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Homem passa 20.000 horas e 7 anos construindo um supercarro de madeira funcional, com motor Cadillac V8, 20 tipos de madeira e velocidade máxima relatada de 320 km/h

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 12/06/2026 às 22:15
Atualizado em 12/06/2026 às 22:40
Supercarro de madeira Splinter levou 20.000 horas para ser construído e pode atingir 320 km/h com motor V8.
Supercarro de madeira Splinter levou 20.000 horas para ser construído e pode atingir 320 km/h com motor V8.
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Criado por Joe Harmon durante sete anos de trabalho, o Splinter reúne 20 tipos de madeira, motor Cadillac Northstar V8, rodas com 300 componentes cada e velocidade máxima relatada de 320 km/h, mostrando até onde pode chegar um projeto artesanal fora do padrão.

Um supercarro de madeira capaz de atingir 320 km/h nasceu após 20.000 horas de trabalho na Carolina do Norte, onde Joe Harmon transformou um projeto em veículo funcional, chamado Splinter, usando madeira em quase tudo.

Projeto começou na universidade

A ideia do supercarro de madeira surgiu em 2006, quando Harmon estudava design industrial na Universidade Estadual da Carolina do Norte. Em meados de 2008, começou a tirar o desenho do papel.

O trabalho avançou durante noites e fins de semana, em processo artesanal de sete anos. Ao final, o Splinter somou 20.000 horas, número que dimensiona a complexidade da construção.

O resultado não ficou restrito a peça de exposição. O carro foi desenvolvido para funcionar e recebeu estrutura suficiente para rodar, acelerar e sustentar a proposta incomum de esportivo feito quase inteiramente de madeira.

Supercarro de madeira usa motor V8

Apesar da aparência artesanal, o Splinter conta com um motor Cadillac Northstar V8. A caixa de câmbio e algumas peças de conexão também não são de madeira, mas quase todo o restante do veículo segue esse material.

O conjunto pesa 2.500 libras, medida que o coloca acima do peso de um Mini Cooper. Ainda assim, o dado mais chamativo do projeto é a velocidade máxima relatada: 200 mph, equivalentes a 320 km/h.

A construção incorporou 20 tipos diferentes de madeira. A carroceria recebeu cerejeira, enquanto bordo, carvalho, nogueira e freixo foram usados em partes do chassi e da suspensão.

As rodas também exigiram trabalho minucioso. Cada uma reúne 300 componentes individuais, incluindo revestimentos externos de alumínio e uma seção central de madeira. Harmon afirmou que, ao terminar as rodas, achou que nunca conseguiria concluir o restante do carro.

Por que a ideia não virou produção em massa

O Splinter ajuda a explicar por que carros de madeira não chegam às linhas. A preparação de compósitos de madeira consome muito tempo, o que tornaria difícil atender à demanda industrial.

Esse limite torna o Splinter um projeto único. Ele mostra que a madeira pode ir além de acabamento interno, mas também evidencia o esforço necessário para transformar uma ideia fora do padrão num veículo funcional.

O que você achou desse supercarro de madeira construído ao longo de sete anos? Deixe sua opinião nos comentários e conte se considera esse projeto uma prova de criatividade, engenharia artesanal ou uma curiosidade que dificilmente teria espaço na produção em série.

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Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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