Ambientes de obras exigem atenção redobrada no combate à dengue, com ações diárias para eliminar focos de água parada e proteger trabalhadores contra o Aedes aegypti
A construção civil enfrenta um desafio que vai além dos prazos e materiais. O combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, virou uma preocupação urgente nos canteiros de obras.
O ambiente das construções favorece o acúmulo de água parada, local ideal para a proliferação do mosquito. Por isso, é essencial que todos os profissionais estejam atentos e engajados na prevenção.
A principal recomendação é eliminar qualquer possibilidade de água parada. O mosquito pode se desenvolver em recipientes pequenos, como tampinhas, até grandes reservatórios. Locais como carrinhos de mão, lajes, betoneiras, fossos de elevadores e lonas também devem ser verificados constantemente.
-
Rodovia de SP recebe mais de R$ 260 milhões em obras, terá 90 quilômetros de marginais entre Praia Grande e Peruíbe, novos acessos, passarelas e bases de atendimento para mudar a circulação no litoral até o fim de 2027
-
Casal arrematou num leilão às cegas um banheiro público abandonado e fedido à beira-mar por 33 mil libras, passou uma década reformando com as próprias mãos e hoje a casa de praia vale 295 mil libras
-
Com 26 milhões de famílias brasileiras vivendo em moradia precária, igrejas lançam em 2026 o desafio de cada paróquia erguer ou reformar pelo menos uma casa, em mutirão, para uma família do próprio bairro
-
Nem madeira nem plástico: alumínio amadeirado se destaca como alternativa tecnológica para fachadas, portões e pergolados, combinando estética sofisticada, baixa manutenção e desempenho estrutural que vem transformando projetos residenciais e comerciais
Outra medida fundamental é manter todos os recipientes limpos e tampados. Os ovos do Aedes aegypti podem sobreviver por mais de um ano e eclodir quando tiverem contato com a água.
As inspeções precisam ser feitas diariamente, incluindo áreas da obra que não estejam em uso frequente. Também é importante que os trabalhadores recebam orientações nos Diálogos Diários de Segurança.
Além disso, deve-se observar o entorno da construção, como terrenos baldios e imóveis abandonados. Caso haja suspeita de criadouros, a prefeitura deve ser acionada.
Implementar programas de conscientização e treinar os colaboradores são ações indispensáveis para conter a ameaça. A prevenção começa no canteiro e depende de todos os envolvidos na obra.
Com informações de Arcos.MG.
