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Ele possui 65 mil toneladas, 280 metros e 10 motores a diesel: o HMS Queen Elizabeth é o maior porta-aviões do Reino Unido, combina tecnologia avançada, caças F-35B e funciona como uma base aérea completa em alto-mar

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Escrito por Andriely Medeiros de Araújo Publicado em 11/04/2026 às 17:16 Atualizado em 11/04/2026 às 21:52
Assista o vídeoHMS Queen Elizabeth, maior porta-aviões do Reino Unido, impressiona com tecnologia, capacidade aérea e papel estratégico global.
HMS Queen Elizabeth, maior porta-aviões do Reino Unido, impressiona com tecnologia, capacidade aérea e papel estratégico global. (Imagem retirada do site CAVOK)
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HMS Queen Elizabeth, maior porta-aviões do Reino Unido, impressiona com tecnologia, capacidade aérea e papel estratégico global.

O HMS Queen Elizabeth representa um dos maiores avanços militares do Reino Unido nas últimas décadas. Trata-se de um porta-aviões moderno, comissionado em 2017, projetado para operar aeronaves e projetar poder militar em qualquer parte do mundo. A embarcação atua como base aérea móvel, permitindo operações estratégicas longe do território britânico.

Esse tipo de navio, conhecido como porta-aviões, é essencial para missões de defesa, vigilância e ataque. Portanto, sua importância vai além da guerra, influenciando diretamente o equilíbrio geopolítico global.

O que é um porta-aviões?

Um porta-aviões é uma embarcação militar projetada para transportar, lançar e recuperar aeronaves. Ele funciona como uma pista de pouso flutuante, equipada com hangares, sistemas de controle aéreo e armamentos defensivos.

No caso do HMS Queen Elizabeth, o modelo utiliza aeronaves de decolagem curta e pouso vertical. Isso elimina a necessidade de catapultas, tornando o sistema mais flexível e moderno.

Além disso, o navio pode operar helicópteros para missões de resgate, patrulha e combate submarino.

Construção do HMS Queen Elizabeth envolveu bilhões e anos de trabalho

O projeto do HMS Queen Elizabeth começou oficialmente em 2009, no estaleiro de Rosyth, na Escócia. No entanto, sua concepção foi anunciada ainda em 2007, como parte de um plano estratégico da defesa britânica.

Inicialmente, o orçamento era de cerca de £4 bilhões para dois porta-aviões. Contudo, atrasos e mudanças elevaram o custo total para mais de £6 bilhões.

A construção foi realizada em blocos por diferentes estaleiros britânicos, que posteriormente foram unidos. Esse método permitiu acelerar a montagem de uma estrutura gigantesca.

HMS Queen Elizabeth, maior porta-aviões do Reino Unido, impressiona com tecnologia, capacidade aérea e papel estratégico global.
HMS Queen Elizabeth, maior porta-aviões do Reino Unido, impressiona com tecnologia, capacidade aérea e papel estratégico global. (Imagem gerada por IA)

Dimensões e capacidade impressionam no porta-aviões britânico

O HMS Queen Elizabeth é um dos maiores porta-aviões já construídos na Europa. Confira alguns dados principais:

  • Comprimento: 280 metros
  • Deslocamento: cerca de 65 mil toneladas
  • Velocidade: até 25 nós (aproximadamente 46 km/h)
  • Autonomia: cerca de 10 mil milhas náuticas
  • Tripulação: aproximadamente 679 pessoas

Além disso, o porta-aviões pode transportar entre 24 e 36 caças e até 14 helicópteros. Isso o torna uma plataforma altamente versátil para operações militares.

HMS Queen Elizabeth e sua tecnologia de ponta

O HMS Queen Elizabeth foi projetado com foco em inovação. Um dos destaques é o uso de duas “ilhas” na superestrutura — uma para navegação e outra para controle de voo.

Esse sistema aumenta a eficiência operacional e garante redundância em caso de falhas. Ou seja, se uma estrutura apresentar problemas, a outra pode assumir suas funções.

Além disso, o navio conta com radares avançados e sistemas de defesa automatizados, como o Phalanx CIWS, usado para interceptar ameaças aéreas.

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Operação do porta-aviões com caças F-35B

O principal destaque da ala aérea do HMS Queen Elizabeth é o caça F-35B Lightning II. Esse modelo é capaz de decolar em pistas curtas e pousar verticalmente, ideal para operações em porta-aviões sem catapultas.

Além disso, helicópteros Merlin são utilizados para missões de vigilância e combate submarino. O navio também pode operar aeronaves de transporte pesado, como o Chinook. Essa combinação garante flexibilidade para diferentes tipos de missão.

