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Com sabão, cimento, gesso e espuma densa, técnica caseira de concreto celular viraliza ao criar peças ultraleves, flutuantes, 60% mais leves e incrivelmente resistentes para projetos de construção e artesanato

Escrito por Felipe Alves da Silva
Publicado em 28/11/2025 às 11:44
Assista o vídeoConcreto celular caseiro sendo preparado com espuma de sabão, cimento e misturador adaptado.
Mistura caseira de cimento, espuma de sabão e gesso cria concreto celular ultraleve e flutuante.
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Método alternativo de construção ganha força ao combinar ciência doméstica, engenharia improvisada e resultados extremamente surpreendentes, atraindo curiosos e profissionais que buscam soluções mais leves, econômicas e eficientes

Você já imaginou que uma simples mistura envolvendo cimento, água, gesso, sabão em pó e uma espuma densa criada em casa poderia gerar um concreto tão leve ao ponto de flutuar na água e, ainda assim, apresentar resistência estrutural? Pois é exatamente isso que está acontecendo com uma técnica que viralizou nas redes e está chamando a atenção de profissionais da construção, curiosos e amantes de experimentos caseiros.

Conforme um artigo divulgado pelo canal original que apresentou esse método, o processo combina princípios de química, engenharia e construção civil com truques comuns do dia a dia. A receita envolve etapas milimetricamente calculadas, como separar 50 g de sabão em pó, 5 litros de água limpa, 7 kg de cimento, 1 kg de gesso e 50 g de fibra de vidro picada. E, surpreendentemente, tudo isso resulta em uma mistura aerada, leve, firme e de comportamento muito diferente do concreto tradicional.

A seguir, você verá o passo a passo completo reescrito em formato jornalístico e com SEO, respeitando cada número, cada informação técnica e cada etapa original.

Preparação dos materiais e criação da espuma densa

O processo começa com a separação de aproximadamente 50 g de sabão em pó. Esse ingrediente, apesar de simples, é capaz de transformar a mistura graças às propriedades surfactantes que reduzem a tensão superficial da água. Além disso, a receita utiliza:

  • 5 litros de água limpa
  • 7 kg de cimento comum
  • 1 kg de gesso para construção
  • 50 g de fibra de vidro picada
  • 50 ml de aditivo plastificante
  • Formas de madeira de 50 cm x 20 cm x 10 cm

Para ampliar a eficiência da mistura, o criador utiliza um misturador de tinta modificado. Ele envolve palha de aço na espiral e prende com abraçadeiras de nylon, aumentando o atrito e a turbulência — o segredo para a formação de espuma abundante.

Lista — equipamentos do experimento:

  • Furadeira com mandril
  • Misturador adaptado com palha de aço
  • Bacia de 40 litros
  • Balde de 30 litros
  • Betoneira
  • Formas variadas
  • Óleo de motor usado para desmoldagem

Quando o misturador adaptado começa a girar dentro de um balde com 2 litros de água e o sabão previamente separado, forma-se uma espuma densa e estável. Essa espuma pode chegar a 30 litros, sendo o componente essencial para transformar o cimento comum em concreto celular caseiro.

Mistura principal, incorporação da espuma e adição de reforços estruturais

Após preparar a espuma, inicia-se a montagem da mistura principal. Primeiro, 5 litros de água são colocados em uma bacia de 40 litros, seguidos pelos 50 ml de plastificante, que facilitam a trabalhabilidade da massa sem a necessidade de excesso de água.

Em seguida:

  1. O cimento é adicionado gradualmente.
  2. A betoneira entra em ação para garantir homogeneidade.
  3. A fibra de vidro picada é incorporada como reforço estrutural, reduzindo fissuras e melhorando a integridade mecânica.
  4. A espuma densa é adicionada rapidamente, capturando bolhas de ar e criando o microconcreto celular.
  5. O gesso é acrescentado por último para acelerar a cura e gerar rigidez inicial.

Função de cada componente:

  • Cimento: matriz estrutural e resistência
  • Gesso: acelera a cura e melhora rigidez
  • Fibra de vidro: controla microfissuras
  • Plastificante: aumenta trabalhabilidade e desempenho
  • Sabão: cria espuma estável → responsável pelo ponto-chave do concreto celular

A mistura final fica leve, volumosa, aerada, mas surpreendentemente firme.

Moldagem, cura, testes de resistência e comportamento surpreendente

Com tudo pronto, a massa é despejada em formas previamente untadas com óleo de motor usado — um desmoldante simples e funcional. Embora o ideal seja aguardar 28 dias de cura para resistência total, os primeiros testes são realizados após 48 horas.

E é aqui que começam as maiores surpresas.

1. Teste de peso do tijolo

Um tijolo oco comum pesa entre 8 e 9 kg.
O tijolo feito com a mistura alternativa apresentou redução de cerca de 60%, um resultado impressionante para uma técnica caseira.

2. Teste de flutuação

Uma forma de vaso é colocada em uma bacia com água.
Ao contrário do concreto tradicional, ela flutua, evidenciando a extrema leveza proporcionada pela espuma densa.

3. Teste de serragem

Ao cortar o bloco com uma serra manual, o corte ocorre facilmente, sem danificar os dentes.
Isso prova a trabalhabilidade elevada e a combinação de material firme por fora e úmido por dentro.

4. Teste de compressão improvisado

O bloco é comprimido pelo peso de um carro dentro da garagem, utilizando tábuas de madeira como uma pequena rampa.

Mesmo com apenas 48 horas de cura, o material demonstra desempenho acima do esperado para um concreto celular artesanal. Claro, o teste ideal deve ocorrer após 28 dias, quando a resistência chega ao máximo — mas o comportamento inicial já indica um potencial enorme.

Essa técnica de concreto celular com sabão em pó, espuma densa, cimento, gesso e fibra de vidro está chamando atenção por oferecer:

  • Redução extrema de peso
  • Flutuabilidade
  • Facilidade de corte
  • Boa resistência inicial
  • Isolamento térmico natural
  • Versatilidade para artesanato, painéis, blocos e jardinagem

E o melhor: tudo feito com materiais acessíveis e princípios científicos simples aplicados de forma inteligente.

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Valdeteps
Valdeteps
04/12/2025 00:26

Isso é pra indústria,quem tem betoneira pra isso

cyxdxtvcyg
cyxdxtvcyg
29/11/2025 12:10

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Marcos
Marcos
29/11/2025 10:46

Isso já existe a mais de 30 anos e se chama bloco celular

Fonte
Felipe Alves da Silva

Sou Felipe Alves, com experiência na produção de conteúdo sobre segurança nacional, geopolítica, tecnologia e temas estratégicos que impactam diretamente o cenário contemporâneo. Ao longo da minha trajetória, busco oferecer análises claras, confiáveis e atualizadas, voltadas a especialistas, entusiastas e profissionais da área de segurança e geopolítica. Meu compromisso é contribuir para uma compreensão acessível e qualificada dos desafios e transformações no campo estratégico global. Sugestões de pauta, dúvidas ou contato institucional: fa06279@gmail.com

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