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Rejunte de cimento vira coisa do passado em 2026: solução usada em cozinhas e banheiros promete até 10 vezes menos absorção de água, reduz manchas e mofo nas juntas e mantém aparência uniforme por muito mais tempo

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Escrito por Alisson Ficher Publicado em 02/06/2026 às 11:23
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Rejunte epóxi ganha espaço em cozinhas e banheiros por reduzir manchas, mofo e absorção de água, mantendo juntas mais uniformes.
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Solução adotada em reformas de áreas molhadas reforça a busca por juntas mais protegidas contra umidade, manchas e mofo, enquanto melhora a durabilidade visual de banheiros, cozinhas, lavanderias e piscinas sem depender de manutenção frequente para preservar o acabamento.

O rejunte epóxi vem ganhando espaço em reformas e obras de cozinhas, banheiros, lavanderias, piscinas e outras áreas molhadas por combinar maior impermeabilidade, acabamento mais liso e resistência superior a manchas, fungos e bactérias em comparação ao rejunte cimentício tradicional.

Essa substituição acompanha a procura por revestimentos mais duráveis, capazes de manter a aparência das juntas por mais tempo e reduzir intervenções de manutenção em ambientes expostos diariamente à água, ao vapor, à gordura e a produtos de limpeza.

Por que o rejunte epóxi avançou nas áreas molhadas

Em ambientes submetidos a respingos, vapor, gordura e lavagens frequentes, o rejunte comum à base de cimento costuma absorver mais umidade porque apresenta estrutura naturalmente mais porosa, o que compromete a aparência das juntas com o passar do tempo.

Com essa absorção maior, áreas próximas ao box, ao ralo, à pia e ao fogão tendem a acumular sujeira com mais facilidade, favorecendo manchas, escurecimento e perda de uniformidade em pontos de contato constante com água e resíduos.

Já o epóxi parte de uma composição diferente, formada por resina epóxi, endurecedor e carga mineral, combinação que cria uma massa mais densa, menos porosa e com maior resistência química e mecânica no uso cotidiano.

Rejunte epóxi ganha espaço em cozinhas e banheiros por reduzir manchas, mofo e absorção de água, mantendo juntas mais uniformes.
Rejunte epóxi ganha espaço em cozinhas e banheiros por reduzir manchas, mofo e absorção de água, mantendo juntas mais uniformes.

Por apresentar esse desempenho, o produto costuma ser indicado para locais de alto contato com água, como boxes, bancadas, saunas, piscinas e espelhos d’água, desde que a aplicação siga as orientações técnicas de cada fabricante.

A diferença entre os materiais ajuda a explicar a escolha mais frequente por parte de arquitetos, engenheiros e assentadores em projetos que priorizam vida útil, acabamento estável e redução de problemas recorrentes nas juntas.

Ainda assim, a troca do cimentício pelo epóxi não dispensa preparo adequado da base, limpeza dentro do tempo indicado e respeito às instruções de mistura, aplicação e cura informadas na embalagem ou na ficha técnica.

Menos manchas, menos mofo e aparência mais uniforme

Entre as vantagens mais associadas ao rejunte epóxi em cozinhas e banheiros, a resistência ao mofo aparece como um dos principais motivos para a troca, especialmente em áreas onde a umidade permanece por mais tempo.

Como a superfície final fica mais lisa e impermeável, a água e a sujeira encontram menos pontos de retenção, o que reduz o risco de escurecimento das juntas e facilita a limpeza de rotina sem desgaste excessivo.

No mercado brasileiro, fichas e páginas técnicas de marcas como Quartzolit e Sika/PortoKoll descrevem o rejunte epóxi como impermeável, antimofo, resistente a manchas e indicado para áreas molhadas, conforme a formulação de cada linha.

Dependendo do produto escolhido, algumas versões também incluem proteção contra fungos e bactérias, característica que reforça o uso em espaços de higiene, preparo de alimentos e circulação frequente de água.

Rejunte epóxi ganha espaço em cozinhas e banheiros por reduzir manchas, mofo e absorção de água, mantendo juntas mais uniformes.
Rejunte epóxi ganha espaço em cozinhas e banheiros por reduzir manchas, mofo e absorção de água, mantendo juntas mais uniformes.

Outro ponto relevante é a estabilidade de cor, já que rejuntes cimentícios podem escurecer, esfarelar ou manchar com mais facilidade quando ficam expostos a sabão, gordura, vapor e lavagens constantes.

Quando aplicado corretamente, o epóxi preserva melhor o tom original e contribui para uma leitura visual mais contínua entre as peças, aspecto valorizado em projetos com porcelanatos, pastilhas e revestimentos de acabamento uniforme.

Onde o rejunte epóxi costuma ser mais indicado

O uso do rejunte epóxi aparece com maior frequência em banheiros, cozinhas, lavanderias, varandas gourmet, piscinas e áreas externas sujeitas à umidade, justamente por oferecer melhor proteção em juntas expostas a água e resíduos.

Essa recomendação ganha ainda mais peso quando o revestimento tem junta estreita, acabamento retificado ou peças de maior valor, como porcelanatos, pastilhas de vidro e pedras de superfície não porosa.

