O Goldin Finance 117, um arranha-céu de 597 metros, é o maior edifício abandonado do planeta, refletindo a grandiosidade e os desafios das megaconstruções na China.
A China se consolidou como o líder incontestável quando o assunto são megaconstruções. Entre pontes imponentes, túneis ferroviários desafiadores e edifícios gigantescos, o país abriga o arranha-céu abandonado mais alto do mundo. O Goldin Finance 117, um projeto que deveria ter sido um marco na cidade de Tianjin, acabou se tornando um símbolo dos desafios enfrentados em projetos dessa magnitude.
O Goldin Finance 117, também conhecido como China 117 Tower, foi projetado para ser um dos arranha-céus mais altos do mundo, com 128 andares destinados a hotéis, lojas e residências de luxo. Com 597 metros de altura, o edifício está localizado nos arredores de Tianjin, uma das maiores e mais importantes cidades da China, que possui cerca de 15 milhões de habitantes e desempenha um papel crucial na economia do país.
Arranha-céu abandonado mais alto do mundo é da…China
As obras do Goldin Finance 117 começaram em 2008, como parte do ambicioso projeto imobiliário Goldin Metropolitan Scheme, que visava transformar a área em um centro de negócios e comércio de alto padrão. Contudo, a crise no setor imobiliário chinês em 2010 interrompeu o avanço da construção, que já estava bem adiantada. Após várias tentativas de retomada, as obras foram definitivamente paralisadas em 2019, deixando o edifício inacabado e coroado por dois enormes guindastes.
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O edifício, que teve aproximadamente 3/4 de sua fachada concluída, agora detém o recorde do Guinness como o arranha-céu abandonado mais alto do mundo. Apesar do título, o Goldin Finance 117 representa um fracasso financeiro para seus idealizadores, uma vez que o projeto foi autofinanciado e não contou com apoio governamental.
Governo chinês estabeleceu novas políticas para limitar a altura
A China, que já foi reconhecida por suas ousadas megaconstruções, como a megaponte Shenzhen-Zhongshan e o túnel ferroviário mais complexo do mundo, agora enfrenta novos desafios regulatórios. Após anos de construção desenfreada, o governo chinês, sob a liderança de Xi Jinping, estabeleceu novas políticas para limitar a altura dos edifícios. Atualmente, construções com mais de 500 metros de altura são proibidas, e até mesmo torres de 250 metros ou mais enfrentam restrições severas.
Essas medidas visam recuperar a identidade arquitetônica chinesa, afastando-se das cópias de edifícios ocidentais e assegurando que as novas construções atendam a padrões rigorosos de segurança. O Goldin Finance 117, embora inacabado, permanece como um lembrete das ambições e dos riscos associados às megaconstruções na China.
Agora, o destino do arranha-céu permanece incerto. Embora o edifício continue dominando o horizonte de Tianjin, não há sinais de que as obras sejam retomadas, e ele segue como um símbolo do impacto das políticas governamentais na paisagem urbana da China.
Deixe seu comentário sobre o impacto das megaconstruções na China e o que você acha do futuro do Goldin Finance 117. Como você vê essas grandiosas obras de engenharia afetando a economia e a paisagem urbana do país?

Precisamos acabar com esta mania ďe sempre bater record seja em construção ou qualquer outro record semelhante que no fundo muito contribuem para descaracterizar nosso planeta que não aguenta mais a sangria que lhe impomos para retirar materiais necessários para bater record.Precisamos de países disputando é quem preserva mais o meio ambiente, aí sim bater record de preservador
Como diria Caetano Veloso “eu sou neguinha, eu sou neguinha”
China vai atropelar todo mundo sem ela vai ser difícil se dar bem, hoje já é o.principalnparceiro do Braskl
Oi essa construção é um elefante branco mesmo
No artigo diz que a obra só não foi concluída por conta que contou com financiamento próprio dos proprietários e não tiveram sucesso a longo prazo, depois fala que a existência de determinadas políticas públicas atrapalham com as regulações rigorosas da China…