A massa de ar frio que avança sobre Santa Catarina a partir da noite de segunda-feira, 27 de abril, deve provocar declínio acentuado das temperaturas em todas as regiões, com maior intensidade no Grande Oeste e no Planalto Sul, elevando o risco para desconforto térmico e agravamento de doenças respiratórias e cardiovasculares
A Defesa Civil de Santa Catarina emitiu às 19h50 deste domingo, 26 de abril de 2026, uma nova observação meteorológica para alertar sobre a chegada de uma massa de ar frio ao estado. Segundo o órgão, a mudança mais forte será sentida entre a noite de segunda-feira, 27, e a manhã de terça-feira, 28, quando os termômetros devem cair de forma brusca em todas as regiões catarinenses.
O aviso chama atenção pela rapidez da virada no tempo e pelo impacto direto na rotina da população. Além da queda generalizada nas temperaturas, o órgão aponta risco baixo a moderado para ocorrências relacionadas a desconforto térmico e agravamento de doenças respiratórias e cardiovasculares, cenário que tende a pesar mais justamente nas áreas onde o resfriamento será mais intenso.
Massa de ar frio chega com força e muda o tempo em todo o estado
A massa de ar frio prevista pela Defesa Civil começa a influenciar Santa Catarina a partir da noite de segunda-feira. Antes disso, ao longo do dia 27, o vento de quadrante sul ganha força e passa a empurrar as temperaturas para baixo entre o fim da tarde e o período noturno.
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O efeito não ficará restrito a uma única parte do estado. A observação meteorológica destaca que a queda atinge todas as regiões, embora o impacto mais intenso deva se concentrar no Grande Oeste e no Planalto Sul, onde o ar frio deve avançar com mais força durante a madrugada de terça-feira.
Os números que explicam o tamanho da queda de temperatura
No Planalto Sul, a previsão indica mínimas entre 2°C e 6°C na madrugada e no amanhecer de terça-feira, 28 de abril. É nesse trecho do estado que aparece a faixa mais baixa de temperatura prevista na observação emitida pela Defesa Civil.
No Grande Oeste, os termômetros devem marcar entre 5°C e 10°C. Já em áreas do Litoral Sul, as temperaturas podem ficar pontualmente abaixo de 10°C. Esses números mostram que o resfriamento não será localizado e deve alcançar diferentes regiões com intensidade suficiente para mudar o padrão térmico em poucas horas.
O que acontece entre a noite de segunda e a manhã de terça
O intervalo mais crítico do alerta está bem definido. Segundo a observação meteorológica, os termômetros começam a cair ao longo da noite de segunda-feira, mas o declínio mais forte ocorre principalmente durante a madrugada de terça-feira.
Esse detalhe é importante porque indica uma mudança rápida. Não se trata de resfriamento gradual ao longo de vários dias, mas de uma queda brusca em curto espaço de tempo, o que aumenta o potencial de desconforto térmico e exige atenção redobrada justamente nas horas de menor temperatura.
Por que o Planalto Sul e o Grande Oeste entram no centro do alerta

A própria Defesa Civil destaca que a queda mais intensa deve atingir o Grande Oeste e o Planalto Sul. Isso coloca essas duas áreas no centro do aviso meteorológico, já que concentram as menores temperaturas previstas no estado.
No caso do Planalto Sul, a faixa mínima de até 2°C torna a região a mais sensível dentro da observação emitida às 19h50. No Grande Oeste, embora os valores previstos sejam mais altos, o resfriamento também aparece como expressivo e suficiente para produzir impacto relevante entre a noite e a madrugada.
O que muda na prática para a população catarinense
A principal mudança prática será a sensação de frio mais forte em um intervalo muito curto. Com a queda brusca prevista para todas as regiões, o estado entra em um cenário de maior desconforto térmico justamente entre a noite de segunda e a manhã de terça, quando a perda de calor será mais sentida.
Além disso, a Defesa Civil alerta para o agravamento de doenças respiratórias e cardiovasculares. Isso amplia o peso do aviso porque o fenômeno deixa de ser apenas uma mudança no tempo e passa a representar também um fator de atenção para a saúde, especialmente entre pessoas mais sensíveis ao frio.
O papel do vento sul no avanço do ar frio
O aviso meteorológico também destaca a atuação do vento de quadrante sul ao longo de segunda-feira. Esse reforço do vento é um dos elementos que ajuda a empurrar a massa de ar frio sobre Santa Catarina e acelerar a queda das temperaturas entre o fim do dia e a madrugada seguinte.
Na prática, isso explica por que o declínio aparece de forma tão marcada no boletim. O avanço do ar frio não ocorre isoladamente, mas associado a uma mudança no padrão do vento, o que favorece a entrada mais rápida desse resfriamento sobre o estado.
Por que a observação das 19h50 ganha peso neste momento

A atualização das 19h50 reforça o monitoramento da Defesa Civil em um momento em que a mudança de temperatura já tem janela bem definida para começar. O órgão delimita não apenas o período mais crítico, mas também as regiões que devem sentir com maior intensidade o impacto da massa de ar frio.
Isso dá ao aviso um peso prático importante. A observação organiza o cenário com hora, data e áreas de maior atenção, permitindo que a população compreenda melhor onde o resfriamento será mais forte e quando ele deve acontecer.
O que o alerta mostra sobre os próximos dias em Santa Catarina
Mesmo sendo uma observação focada no período entre a noite de segunda e a manhã de terça, o boletim deixa claro que Santa Catarina entra em uma fase de virada térmica importante no fim de abril.
O avanço da massa de ar frio muda o comportamento das temperaturas em todas as regiões e coloca parte do estado em uma faixa de frio mais intenso já nas primeiras horas do dia 28.
O destaque para mínimas de até 2°C no Planalto Sul, somado ao risco de desconforto térmico e agravamento de doenças, mostra que o alerta vai além de uma simples previsão de frio. Ele indica um episódio de resfriamento relevante, rápido e com potencial de impacto direto na rotina catarinense.
Na sua região, essa massa de ar frio já mudou a sensação térmica ou a queda mais forte deve mesmo ser sentida entre a noite de segunda e a manhã de terça?

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