A jornada do pré-sal: As oportunidades na indústria tendem a se multiplicar nos próximos anos

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Três de cada quatro projetos de produção futuros da Petrobras virão do pré-sal. Com isso, as oportunidades para a indústria e o país tendem a se multiplicar, associadas ao impulso à inovação e ao desenvolvimento tecnológico

A Petrobras celebra, com seus parceiros, um marco muito especial para a indústria de petróleo nacional: os dez anos de produção no pré-sal. Olhando a trajetória da estatal desde o início da produção naquela camada até hoje, quando ela alcançou o patamar de 1,5 milhão de barris de petróleo por dia, é inegável  o quão longe ela avançou. Ao lado de seus demais ativos em águas profundas e ultraprofundas, o pré-sal é carro chefe da Petrobras. O que um dia foi um indício, uma ideia, tornou-se uma das áreas offshore mais competitivas da indústria porque ela persistiu, com muito trabalho, com muita dedicação, muito estudo, muita geologia e engenharia. Três de cada quatro projetos de produção futuros do Petrobras virão do pré-sal. Com isso, as oportunidades para a indústria e o país tendem a se multiplicar, associadas ao impulso à inovação e ao desenvolvimento tecnológico.

Se a Petrobras alcançou resultados tão expressivos é porque ela reuniu uma alta dose de capital intelectual e competência técnica nesse projeto. Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, acompanhou cada passo dessa jornada e pode afirmar que essa performance está longe de ser trivial. Reflete não somente a ousadia de seu quadro de empregados, como também o empenho de seu meio acadêmico,  parceiros de negócios e da criatividade de sua cadeia de bens e serviços. São quatro forças que, integradas na busca por soluções inéditas, foram as grandes responsáveis por chegar aonde a Petrobras chegou hoje.

Os custos de exploração e produção no pré-sal reduziram progressivamente à medida que foram aplicadas tecnologias inéditas que elevaram a produtividade dos poços, ao mesmo tempo em foram aprimorados o conhecimento geológico da área. Hoje o custo de extração nesse horizonte é inferior a US$ 7 por barril. Se no início do desenvolvimento do pré-sal, havia dúvidas sobre a viabilidade da produção em condições tão peculiares – em águas ultraprofundas, a 300 km da costa e em profundidades totais até 7 mil metros – hoje foi comprovado  não só a economicidade do projeto, como também o retorno para a sociedade e seu elevado potencial de produção futuro.

Somente este ano, foram colocados em operação três grandes sistemas de produção no pré-sal – P-74, P-69 e, mais recentemente, a P-75 -, cada qual com capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo por dia (bpd). Cada poço no pré-sal produz, em média 27 mil bpd, um volume quatro vezes maior que os poços do Golfo do México, por exemplo.

Ao longo de uma década, a Petrobras também acelerou sua curva de aprendizado nos mais diversos segmentos técnicos, que vão da sísmica ao projeto das plataformas. A cultura de inovação enraizada na companhia e seu expertise em águas profundas tiveram papel fundamental nesse processo. O avanço foi tanto em eficiência a ponto de perfurar hoje um poço no pré-sal em apenas três meses, contra uma média de 1 ano e meio no início de suas atividades naquela camada. Não há dúvida que esse avanço representa um ganho significativo, se considerarmos que o custo da diária de uma sonda de perfuração é da ordem de centenas de milhares de dólares.

E à medida que esse polo de produção cresce, as oportunidades de negócios se expandem. Ao longo dos últimos anos, por exemplo, movidos pelo desafio de desenvolver equipamentos específicos para condições únicas de lâmina d´água, temperatura e pressão, nossa indústria de bens e serviços deu um salto expressivo. A indústria de equipamentos submarinos no Brasil, por exemplo, se tornou competitiva em âmbito mundial. Não é pouco.

E o atual momento do setor de petróleo no Brasil abre grandes oportunidades. Com as mudanças regulatórias que dinamizaram a indústria, a intensa agenda de leilões promovida pela ANP e os investimentos nos novos sistemas de produção, o segmento de petróleo retomou seu fôlego. E a projeção é que a Petrobras continue alcançando os melhores resultados no pré-sal, de forma sustentável e progressiva, impulsionados pela entrada em produção de mais onze sistemas até 2022. Sem dúvida, o que se vê pela frente é um futuro promissor. Texto autoral de Solange Guedes, Diretora de Exploração de Produção da Petrobras.


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Paulo Nogueira
Formado em Eletrotécnica e entusiasta do setor de tecnologia, já atuei em empresas do ramo de energia, óleo e gás como técnico de operações, Pressure Downrole Gauge Operator e em plataformas de completação do Brasil e exterior