Tecnologia de hidrogênio avança no transporte pesado sul-americano com projeto pioneiro no Uruguai, integrando produção local de combustível renovável e operação logística em larga escala, enquanto montadora amplia presença global em soluções de emissão zero para longas distâncias.
A Hyundai confirmou a entrada do Uruguai na rota dos caminhões pesados movidos a hidrogênio ao anunciar a implantação de oito unidades do XCIENT Fuel Cell no país.
A operação está vinculada ao Projeto Kahirós, iniciativa criada para descarbonizar a logística de madeira com hidrogênio verde, e é apresentada pela montadora como a primeira operação regular, em escala comercial, de caminhões extrapesados a célula de combustível na América do Sul.
As atividades estão previstas para começar em novembro de 2026, com uma estrutura local de produção e abastecimento do combustível.
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Operação de caminhões a hidrogênio no Uruguai
A medida coloca o Uruguai em posição estratégica dentro da expansão da tecnologia de hidrogênio no transporte rodoviário pesado.
Em vez de depender apenas do fornecimento externo, o projeto prevê a produção local de combustível a partir de fontes renováveis, o que reduz a pegada de carbono da operação e aproxima a logística florestal de metas mais rígidas de descarbonização.
A proposta também aproveita uma condição já consolidada no país: cerca de 99% da eletricidade uruguaia vem de fontes renováveis.

Estrutura do Projeto Kahirós e produção de hidrogênio verde
O consórcio por trás do Kahirós reúne Fidocar, Fraylog e Ventus, com investimento do Grupo Santander.
Segundo a Hyundai e os organizadores do projeto, a estrutura será instalada em Fray Bentos, com foco na cadeia logística da madeira.
A operação inicial prevê seis caminhões em uso contínuo e outras duas unidades de apoio, reserva e expansão de serviço, totalizando as oito anunciadas pela fabricante.
Na fase regular, a expectativa é que a frota principal rode perto de 1 milhão de quilômetros por ano.
O projeto inclui um parque solar de 4,8 MW e uma planta de eletrólise capaz de produzir cerca de 77 toneladas de hidrogênio verde por ano.
No site institucional do Kahirós, a configuração aparece detalhada com um eletrolisador de 2 MW, uma estação de hidrogênio para armazenamento e abastecimento e a previsão de operação no segundo semestre de 2026.
Desempenho do caminhão XCIENT Fuel Cell
No centro da operação está o XCIENT Fuel Cell, modelo pesado da Hyundai desenvolvido para longas distâncias sem emissões no escapamento.
O caminhão usa duas pilhas de célula de combustível de 90 kW cada, somando 180 kW de potência no sistema de hidrogênio.
A tração é feita por um motor elétrico de 350 kW, equivalentes a 469 cv, com torque de 2.237 Nm, números voltados a aplicações logísticas de alta demanda.

A capacidade de armazenamento chega a 68 quilos de hidrogênio em dez tanques, apoiados por uma bateria de 72 kWh.
Nessa configuração, a autonomia divulgada pela Hyundai alcança até 720 quilômetros em condições ideais de operação.
A própria empresa ressalva que esse alcance pode variar conforme carga, relevo, clima e outros fatores externos.
Na configuração de cavalo-mecânico Classe 8, o veículo suporta peso bruto total combinado de até 37,2 toneladas.
Aplicação na logística de madeira e impacto ambiental
Embora o anúncio tenha repercutido como um movimento inédito na região, o Kahirós não foi desenhado como demonstração simbólica.
A iniciativa nasce vinculada a uma operação real de transporte de madeira e se apresenta como o primeiro projeto integrado de hidrogênio verde do Uruguai.
A planta abastecerá inicialmente seis caminhões e estima economia anual de 870 toneladas de CO2, além de atender operações ligadas ao setor florestal.
Além da substituição do diesel, o projeto tem um componente industrial relevante.
A produção local de hidrogênio, acoplada a uma estação própria de abastecimento, serve como teste para um modelo mais amplo de infraestrutura no transporte pesado.
Em setores de longa distância, a comparação com veículos puramente elétricos costuma esbarrar em tempo de recarga e disponibilidade operacional.
Nesse contexto, os caminhões a hidrogênio ganham destaque por oferecer recarga rápida e autonomia superior a 700 quilômetros por abastecimento.
Expansão global da Hyundai em hidrogênio

