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Ceará entra no mapa das montanhas do Brasil com 6 formações reconhecidas pelo IBGE

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 07/06/2026 às 05:03
Atualizado em 07/06/2026 às 05:24
IBGE reconhecerá 6 montanhas no Ceará e nova classificação deve impactar geografia, pesquisas e preservação ambiental.
IBGE reconhecerá 6 montanhas no Ceará e nova classificação deve impactar geografia, pesquisas e preservação ambiental.
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Seis formações do Ceará serão reconhecidas como montanhas pelo IBGE a partir de novos critérios técnicos que atualizam a classificação do relevo brasileiro, ampliam o peso do estado no mapa da geodiversidade nacional e devem influenciar materiais didáticos, pesquisas acadêmicas e debates sobre conservação ambiental.

A partir do segundo semestre deste ano, seis formações naturais do Ceará serão oficialmente reconhecidas como montanhas pelo IBGE, em mudança ligada ao Sistema Brasileiro de Classificação de Relevos, criado para atualizar desde 2019 os critérios usados na definição das paisagens brasileiras atuais.

Reclassificação muda o relevo cearense

As áreas são as serras da Meruoca, Uruburetama e Serra das Matas, além dos maciços de Baturité, Pereiro e Central. O Ceará ganhará destaque nacional na leitura do relevo.

A atualização considera critérios técnicos definidos por pesquisadores do IBGE, do Serviço Geológico do Brasil e de universidades federais. O estudo avalia a diferença de altitude entre base e topo e características.

Para receber o status de montanhas, as formações precisam apresentar pelo menos 300 metros de amplitude altimétrica. Também devem ter picos, encostas íngremes e relevância espacial.

Montanhas entrarão em materiais didáticos

A mudança terá reflexo direto na educação. Com a publicação oficial do mapa da geodiversidade brasileira, prevista para este ano, o conceito de montanhas passará a aparecer nos materiais didáticos e nos estudos de geografia.

O novo enquadramento também deve estimular pesquisas sobre clima, biodiversidade, ocupação humana e características ambientais dessas regiões. A classificação amplia a base técnica para compreender áreas com importância regional, mas não oficialmente tratadas como montanhosas.

Reconhecimento pode orientar debates ambientais

A nova classificação não cria proteção automática para essas áreas. Ainda assim, pode servir como referência para futuras legislações voltadas à conservação de ambientes montanhosos.

Com seis formações reconhecidas, o Ceará será apontado como o estado mais montanhoso do Nordeste pelo IBGE. O que você acha desse reconhecimento das montanhas cearenses e dos possíveis impactos para educação, pesquisa, preservação ambiental e valorização das paisagens naturais do estado? Compartilhe sua opinião nos comentários.

Fonte: gazetahora1

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Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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