa, mas as negociações nem sempre tiveram sucesso.
-
Embrapa leva caju, amendoim e gergelim ao maior banco de sementes do mundo, na Noruega, onde o Brasil já tem mais de 8 mil amostras guardadas desde 2012 contra pragas e mudanças climáticas
-
Empresa finlandesa cria blocos de plástico reciclado e biomassa que se encaixam sem cimento, são 10 vezes mais leves que blocos comuns e já foram usados para erguer escolas em áreas atingidas por terremotos
-
Startup dos EUA quer construir um canhão espacial de 10 km para disparar cargas de várias toneladas à órbita a Mach 23, substituindo parte dos foguetes por uma estrutura colossal que parece uma arma de ficção científica
-
Secas e cheias extremas dobraram no planeta desde 1901, aponta estudo com 1.300 bacias hidrográficas que revela pressão crescente sobre agricultura, rios, solos, ecossistemas e abastecimento de água
Em um caso específico, um pesquisador recusou uma proposta de 10 dígitos e decidiu permanecer no Thinking Machines Lab, liderado por Mira Murati, ex-executiva da OpenAI.
Microgestão e clima interno
Os relatos de que a microgestão de Zuckerberg estaria desgastando os times de IA começaram a circular rapidamente. Essa forma de liderança, considerada centralizadora, estaria provocando frustração entre os contratados.
Portanto, mesmo com os altos valores investidos, o clima interno da Meta estaria se deteriorando.
Fontes apontam que a empresa enfrenta dificuldades para manter coesão em seus esforços no setor, o que abre espaço para novas perdas de talentos.
Pesquisadores pedem demissão
A revista Wired informou que pelo menos três pesquisadores já deixaram definitivamente a companhia. Entre eles estão Avi Verma e Ethan Knight, ambos vindos da OpenAI.
Os dois retornaram à antiga casa após não se adaptarem ao estilo de gestão de Zuckerberg.
Outro caso é o de Rishabh Agarwal, que havia ingressado há poucos meses, mas decidiu também sair. Além disso, a gerente de produto Chaya Nayak, com longa trajetória na Meta, optou por migrar para a OpenAI, reforçando ainda mais o movimento de retorno.
Razões ainda misteriosas
Apesar das saídas, os pesquisadores evitam dar explicações detalhadas. Alguns preferem não comentar, enquanto outros mantêm suas motivações em termos vagos.
Esse silêncio alimenta especulações sobre os motivos reais, mas até agora não existe uma resposta clara.
O que se percebe, no entanto, é que nem mesmo grandes pagamentos foram suficientes para garantir estabilidade dentro da Meta.
Isso levanta questionamentos sobre os rumos do projeto de superinteligência e sobre a capacidade de Zuckerberg em reter talentos estratégicos em um setor cada vez mais competitivo.

Seja o primeiro a reagir!