BNDES analisa 56 projetos de minerais críticos e trabalha com a possibilidade de chegar a R$ 50 bilhões em crédito e investimento, enquanto amplia sua carteira para novas áreas como fertilizantes, bioinsumos, Embraer e inteligência artificial.
BNDES analisa 56 projetos ligados a minerais críticos e trabalha com a possibilidade de chegar a R$ 50 bilhões em investimentos e crédito para o setor. A informação foi apresentada por Aloizio Mercadante nesta terça-feira (12), em São Paulo.
O presidente da instituição deu os detalhes durante coletiva para divulgar o balanço trimestral. Ele afirmou que o BNDES pretende atuar nesse tipo de mineração, nova frente da carteira.
BNDES mira minerais críticos
Mercadante declarou que o banco está trabalhando com a possibilidade de alcançar R$ 50 bilhões de investimento e crédito no setor. A fala reforça a intenção de ampliar a presença da instituição nesse segmento.
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A análise dos 56 projetos ocorre em meio ao movimento de diversificação da carteira. O presidente informou que a instituição vem saindo dos setores tradicionais para investir em novas áreas estratégicas.
Entre os exemplos citados estão fertilizantes, carro voador, bioinsumos para a agropecuária e Embraer. Outra área em foco no BNDES é a de inteligência artificial, também incluída nessa mudança.
Novos setores entram na carteira
A diversificação foi apresentada como parte da estratégia para ampliar atuação além dos segmentos conhecidos. Mercadante afirmou que o BNDES busca investir em novos setores, com atenção a áreas produtivas e tecnológicas.
Na entrevista, o presidente também comentou o acordo entre os países do Mercosul e a União Europeia. O tratado entrou em vigor de forma provisória no dia 1º de maio, conforme relatado na coletiva.
Acordo com União Europeia
Mercadante avaliou que o acordo representa um avanço para os dois blocos. Para ele, o tratado é importante no cenário de unilateralismo comercial e abre possibilidades de aproximação econômica.
O presidente do BNDES destacou que a negociação cria oportunidade para a Europa olhar mais para o Mercosul e para o Mercosul olhar mais para a Europa.
Com informações de Agência Brasil.
