A Privatização do Aeroporto de Macaé foi deliberada: Mais um salto importante para retomada de empregos e injeção econômica na cidade

Aeroporto de Macaé
 

Enquanto Macaé se organiza para a audiência pública do TEPOR (Terminal Portuário), recebe autorização em relação a privatização de seu aeroporto

Foi autorizado no dia 5 de novembro (segunda-feira) pelo presidente Michel Temer, a aprovação d concessão de aeroportos em todo o país e dentre eles o Aeroporto de Macaé no interior do Rio de Janeiro. A determinação foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) com a aprovação para a concessão como modalidade operacional de exploração para os próximos 30 anos.

Denominado Programa Nacional de Desestatização (PND) dos aeroportos previsto na legislação desde o ano passado, faz parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Devido o curto espaço de tempo ao ano eleitoral que preocupava a prefeitura de Macaé, o governo municipal conseguiu mesmo assim se organizar juntos aos governos do estado e federal para acelerar o processo e manter o aeroporto dentro do bloco Sudeste, mesmo com as considerações do Governador do Espirito Santo, o Sr. Paulo Hartung por conta do Aeroporto de Vitória encabeça o bloco.

Fundamentais nos processos de concessões, os blocos que na pratica serão como pacotes, de aeroportos divididos nos blocos Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, atingindo cerca de 7 milhões de passageiros. O investimento do capital privado e a consequente revitalização, modernização e expansão dos aeroportos a expectativa é de que este processo comece a gerar milhares de empregos para o ano que vem (2019).

Macaé que acompanha de perto todo processo de licenciamento para as obras do novo TEPOR (Terminal Portuário), reme mais uma solução para o que vinha sendo considerado um dos problemas logísticos da cidade (BR-101, porto e aeroporto), com audiência pública marcada para hoje (7) ás 19hs em relação ao TEPOR.

Hoje o aeroporto de Macaé passa por reformas da pista de pouso e decolagem, além das obras que já foram realizadas em relação a sua estrutura, recebendo apenas voos de helicópteros para empresas offshore. Desde 2015 que ele não recebe mais voos comerciais de passageiros, que na época eram realizados pela Azul Linhas Aéreas com aeronaves do modelo ATR 42 que foram substituídas pelas ATR 72, maiores e com capacidade superior de transporte de passageiros, porem consideradas pesadas demais para a pista do aeroporto.

A previsão de entrega do aeroporto é para a metade de 2019 e a expectativa é que os modelos ATR 72 já possam retornar a trafegar no aeroporto, e com o andamento da permissão uma nova reforma da pista seria necessária para que aeronaves maiores também possam usar o aeroporto, como Airbus A310 e Boeing 737, utilizadas na ponte aérea Rio-São Paulo.

A esperança agora é que com as conquistas do novo porto e do novo aeroporto, o município de Macaé volte a ser ainda mais atrativo para a indústria óleo e gás, recuperando e aumentando seu protagonismo como capital nacional do petróleo.

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Sheila Soares

Sheila Soares

Formada em Técnico de Logística, com experiência em operações logísticas, técnica de materiais e com amplo conhecimento no mercado petrolífero, industrial e engenharia.