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São Paulo registra taxa anual de desemprego de 5% em 2025, menor nível em 13 anos

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 24/02/2026 às 20:07
São Paulo fecha 2025 com desemprego de 5%, menor taxa desde 2012, abaixo da média nacional e com renda média de R$ 4.190.
São Paulo fecha 2025 com desemprego de 5%, menor taxa desde 2012, abaixo da média nacional e com renda média de R$ 4.190.
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Com taxa anual de desemprego em 5% em 2025, São Paulo registra o menor índice desde 2012, supera médias nacional e do Sudeste, amplia emprego formal, reduz informalidade para 29% e atinge rendimento médio de R$ 4.190 no período analisado

O estado de São Paulo registrou taxa anual de desemprego de 5% em 2025, a menor em 13 anos desde 2012, segundo o IBGE e a Fundação Seade, com recuo frente a 2024 e desempenho abaixo da média nacional e regional.

A taxa de desemprego de 5% em 2025 representa a menor marca da série histórica iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Os dados foram disponibilizados pelo IBGE e divulgados pela Fundação Seade.

O desemprego paulista ficou abaixo da média nacional de 5,6% e da região Sudeste, que registrou 5,3% no mesmo período. O resultado consolida a trajetória de queda do desemprego no estado ao longo dos últimos anos.

De 2024 para 2025, a taxa de desemprego caiu 1,2 ponto percentual. Na comparação entre 2023 e 2025, a redução foi de 2,5 pontos percentuais. Em relação a 2022, a queda acumulada foi de 4,1 pontos percentuais.

Desemprego atinge menor patamar anual desde 2012

A série histórica mostra que o desemprego em São Paulo passou de 14,4% em 2021 para 9,1% em 2022, 7,5% em 2023, 6,2% em 2024 e 5% em 2025. Trata-se do menor índice anual desde o início da pesquisa.

Entre 2012 e 2014, as taxas variaram entre 7,2% e 7,4%. A partir de 2015, o desemprego subiu e alcançou 14,4% em 2017 e 2021. Desde então, houve recuo contínuo até o nível registrado em 2025.

Segundo o governador Tarcísio de Freitas, os resultados estão ligados ao compromisso de modernização da máquina pública desde o início do governo. Ele afirmou que o ambiente de negócios contribui para a geração de postos de trabalho.

Desemprego e mercado formal apresentam movimentos opostos

Enquanto o desemprego recuou, a população ocupada com carteira assinada subiu 5,2% de 2024 para 2025. No mesmo período, o contingente sem carteira assinada caiu 8,7%.

A taxa anual de informalidade foi de 29% da população ocupada em São Paulo, a terceira menor entre os estados. O índice ficou abaixo da média nacional de 38,1% e da região Sudeste, de 33%.

No rendimento médio real habitual, o estado registrou R$ 4.190 em 2025, acima da média nacional de R$ 3.560 e da média do Sudeste, de R$ 3.958. O valor superou ainda Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais.

Os dados seguem as diretrizes do programa São Paulo na Direção Certa, que estabelece metas para ampliar a eficiência do Estado, atrair investimentos e gerar oportunidades.

Desemprego no quarto trimestre também bate recorde da série

No quarto trimestre de 2025, de outubro a dezembro, o desemprego foi de 4,7%, também o menor da série iniciada em 2012. O índice ficou abaixo do nacional, de 5,1%, e do Sudeste, de 4,8%.

O total de pessoas ocupadas com carteira assinada no setor privado atingiu 11,593 milhões, alta de 2,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. No país, eram 39,409 milhões. O estado concentrou 30% desse total.

O percentual de empregados com carteira assinada no setor privado foi de 82,2%, segundo maior do país. No Brasil, o índice foi de 74,4%.

O total de pessoas ocupadas no estado chegou a 24,576 milhões, alta de 1,1% frente ao trimestre anterior e 1,3% na comparação anual. Foi o maior número da série histórica desde 2012.

O número de desocupados era de 1,212 milhão, queda de 9,3% ante o trimestre anterior e de 20,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Foi o menor patamar registrado em todos os trimestres desde 2012.

Desemprego trimestre a trimestre mostra trajetória de queda

Em 2025, o desemprego foi de 6,3% no 1º trimestre, 5,1% no 2º, 5,2% no 3º e 4,7% no 4º trimestre. Em 2024, variou de 7,4% no 1º trimestre a 5,9% no 4º.

Em 2023, as taxas foram de 8,5%, 7,8%, 7,2% e 6,9% ao longo dos quatro trimestres. Em 2022, foram registrados 9,2% no 2º trimestre, 8,7% no 3º e 7,7% no 4º.

Em 2020, no 1º trimestre, o desemprego foi de 12,3%, com impacto da pandemia na pesquisa. Em 2019, as taxas variaram de 13,6% no 1º trimestre a 11,6% no 4º.

Entre 2018 e 2016, os índices oscilaram entre 14,1% e 12,2%. Em 2015, o desemprego subiu de 8,6% no 1º trimestre para 10,2% no 4º. Em 2014, variou entre 7,1% e 7,3%.

Em 2013, o desemprego ficou entre 7,8% e 6,6%. Em 2012, primeiro ano da série, os índices foram de 7,8% no 1º trimestre e 6,8% no 4º trimestre, marcando o início da trajetória historica do levantamento.

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24/02/2026 20:52

Mais uma vez o Brasil que está quebrando segundo a narrativa da direita kkkkkk

Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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