Bahia terá parque eólico com investimentos de 1,9 bi da Neoenergia

Bahia

Investimentos em energia eólica no Nordeste não param e desta vez foi a Bahia que anunciou aportes da casa do bilhão de reais

Depois Piauí anunciar a construção da maior usina eólica da América do Sul, agora foi a vez da Bahia ser palco de anúncio de investimentos de R$ 1,9 bi em parque eólico.
A responsável pelo projeto será a Neoenergia que fez o anúncio na última quinta-feira (19/09). O complexo eólico será construído com mais três distribuidoras de energia, que também construirão o parque do Piauí.

O empreendimento

O Complexo Eólico de Oitis será construído pela pela Força Eólica do Brasil e será composto por 12 Parques Eólicos, sendo que
dois destes parques (Oitis 1 e Oitis 8) já tiveram 30% de sua energia vendida no Leilão de Geração “A-4” de 2019, realizado em junho.
Os outros 10 parques comercializarão sua energia no mercado livre, com fator de capacidade médio de 50% e a previsão do início de operação comercial dos parques será no meio do ano de 2022.

O complexo na Bahia terá a capacidade de 566,5 megawatts e superará a atual capacidade instalada de fonte eólica em operação, que é de 516 MW.

O empreendimento está plenamente alinhado com a política de investimentos da Neoenergia, e com sua estratégia de ter um posicionamento na liberalização do mercado de energia brasileiro.​

A Neoenergia é controladora de Coelba e, depois da construção das usinas na Bahia e no Piauí, passará a ter um portfólio de ativo em operação de energia eólica de 1,6 GW.

A empresa é o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro em número de clientes, com mais de 13,5 milhões de unidades consumidoras atendidas por suas distribuidoras Elektro, Coelba, Celpe e Cosern.

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Renato Oliveira

About Renato Oliveira

Engenheiro de Produção com pós-graduação em Fabricação e montagem de tubulações com 30 anos de experiência em inspeção/fabricacão/montagem de tubulações/testes/Planejamento e PCP e comissionamento na construção naval/offshore (conversão de cascos FPSO's e módulos de topsides) nos maiores estaleiros nacionais e 2 anos em estaleiro japonês (Kawasaki)