A proposta do Ministério dos Transportes promete reduzir custos, facilitar o acesso e acabar com a obrigatoriedade das aulas em autoescolas.
O governo federal estuda acabar com a exigência de autoescola para quem deseja obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Segundo informações da FOLHA, a proposta, já finalizada pelo Ministério dos Transportes, será apresentada ao presidente Lula (PT) para aprovação.
Segundo o ministro Renan Filho, a ideia é tornar as aulas facultativas, mantendo apenas a exigência de aprovação nos exames teórico e prático.
-
A história real dos castores lançados de paraquedas em Idaho, uma missão criada após a Segunda Guerra Mundial que usou aviões, caixas adaptadas e testes com Geronimo para transportar 76 animais até uma das regiões mais isoladas dos Estados Unidos
-
Mãe de três filhos, Magda Hungria encara motores gigantes, estrada e um setor dominado por homens para fazer história na BYD como a primeira mulher a dirigir uma carreta elétrica da marca no Brasil, depois de começar no ônibus, vencer preconceitos e inspirar a filha a seguir o mesmo caminho
-
Menino de 6 anos sai para recolher pedras em atividade escolar e encontra espada viking com mais de 1000 anos enterrada
-
A mãe que planejou o nascimento de uma filha genial, comandou cada detalhe de sua educação e entrou para a história após um crime que ainda intriga a Espanha
Redução de custos e mais inclusão
Atualmente, tirar a carteira custa entre R$ 3.000 e R$ 4.000, dependendo do estado.
O novo modelo pode cortar mais de 80% desse valor.
O ministro destaca que isso beneficiará os mais pobres e facilitará o acesso ao primeiro emprego. A mudança também deve auxiliar na formação de motoristas profissionais.
Renan Filho explicou que a obrigatoriedade está em uma resolução do Contran, permitindo alteração por ato do Executivo.
Não será necessário passar pelo Congresso. O cidadão poderá escolher entre contratar uma autoescola ou um instrutor autônomo credenciado.
Modelo semelhante ao de outros países
Em países como Inglaterra e Estados Unidos, o uso de autoescolas não é obrigatório. O ministro citou esses exemplos como inspiração para o novo formato.
A proposta também retira a exigência de veículo adaptado para o treinamento.
O candidato poderá usar o próprio carro ou o do instrutor.
Desigualdade de gênero e falta de motoristas
Segundo dados do ministério, em algumas cidades médias, 40% das pessoas dirigem sem habilitação. Entre mulheres em idade para ter CNH, 60% não possuem o documento.
O custo elevado é um dos principais obstáculos. Além disso, o modelo atual dificulta a formação de motoristas profissionais, como caminhoneiros.
Renan Filho afirmou que o programa será transformador e não trará gastos ao Tesouro.

-
-
-
-
8 pessoas reagiram a isso.