Enquanto Luciano Hang valoriza um Fiat 147 de 1979 que remete ao início da carreira, Eike Batista reuniu superesportivos milionários e criou montadora
O contraste entre os empresários Eike Batista e Luciano Hang aparece também nas garagens. Enquanto Hang exibe um Fiat 147 de 1979 recebido de presente, Eike Batista ficou conhecido por reunir carros esportivos raros no Brasil.
Estilo simples de Luciano Hang, o dono da Havan
Apesar de integrar o grupo dos bilionários do varejo brasileiro, Hang demonstra pouco interesse por veículos luxuosos.
O empresário costuma destacar lembranças ligadas ao primeiro automóvel que teve antes de construir a Havan.
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O Fiat 147 que relembra o início da trajetória do dono da Havan
Recentemente, ele mostrou nas redes sociais um Fiat 147 amarelo, fabricado em 1979, presente que recebeu. O carro relembra o modelo simples que marcou o início de sua trajetória empresarial.
Coleção de Eike Batista
A história de Eike Batista seguiu direção oposta. Durante o auge de sua fortuna, o empresário montou uma coleçãp marcante de carros esportivos e luxuosos, que ajudou a projetar seu nome ao público.
Entre os modelos estava o Mercedes-Benz SLR McLaren, citado como um dos esportivos mais exclusivos já vistos no Brasil. O carro possui motor V8 supercharged com mais de 600 cavalos.
Dependendo do ano e do estado de conservação, o veículo pode atingir preços entre R$ 1,2 milhão e mais de R$ 6,5 milhões no mercado.
Garagem variada de Eike Batista
Além do McLaren, a garagem de Eike Batista também incluiu Lamborghini Aventador, Porsche Cayenne Turbo S, Range Rover Vogue e utilitários como o Toyota SW4.
Investimento automotivo
A ligação de Eike Batista com automóveis foi além da coleção. Na década de 1990, ele fundou a JPX do Brasil, montadora de jipes instalada em Pouso Alegre, Minas Gerais.
Mesmo enfrentando concorrentes como o Toyota Bandeirante, a empresa teve início promissor. O modelo JPX Montez chamou atenção do público e ajudou a consolidar a imagem inicial da fabricante.
Com o tempo motores turbo adaptados passaram a apresentar problmeas prejudicou a reputação da marca e levou ao fechamento da JPX em 2002, com prejuízo a US$ 40 milhões.
Com informações de Diário de Pernambuco.


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