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Ato histórico: batalhão chegou à fronteira Rússia trazendo drones kamikaze

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Escrito por Sara Aquino Publicado em 20/11/2025 às 07:12 Atualizado em 20/11/2025 às 11:21
Batalhão sem precedentes chegou à fronteira russa: vem da Alemanha com 12 mil drones kamikaze e o tanque mais avançado.
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Batalhão sem precedentes chegou à fronteira russa: vem da Alemanha com 12 mil drones kamikaze e o tanque mais avançado.

Um batalhão chegou à fronteira russa: vem da Alemanha com 12 mil drones kamikaze, marcando a mudança da política de defesa alemã . A Alemanha afirma que a medida é adotada agora, no território báltico, porque proteger a Lituânia significa, na prática, proteger o próprio território alemão. 

O envio do batalhão, responde a uma necessidade urgente: fortalecer a capacidade de dissuasão europeia enquanto o continente tenta reduzir dependências externas e reconstruir sua estrutura militar. 

Um marco: primeira força alemã permanente no exterior desde 1945 

Então no fim da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha tratava qualquer operação militar no exterior com extrema cautela.

O passado histórico do país transformou o envio permanente de tropas para fora das fronteiras em um tabu quase inquebrável. 

Porém, a invasão russa à Ucrânia quebrou esse padrão. Berlim concluiu que vai querer manter uma brigada fixa no leste europeu não é apenas um gesto político: é uma necessidade estrutural para a segurança nacional e da própria OTAN. 

45ª Brigada Blindada: poder militar reforçado e operação ampliada 

A criação da 45ª Brigada Blindada representa o coração dessa mudança. O grupo reúne 4.800 soldados, além de técnicos e equipes de apoio civil, formando uma das estruturas mais robustas da presença ocidental no Báltico. 

A Chancelaria alemã entende que essa brigada simboliza uma virada estratégica: Europa precisa assumir responsabilidades defensivas e reconstruir capacidades militares foram enfraquecidas após o fim da Guerra Fria

Mensagem dupla: para Moscou e para o próprio Ocidente 

A presença alemã na Lituânia funcionará como um recado direto: a Alemanha está sem disposição a manter uma postura passiva diante das ameaças ao leste europeu.

Ao mesmo tempo, a medida sinaliza a Washington que os países europeus estão prontos para assumir maior protagonismo dentro da OTAN. 

O envio, portanto, não é apenas militar — é político, simbólico e histórico. Para Berlim, reforçar o flanco oriental é proteger sua própria soberania e a estabilidade continental. 

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Sara Aquino

Farmacêutica e Redatora. Escrevo sobre Empregos, Geopolítica, Economia, Ciência, Tecnologia e Energia.

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