Maria Clara, de 11 anos, leu 150 livros em 2025, enquanto Benjamin, de 7, chegou a 90 no Guarujá, em São Paulo. A rotina, incentivada pela mãe Bruna Rafaella Luz, viralizou nas redes e mostrou como leitura diária, voz alta e menos telas mudaram a casa e inspiraram novas famílias brasileiras.
Dois irmãos brasileiros chamaram atenção nas redes sociais depois de mostrarem uma rotina incomum de leitura: juntos, leram 240 livros ao longo de 2025. Maria Clara, de 11 anos, leu 150 obras, enquanto Benjamin, de 7 anos, alcançou 90 leituras no mesmo período.
A história foi publicada pelo Só Notícia Boa em 8 de junho de 2026 e ganhou repercussão porque mostra uma família do Guarujá, no litoral de São Paulo, transformando o hábito de ler em parte central da infância. A mãe, Bruna Rafaella Luz, aparece como a principal incentivadora dessa rotina dentro de casa.
Maria Clara leu 150 livros e mostrou a pilha nas redes
Maria Clara apareceu em vídeo ao lado dos livros que leu em 2025. Segundo a reportagem, foram 122 obras literárias e 28 livros da Bíblia, número que surpreendeu muita gente pela idade da menina e pela constância necessária para chegar a essa marca.
-
Erguida em apenas 30 minutos sobre a água que já havia engolido o pátio, uma ponte flutuante motorizada da China retirou mais de 6 mil estudantes presos dentro de uma escola cercada pela enchente, no sul do país, depois que o tufão Maysak transformou a região num alagado
-
Funcionário compra bilhete que uma cliente deixou para trás, descobre prêmio milionário, tenta receber a fortuna, é demitido após 20 anos e acaba em disputa judicial com a empresa
-
China devolveu quase 20 navios brasileiros com soja e agora volta às compras nos EUA, mas estoques acima de 9 milhões de toneladas levantam suspeita de jogada política, não de necessidade comercial.
-
Japão terá trem bala que levita a 500 km/h e cruzará 90% do percurso por túneis; projeto promete viagens em apenas 67 minutos, mas enfrenta desafios bilionários e obstáculos ambientais inéditos.
Entre as leituras que mais marcaram Maria Clara, ela citou “Mulherzinhas”, “Miss Real Sociedade” e “Cinderela Chinesa”. Sobre a leitura bíblica, contou que levou nove meses para completar o percurso, mas considerou o esforço importante pelo aprendizado que teve ao longo do caminho.
Benjamin, de 7 anos, também entrou na rotina de leitura
O irmão mais novo, Benjamin, de 7 anos, também chamou atenção. Ele leu 90 livros em 2025 e mostrou que o hábito de leitura não ficou restrito à irmã mais velha. A reportagem destaca que os dois foram apresentados ao mundo dos livros pela mãe.
Benjamin também contou qual foi sua leitura favorita: “Gerônimo Stilton”. Para ele, o motivo foi direto e infantil: achou o livro muito engraçado. Esse detalhe ajuda a mostrar que a leitura da família não aparece como obrigação rígida, mas como uma prática ligada ao prazer, à curiosidade e à rotina.
Mãe começou o incentivo ainda na pré-alfabetização

Bruna Rafaella Luz contou que a jornada de leitura de Maria Clara começou em 2019, quando a filha ainda estava na fase de pré-alfabetização. Desde então, a menina passou a se aproximar dos livros e a aproveitar oportunidades para ler com frequência.
Na legenda do post citado pela reportagem, Bruna explicou que segue trabalhando para manter uma rotina ajustada, investindo tempo, estudo e esforço para que a filha tenha acesso a boa literatura. O caso mostra que o hábito não surgiu de um dia para o outro, mas de uma construção familiar contínua.
Leitura diária, voz alta e menos telas fizeram parte da estratégia
A mãe revelou algumas práticas usadas para estimular os filhos: treino diário para leitura fluente, leitura em voz alta, memorização e ausência de estímulos de telas. Esses elementos ajudam a explicar por que os livros passaram a ocupar tanto espaço na rotina da família.
O ponto chama atenção porque muitas famílias enfrentam justamente o desafio oposto: competir com celulares, vídeos curtos, jogos e excesso de telas. No caso de Maria Clara e Benjamin, a leitura ganhou prioridade dentro de casa, sem que a reportagem apresente isso como fórmula única para todas as crianças.