Conforme a marca e a linha, os produtos disponíveis no país informam aplicações em juntas com medidas variadas, o que exige atenção à embalagem antes da compra e à ficha técnica antes da execução.

Há opções indicadas para faixas de 1 mm a 8 mm, enquanto outras restringem o uso a medidas menores, tipos específicos de revestimento ou condições determinadas de aplicação.

Mesmo com desempenho superior em áreas molhadas, o epóxi não deve ser tratado como solução universal para qualquer superfície, pois alguns fabricantes impõem restrições para materiais sensíveis, peças metálicas, pedras porosas ou condições especiais.

Em revestimentos mais absorventes, por exemplo, o teste prévio ajuda a evitar manchas causadas por resíduos de aplicação, que podem se tornar difíceis de remover depois da cura completa do produto.

Aplicação exige mais cuidado do que o rejunte comum

Para que o desempenho do rejunte epóxi seja preservado, a preparação da mistura e a execução precisam seguir rigorosamente as orientações do fabricante, sem acréscimo de água ou produtos que alterem a composição original.

Depois de aplicado, o excesso deve ser removido dentro do prazo recomendado, porque o material endurecido adere com força à superfície e pode exigir limpeza mecânica ou produtos específicos para remoção posterior.

Essa exigência diferencia o epóxi do rejunte cimentício, que normalmente permite correções mais simples durante a obra e costuma ser menos sensível ao tempo de limpeza inicial.

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Por outro lado, a maior resistência do epóxi depende justamente dessa cura mais firme, que ajuda a reduzir infiltrações, manchas e desgaste em áreas submetidas a umidade frequente.

A mão de obra especializada, nesse contexto, faz diferença para preencher as juntas por completo, remover excessos sem danificar o revestimento e finalizar o acabamento de forma uniforme.

Quando ficam vazios entre as peças, a vedação pode ser comprometida, e parte dos benefícios esperados em banheiros, cozinhas e demais áreas molhadas deixa de ser plenamente aproveitada.

Custo maior pode ser compensado pela manutenção

O rejunte epóxi geralmente apresenta custo mais alto que o cimentício, tanto pelo preço do produto quanto pela aplicação, já que a execução exige mais cuidado, ferramentas adequadas e controle do tempo de limpeza.

Apesar do investimento inicial maior, a escolha pode ser economicamente justificável em espaços onde a manutenção frequente, o escurecimento das juntas e a troca precoce do rejunte geram gasto recorrente ou perda estética.

Em banheiros de uso diário, por exemplo, o custo costuma ser avaliado junto com a durabilidade, a facilidade de limpeza e a menor absorção de água nas áreas próximas ao box e ao piso.

Nas cozinhas, o benefício se concentra na resistência a gordura, molhos, umidade e lavagens constantes, sempre dentro das recomendações de limpeza indicadas pelo fabricante para evitar danos ao acabamento.

A decisão também depende do tipo de obra, do orçamento disponível e do nível de exposição à água, fatores que podem tornar o rejunte epóxi mais vantajoso em alguns ambientes e dispensável em outros.

Em reformas rápidas ou áreas de menor exigência, o consumidor pode preferir alternativas prontas para uso, como rejuntes acrílicos, que também prometem resistência a manchas e umidade em determinadas linhas.

Rejunte cimentício ainda tem espaço em obras e reformas

Mesmo com o avanço do epóxi, o rejunte cimentício continua presente em ambientes secos, áreas internas de menor exigência, reformas econômicas e projetos nos quais o orçamento pesa mais na escolha dos materiais.

Também existem rejuntes cimentícios melhorados, classificados para diferentes usos conforme normas e especificações técnicas, o que mantém o produto como alternativa válida em aplicações menos expostas à umidade.

A principal diferença está na exigência do ambiente, já que locais com contato frequente com água, vapor, gordura e agentes de limpeza tornam mais evidente a limitação da porosidade do cimento.

Nessas condições, a substituição pelo epóxi responde menos a uma tendência passageira e mais à tentativa de reduzir problemas comuns nas juntas de revestimentos, especialmente manchas, mofo e desgaste visual.

No cenário atual da construção e da reforma residencial, a escolha do rejunte deixou de ser apenas um detalhe de acabamento e passou a interferir na higiene, na durabilidade e na percepção de qualidade do ambiente pronto.

O ponto ainda não comprovado de forma padronizada é a promessa de “até 10 vezes menos absorção de água”, porque as fichas consultadas confirmam impermeabilidade e resistência a manchas, mas não apresentam comparação universal entre todos os rejuntes epóxi e cimentícios.

Essa diferença pode variar conforme marca, norma técnica, formulação, largura da junta, aplicação e condições de uso, o que torna indispensável verificar as especificações do fabricante antes da escolha do produto.

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Gilberto Gomes
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Alisson Ficher

Jornalista formado desde 2017 e atuante na área desde 2015, com seis anos de experiência em revista impressa, passagens por canais de TV aberta e mais de 12 mil publicações online. Especialista em política, empregos, economia, cursos, entre outros temas e também editor do portal CPG. Registro profissional: 0087134/SP. Se você tiver alguma dúvida, quiser reportar um erro ou sugerir uma pauta sobre os temas tratados no site, entre em contato pelo e-mail: alisson.hficher@outlook.com. Não aceitamos currículos!

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