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Marinha do Brasil inutiliza 50 dragas na Amazônia e causa prejuízo de milhões ao garimpo ilegal em operação nos rios do Amazonas

Escrito por Caio Aviz
Publicado em 07/05/2026 às 14:30
Atualizado em 07/05/2026 às 14:32
Operação da Marinha do Brasil em rio amazônico com embarcação militar próxima a draga usada no garimpo ilegal.
Imagem ilustrativa mostra embarcação da Marinha em rio amazônico durante ação contra dragas associadas ao garimpo ilegal no Amazonas.
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Ação em Japurá e Jutaí atingiu equipamentos usados pelo garimpo ilegal e reforçou inspeções navais em Tefé

Uma operação conduzida pela Marinha do Brasil inutilizou 50 dragas usadas pelo garimpo ilegal no Amazonas, em uma ação que causou prejuízo estimado de R$ 151 milhões às atividades clandestinas. A ofensiva ocorreu nos municípios de Japurá e Jutaí, com inspeções navais também realizadas em Tefé, segundo informações da Agência Marinha de Notícias.

Operação ocorreu em áreas estratégicas do Amazonas

A ação foi conduzida pela Força de Operações Ribeirinhas Componente (FORC), ligada à Marinha do Brasil, e teve como foco regiões ribeirinhas associadas ao garimpo ilegal. A atuação concentrou esforços em Japurá e Jutaí, dois municípios localizados no Amazonas, enquanto inspeções navais reforçaram o monitoramento em Tefé.

A operação chamou atenção pelo volume de equipamentos inutilizados e pelo impacto financeiro causado às estruturas clandestinas. O prejuízo estimado de R$ 151 milhões evidencia a dimensão econômica das dragas retiradas de operação durante a ofensiva.

Inutilização das dragas atinge o garimpo ilegal

As 50 dragas inutilizadas eram equipamentos empregados em atividades de garimpo ilegal na região amazônica. A retirada dessas estruturas de funcionamento reduziu a capacidade operacional de grupos ligados à exploração mineral irregular nos rios do Amazonas.

O resultado também reforça a relevância das operações ribeirinhas no enfrentamento de atividades clandestinas em áreas de difícil acesso. Em regiões como Japurá, Jutaí e Tefé, a fiscalização depende de ações direcionadas aos rios e às rotas usadas por embarcações e equipamentos ilegais.

Inspeções navais reforçam fiscalização em Tefé

As inspeções navais realizadas em Tefé complementaram a operação conduzida em Japurá e Jutaí. A presença da Marinha ampliou o controle em trechos fluviais estratégicos e reforçou o acompanhamento de movimentações ligadas ao garimpo ilegal.

A medida demonstra como o monitoramento naval se tornou parte importante das ações contra atividades clandestinas na Amazônia. A atuação da FORC permitiu ampliar a presença operacional da Marinha em pontos sensíveis do território amazonense.

Prejuízo milionário expõe impacto da operação

O prejuízo de R$ 151 milhões causado ao garimpo ilegal mostra o alcance da ofensiva conduzida pela Marinha do Brasil. A inutilização das dragas atingiu diretamente equipamentos de alto valor e afetou a estrutura usada por atividades irregulares nos rios amazônicos.

Segundo a Agência Marinha de Notícias, a ação reforça o combate ao garimpo ilegal na Amazônia e amplia a presença do Estado em áreas ribeirinhas.
Quantas outras estruturas clandestinas ainda podem ser encontradas nos rios do Amazonas?

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Caio Aviz

Escrevo sobre o mercado offshore, petróleo e gás, vagas de emprego, energias renováveis, mineração, economia, inovação e curiosidades, tecnologia, geopolítica, governo, entre outros temas. Buscando sempre atualizações diárias e assuntos relevantes, exponho um conteúdo rico, considerável e significativo. Para sugestões de pauta e feedbacks, faça contato no e-mail: avizzcaio12@gmail.com.

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