Testes e operações iniciais do HMS Queen Elizabeth

Os primeiros testes no mar do HMS Queen Elizabeth ocorreram em 2017. Durante esse período, o navio passou por avaliações de desempenho, velocidade e manobrabilidade.

Logo após, iniciou operações com helicópteros e, posteriormente, com caças F-35B. Esses testes foram fundamentais para validar a capacidade operacional do porta-aviões.

Além disso, o navio participou de exercícios militares com forças dos Estados Unidos, reforçando a cooperação internacional.

Importância geopolítica

O HMS Queen Elizabeth não é apenas um navio militar, mas também um símbolo de poder estratégico. Sua presença em regiões como o Mediterrâneo e o Indo-Pacífico demonstra a capacidade do Reino Unido de atuar globalmente.

HMS Queen Elizabeth, maior porta-aviões do Reino Unido, impressiona com tecnologia, capacidade aérea e papel estratégico global. (Imagem gerada por IA)
HMS Queen Elizabeth, maior porta-aviões do Reino Unido, impressiona com tecnologia, capacidade aérea e papel estratégico global. (Imagem gerada por IA)

Portanto, o porta-aviões desempenha papel fundamental na diplomacia militar. Ele pode ser utilizado tanto em operações de combate quanto em missões humanitárias e de apoio internacional.

Curiosidades sobre o HMS Queen Elizabeth

Alguns fatos tornam o HMS Queen Elizabeth ainda mais interessante:

  • É três vezes maior que antigos porta-aviões britânicos
  • Possui capacidade para transportar milhares de pessoas em operações ampliadas
  • Foi batizado pela rainha Elizabeth II em 2014
  • Utiliza tecnologia modular na construção

Além disso, o navio é considerado um dos mais avançados da atualidade.

O desenvolvimento do HMS Queen Elizabeth marca uma nova fase na história naval britânica. Com tecnologia moderna e alta capacidade operacional, o porta-aviões redefine o conceito de projeção de poder no mar.

Enquanto novas tecnologias continuam surgindo, o modelo já serve como referência para futuras embarcações militares. Assim, o HMS Queen Elizabeth se consolida como um dos pilares da estratégia naval do século XXI.

Fonte: Marinha

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Fernando Souza
Fernando Souza
14/04/2026 12:06

Tanto de propulsão convencional quanto nuclear, os porta-aviões continuam sendo a mais importante plataforma de projeção de poder ultramarino. Constituem uma base aérea móvel para dezenas de aviões de emprego diverso. Mais do que a maioria das forças aéreas do mundo. Sua capacidade de autodefesa limitada é compensada pelos navios escoltas (contratorpedeiros e cruzadores) que constituem as Carriers Vessel Battle Group por eles nucleadas. Eles nunca andam sozinhos pela importância de sua missão e pela preciosa carga em aeronaves sofisticadas. Pelo ar, a segurança é proporcionada por aeronaves de Alarme aéreo antecipado, pelos sistemas de armas antiaéreas dos escoltas e pelas aeronaves de combate que transporta. As ameaças subaquáticas também são neutralizadas pelos navios escolta. Portanto, para afundar um navio desses é tarefa praticamente impossível.

Max
Max
13/04/2026 21:32

De acordo com Trump não passa de um navio de brinquedo…

Carlos
Carlos
13/04/2026 15:14

Hoje em dia, esses “elefantes brancos” que viraram os Porta Aviões, não servem para muita coisa, eles não precisam nem afundar, só um míssel no convés e já “pega fogo na lavanderia” e fica inoperante, como no caso do Porta Aviões dos EUA! É mais para tirar foto mesmo e tentar projetar
Um poder defasado!

Fernando Souza
Fernando Souza
Em resposta a  Carlos
14/04/2026 12:06

Tanto de propulsão convencional quanto nuclear, os porta-aviões continuam sendo a mais importante plataforma de projeção de poder ultramarino. Constituem uma base aérea móvel para dezenas de aviões de emprego diverso. Mais do que a maioria das forças aéreas do mundo. Sua capacidade de autodefesa limitada é compensada pelos navios escoltas (contratorpedeiros e cruzadores) que constituem as Carriers Vessel Battle Group por eles nucleadas. Eles nunca andam sozinhos pela importância de sua missão e pela preciosa carga em aeronaves sofisticadas. Pelo ar, a segurança é proporcionada por aeronaves de Alarme aéreo antecipado, pelos sistemas de armas antiaéreas dos escoltas e pelas aeronaves de combate que transporta. As ameaças subaquáticas também são neutralizadas pelos navios escolta. Portanto, para afundar um navio desses é tarefa praticamente impossível.

Andriely Medeiros de Araújo

Ensino superior em andamento. Escreve sobre Petróleo, Gás, Energia e temas relacionados para o CPG — Click Petróleo e Gás.

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