Com o Brasil como parceiro da Renanov 2026 no terceiro dia do evento, a ecnologia industrial brasileira ganha palco na Alemanha e a Stefanini mostra presença em mais de 40 países, delivery centers no Leste Europeu e clientes de peso no centro da indústria europeia
O Brasil ganhou destaque na Renanov 2026, apresentada como a maior feira de inovação e ecnologia industrial do planeta, que chegou ao terceiro dia de programação. No coração da manufatura europeia, na Alemanha, o evento virou uma vitrine para talentos brasileiros ligados à indústria e à manufatura, com espaço para mostrar capacidade técnica e atrair atenção internacional.
Nesse cenário, a Stefanini Group, multinacional brasileira de consultoria de tecnologia que atua em mais de 40 países, usou o evento para reforçar sua presença na Europa e o tipo de carteira que mantém no centro industrial do continente. Em entrevista no local, o CEO global e fundador do grupo, Marco Stefanini, destacou operação com subsidiárias em 19 países europeus e uma lista de clientes que inclui Ferrari, Iveco, CNH, Stellantis e Fincantieri.
O que é a Renanov 2026 e por que ela virou uma vitrine para o Brasil
A Renanov 2026 foi descrita como a maior feira de inovação e ecnologia industrial do planeta e ocorre no centro da manufatura europeia, na Alemanha. Pelo perfil do evento, a feira se torna um espaço estratégico para apresentar talentos e soluções ligados à indústria e à manufatura em escala global.
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A ideia central é simples: estar presente em um ambiente desse porte amplia visibilidade e abre portas para conversas com empresas, parceiros e mercados que operam diretamente no núcleo industrial europeu.
Os números que chamam atenção: Stefanini em mais de 40 países e subsidiárias em 19 na Europa
A Stefanini se posiciona como uma consultoria de tecnologia com atuação em mais de 40 países, e a entrevista reforça a dimensão europeia da operação. Segundo Marco Stefanini, somente na Europa o grupo mantém subsidiárias em 19 países.
Além da presença espalhada, a empresa também destacou a lógica de entrega do serviço: os delivery centers ficam principalmente no Leste Europeu, com estruturas na Romênia, Polônia e Moldova, além de um centro relevante de delivery na Itália e operações distribuídas pelos demais países europeus.
Onde está o “coração” dos clientes: Alemanha, Suíça, França, Itália e Inglaterra
Ao falar de mercado, a Stefanini apontou que trabalha mais com o centro da Europa, citando Alemanha, Suíça, França, Itália e Inglaterra. A fala reforça que a estratégia do grupo se conecta diretamente com regiões onde a manufatura e a cadeia industrial têm peso histórico e econômico.
Na prática, isso posiciona a empresa brasileira em um ambiente de alta exigência, com foco em demandas ligadas à indústria e à produção, exatamente o tipo de tema que uma feira de ecnologia industrial coloca em evidência.
A lista de clientes que virou manchete: Ferrari, Iveco, CNH, Stellantis e Fincantieri
Um dos pontos que mais chama atenção é a carteira citada por Marco Stefanini, com marcas italianas e grupos industriais conhecidos, incluindo Ferrari, Iveco, CNH, Stellantis e Fincantieri. Ele afirmou que, após uma aquisição feita há dois anos, a empresa ampliou o leque de clientes, reforçando presença em grandes grupos industriais.
O executivo também contextualizou que o norte da Itália é muito industrial, o que ajuda a explicar por que esse conjunto de clientes aparece com força no portfólio do grupo.
O que isso significa na prática: talentos brasileiros ganham palco no centro da manufatura europeia
O evento foi descrito como uma oportunidade para mostrar talentos brasileiros com foco industrial, no centro da manufatura europeia. Na entrevista, essa potencialidade da mão de obra de tecnologia brasileira aparece como algo que, muitas vezes, é desconhecido fora do país.
Ao ocupar esse espaço em Hannover, a mensagem transmitida é de vitrine e posicionamento: mostrar capacidade, reforçar reputação e ampliar conversas que conectam Brasil e Europa no setor de ecnologia industrial.
Por que isso chama atenção agora: visibilidade internacional e credenciais no mercado industrial
A combinação de feira global, Brasil como parceiro e uma empresa brasileira com operação extensa na Europa cria um efeito de credencial. De um lado, a Renanov 2026 oferece o palco. Do outro, a Stefanini usa números e carteira de clientes para mostrar presença real no centro industrial do continente, com entregas organizadas por delivery centers e atuação em países estratégicos.
No fim, a narrativa é de vitrine internacional: tecnologia brasileira em um evento global e uma multinacional do Brasil reforçando que consegue operar e entregar para clientes industriais de alta exigência no coração da manufatura mundial.
Na sua opinião, essa vitrine na Renanov 2026 tem potencial para abrir mais espaço para a ecnologia industrial brasileira na Europa, ou ainda falta visibilidade para transformar talento em contratos e presença constante?