O movimento no Uruguai também reforça a estratégia global da Hyundai para o hidrogênio.
Segundo a companhia, a operação sul-americana se soma a programas já em curso na América do Norte e na Europa.
A montadora afirma que tem 63 caminhões XCIENT Fuel Cell em circulação na América do Norte, com mais de 1,6 milhão de quilômetros acumulados.
Na Europa, são 165 unidades em operação, com mais de 20 milhões de quilômetros rodados desde a estreia na Suíça, em 2020.
Esse histórico ajuda a entender por que a empresa trata o projeto uruguaio como mais do que uma vitrine tecnológica.
A aposta é usar uma operação local, associada à geração renovável e ao abastecimento dedicado, para demonstrar viabilidade comercial em uma região onde a infraestrutura para hidrogênio ainda está em desenvolvimento.
Ao mesmo tempo, o caso uruguaio pode funcionar como referência para outros corredores logísticos da América Latina, sobretudo em atividades com percursos repetitivos, carga elevada e necessidade de alta previsibilidade operacional.

É uma das opções, porém muito arriscada.”O hidrogênio verde em veículos, usado principalmente em células de combustível, apresenta riscos principalmente relacionados à sua inflamabilidade, armazenamento sob alta pressão e cenários de acidentes específicos. Apesar das tecnologias de segurança modernas, como tanques reforçados, há preocupações válidas que precisam ser consideradas.��
Riscos de Inflamabilidade e Vazamentos
O hidrogênio é altamente inflamável e pode se ignitar facilmente, com chamas quase invisíveis que dificultam detecção e combate.� Em caso de vazamento, ele é inodoro e incolor, podendo causar asfixia em ambientes confinados ao deslocar o oxigênio, sem que a pessoa perceba”
Amigo boa tarde a vida e um risco foi através de riscos,que se ouve e até hoje se tem evoluções. Em vários setores da indústria e na vida no conceito geral
A descoberta da eletricidade foi um risco
Escalar o monte Everest foi um risco
..ser um cidadão trabalhador pai de família
No meu país o Brasil e um risco….
Quem tem medo de riscos na vida.deveria nem ter nascido….a vida e um risco diário!!!
Não ignore os ****.
Eles vão servir para puxar o trenó com o Lula no Carnaval.kkkķkķ
Um governo de vergonha já teria adquirido uma frota imensa, com financiamento a baixo custo para os caminhoneiros, para reduzir a dependência de óleo diesel no transporte de cargas rodoviário. Já passamos por greves que arrebentaram o PIB do Brasil e encareceram os produtos nas prateleiras dos supermercados. Mas esse Lula só quer saber de garantir as mordomias da EsbAnja. Não liga para os problemas reais da nação.
Ô, zebu, vá tomar no teu ****. Se a tua mãe engravidar tu vais dizer que é culpa do Lula, né? Desde quando tu sabias desse não confirmado projeto? Vá curar tua hemorróida junto como teu amante soluçante, ****…
Vá vc tomar no teu “R”, **** do caral…! Defensor de ****!
Qual dos dois é o meus. ****??
Ignorante no assunto aí se mete a escrever besteira e politizar um assunto tão importante para o futuro. O Brasil com as energias renováveis no nordeste tem um boa oportunidade.
Enquanto isso…falam em projeto a Energia Nuclear…
O Brasil, tem andado para trás, e nós trabalhando só para pagar impostos.
Agricultura se lascando, e empresas fechando.
Como aparecem alienados, ou entraram em sono profundo.
Também, governado pelo que há de pior, como esperar algo de bom…o brasileiro tem que tomar vergonha e tirar as esposas do comando do galinheiro.