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Com o aumento na produção Offshore de petróleo, Westwood prevê crescimento na utilização de navios de apoio no setor

15 de junho de 2022 às 08:39
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Com a crescente nos preços dos barris de petróleo e a movimentação das empresas do setor para uma expansão na produção offshore do combustível, a Westwood projeta um cenário favorável à utilização de navios de apoio ao longo dos próximos anos. 
Foto: Pixabay

Com a crescente nos preços dos barris de petróleo e a movimentação das empresas do setor para uma expansão na produção offshore do combustível, a Westwood projeta um cenário favorável à utilização de navios de apoio ao longo dos próximos anos. 

A companhia de energia e logística Westwood comentou neste domingo, (12/06), sobre o futuro do setor de óleo e gás no mundo e destacou uma forte expansão na utilização de navios de apoio ao longo dos próximos anos. Segundo as projeções da empresa, deverá haver uma taxa de utilização das embarcações de até 88% no ano de 2024, com um crescimento impulsionado pela expansão na produção offshore de petróleo.

Taxa de utilização de navios de apoio pode chegar até 88% no ano de 2024 com o aumento na produção offshore de petróleo, projeta Westwood

O aumento nos preços do petróleo vêm trazendo uma série de consequências no mercado internacional e, entre elas, está a busca desenfreada pela produção offshore do combustível para combater os preços. Isso, pois, a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) anunciou um incremento na exploração do combustível para o mês de julho durante a última semana e movimentou o cenário internacional de óleo e gás. 

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E, como consequência da decisão e da busca por novos empreendimentos offshore de petróleo, a companhia energética Westwood está projetando um grande futuro para o mercado dos navios de apoio à produção.

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Isso, pois, a companhia espera que haja um forte crescimento na utilização das embarcações, já que as novas operações irão precisar desses serviços. Dessa forma, a empresa espera que, até o ano de 2024, a utilização mundial desses navios pode chegar a 75%, em um cenário mais modesto, ou até mesmo a 88%, sendo mais otimista.

Além disso, a companhia já apresentou alguns bons resultados desses anos a título de comparação e comprovou que a utilização total da frota global de OSV atualmente está em torno de 63%, representando um aumento de 7% em relação a 2021.

Ademais, a Westwood destacou que, com o preço do petróleo Brent atingindo US$ 100 no início de 2022, patamar alcançado pela primeira vez desde 2014, a commodity segue valorizada pelo aperto na oferta/demanda por petróleo e a produção offshore deverá crescer fortemente nos próximos 2 anos. 

Aumento nos preços do petróleo impulsionará produção offshore do combustível e necessidade de crescimento na utilização de navios de apoio 

A utilização de navios de apoio na produção de petróleo offshore deverá crescer de forma significativa ao longo dos próximos anos, impulsionada principalmente pelo aumento nos preços do commodity.

Isso, pois, as projeções para uma expansão no segmento são bastante otimistas e a Westwood afirma que o investimento em petróleo, com gastos de engenharia, aquisição e construção (EPC) está projetado para atingir US$ 75 bilhões em 2022, representando um aumento maciço de 80% ano a ano.

Assim, a Westwood reforçou o impacto no aumento dos preços para uma futura expansão na utilização de navios de apoio no setor e afirmou: “Com os preços do petróleo se estabelecendo acima de US$ 100/barril, os proprietários de navios estão se esforçando para reativar sua frota para aproveitar os níveis crescentes de atividade offshore, especialmente após o aumento do empilhamento que ocorreu durante a pandemia. Ao final do primeiro trimestre, a frota total de lay-ups caiu 32%, a menor desde 2016, com 321 navios reativados, sucateados ou descartados (ou seja, considerados comercialmente inativos)”.

Dessa forma, a empresa alerta para o setor de petróleo e gás mundial e apresenta uma ótima perspectiva de crescimento futuro para as companhias que atuam no segmento de navios de apoio no setor, como, por exemplo, a Wilson Sons, que poderá aproveitar o cenário futuro.

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