Estudo israelense desenvolve nova técnica que promete tornar os painéis solares muito mais eficientes
É cada vez maior o uso de energia limpa ao redor do planeta. O Acordo de Paris coloca metas de redução de emissões de carbono, ao mesmo tempo que irá impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias do setor energético. Pensando nisso, cientistas de Israel fizeram um grande avanço no setor de energia solar ao buscar aumentar a eficiência dos painéis solares.
O pesquisador Avner Rothschild, do Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais da Technion, juntos com Universidade Ben-Gurion de Negev e Helmholtz-Zentrum Berlin, estão em estágio avançado de desenvolvimento desta nova tecnologia que poderá impulsionar o crescimento da energia solar pelo mundo. O estudo está desenvolvendo avanços na compreensão de como funciona os semicondutores.
Entenda melhor a proposta do estudo
Os painéis solares funcionam com células fotovoltaicas ou células fotoeletroquímicas. As células fotovoltaicas não precisam de baterias externas, mas sim de semicondutores. As fotoeletroqúimicas precisam de baterias externas para manter a energia a noite.
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Os semicondutores fazem com que a energia da luz divida as de moléculas de água em oxigênio e hidrogênio, sendo armazenada em uma fonte separada para ser usada posteriormente. Porém, a hematita, o material que é mais usado comumente nos semicondutores, sofre pela baixa eficiência e um consequente desperdício de energia.

O estudo desenvolvido pelos israelenses está testando novas técnicas para medir a eficiência da hematita e outros semicondutores. A esperança é que o estudo faça com que o desenvolvimento de painéis solares no futuro.
‘’Reduzir o uso de combustíveis fósseis é o desafio mais importante que nosso planeta enfrenta, e a resposta deve ser usar a energia gratuita que está ao nosso redor. Melhorar os painéis solares é apenas outra ideia brilhante que surgiu dos cientistas do Technion.” Declarou Alan Aziz, CEO da Tecnnion UK.
O uso de energia solar está evoluindo e deve continuar ganhando muito mais espaço. Abundante e inesgotável, o recurso é apontado como promissor porque é mais barato de se colocar em funcionamento do que a energia eólica.

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