Estevão, de 9 anos, também já soma dezenas de leituras
A história não envolve apenas os dois irmãos mais citados. Bruna tem seis filhos e está grávida do sétimo. Segundo a reportagem, outro filho, Estevão, de 9 anos, já leu 72 livros, mostrando que o incentivo à leitura alcança mais crianças da família.
Esse dado reforça que a rotina não parece ser um caso isolado de uma criança com gosto excepcional por leitura. A prática foi incorporada ao ambiente familiar, com diferentes filhos participando em níveis distintos, conforme idade, interesse e ritmo próprio.
Guarujá virou cenário de uma história que alcançou o país
A família é do Guarujá, no litoral sul de São Paulo. A cidade aparece como origem da história que viralizou nas redes sociais depois que os vídeos de Maria Clara e Benjamin passaram a circular e despertar comentários sobre educação, disciplina e infância.
A repercussão mostra como histórias familiares podem ganhar alcance nacional quando tocam em temas próximos de muitos pais: o desafio de criar rotina, estimular leitura, reduzir telas e manter crianças curiosas. Os números impressionam, mas o que sustenta a pauta é o método construído dentro de casa.
Os 240 livros viraram símbolo de disciplina infantil
A soma das leituras de Maria Clara e Benjamin chegou a 240 livros em apenas um ano. O número chama atenção por si só, mas também levanta uma discussão sobre constância, acompanhamento familiar e acesso a obras adequadas para cada idade.
Mais do que comparar crianças, a história ajuda a pensar sobre ambiente. Quando a leitura entra na rotina, quando os adultos incentivam e quando há menos disputa com telas, os livros deixam de ser apenas tarefa escolar e passam a fazer parte da vida cotidiana.
Redes sociais reagiram à rotina fora do comum
O vídeo ganhou repercussão porque apresentou crianças falando sobre leitura com naturalidade. Em vez de aparecerem apenas como estudantes cumprindo obrigação, Maria Clara e Benjamin surgiram como leitores capazes de comentar preferências, escolhas e desafios.
Esse tipo de conteúdo chama atenção porque contrasta com a imagem comum de infância dominada por telas. A rotina dos irmãos brasileiros viralizou justamente por parecer simples e rara ao mesmo tempo: crianças lendo muito, dentro de casa, com incentivo direto da mãe.
Quando livros mudam a rotina de uma família inteira
A história de Maria Clara e Benjamin mostra que o hábito de leitura pode nascer cedo quando há incentivo, constância e ambiente favorável. Os 240 livros lidos em 2025 não representam apenas uma marca numérica, mas o resultado de uma rotina familiar organizada em torno da curiosidade.
E você, acha que as famílias brasileiras deveriam tentar reduzir telas e criar mais momentos de leitura em casa? O exemplo desses irmãos parece possível de adaptar à rotina de outras crianças ou depende de uma estrutura muito específica? Deixe sua opinião nos comentários.

Inacreditável , eu tenho 16 anos e estou de férias da escola, e comprei um livro da shoppe , estou esperando ele chegar para começar a ler, enquanto isso vou ler, o que eu ganhei na escola
Também não fala da situação familiar. Se trabalham? Como é a situação financeira da família? Qual a escolaridade dos pais? Até p/comprar esta quantidade de livros é um pouco complicado. Até msm p/quantidade dos membros da família.
Outra coisa: como é o nível da educação pública no município? Qual o Ideb do municipio?
Um livro pode ser adquirido no sebo por R$2,00 e pode ser lido por quase todos os membros da família dependendo do conteúdo, há lugares que se empesta livros também. A matéria fala sobre o incentivo e prática de uma família adquirida , sobre a leitura. Não foi da noite para o dia. Tomaram gosto pela leitura, e não arrumam desculpas para não lerem um livro. Simples assim.
Eu li a reportagem c.o coração aberto, pronta para comemorar. Porém, em nenhum momento citam a ESCOLA, ou alguma professora. Será que foi somente a mãe que conseguiu este feito? Fico encantada com a rotina desta família, mas como professora alfabetizadora, senti que a balança não me favoreceu.
O importante é o incentivo a leitura, independente se favoreça ou não. Que sirva de incentivo a vc para com os seus alunos.