Porto do Itaqui recebe navio com maior operação de transporte de cargas de soja já realizada pelo Tegram desde 2015

O navio Kydonia realizou a maior operação de transporte de cargas de soja já administrada pelo Tegram desde o ano de 2015 no Porto do Itaqui durante esta semana e contribuiu para a atração de novos olhares para o complexo portuário Foto: Porto do Itaqui/Divulgação




O navio Kydonia realizou a maior operação de transporte de cargas de soja já administrada pelo Tegram desde o ano de 2015 no Porto do Itaqui durante esta semana e contribuiu para a atração de novos olhares para o complexo portuário

Após a chegada do navio Kydonia no Porto do Itaqui com o maior volume de cargas de soja já transportadas pelo Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) desde 2015, a administração do local comentou nessa última quinta-feira, (05/05), sobre a operação. Essa foi a maior atividade de transporte de cargas desde o ano em questão e contribuiu bastante para confirmar a presença do complexo portuário no cenário de movimentação de produtos no Brasil.

Navio Kydonia chega ao Porto do Itaqui e realiza operação gigantesca de transporte de cargas de soja no local, com milhares de toneladas do grão

O Porto do Itaqui avança para se tornar referência nacional no transporte de cargas ao longo do ano de 2022 e, durante esta semana, deu mais um passo em busca disso. Isso acontece pois o complexo recebeu o embarque do navio Kydonia, uma gigante embarcação que realizou o carregamento de grãos de soja em uma operação de grande porte para a estrutura do complexo portuário

Atracado no berço 103, o navio originário da Grécia chegou para o carregamento de 80.270 toneladas de soja que será destinada à Espanha durante os próximos dias. Essa é a maior operação de transporte de cargas de soja já realizada pelo Tegram desde que ele assumiu a administração do porto no ano de 2015. Dessa forma, a atividade com o Kydonia marcou um grande avanço para que a infraestrutura do Porto do Itaqui consiga receber o destaque adequado e novos olhares para investimentos futuros. 

Essa operação de transporte de cargas de soja pertence ao CLI – Corredor Logística e Infraestrutura S.A, responsável pelo lote 3 do Consórcio Tegram, e simboliza uma grande atividade para o complexo. Além disso, antes da chegada do navio Kydonia ao Porto do Itaqui, o maior volume de grãos em um único navio operado pelo Tegram tinha sido de 76 mil toneladas. Os últimos anos foram essenciais para que essa operação fosse realizada, uma vez que a administração do porto realizou fortes investimentos na infraestrutura para o embarque e desembarque de navios de grande porte. 

Autoridades do porto destacam fatores que permitiram a operação gigantesca de transporte de cargas de soja e ressalta a qualidade da infraestrutura atual do complexo portuário

Entre os fatores que permitiram que essa operação acontecesse dentro do Porto do Itaqui, o principal deles é a melhor eficiência operacional causada pelos investimentos em tecnologia no local. Além disso, a capacitação profissional dos funcionários do complexo ao longo dos últimos anos também foi essencial para que isso fosse possível. Por fim, o CLI também se consagrou como o único terminal de bandeira branca no porto, ou seja,  cujo dono não é uma trading ou uma empresa de transporte.

E, com a finalização dessa operação de transporte de cargas de soja, o presidente do Porto do Itaqui, Ted Lago, comemorou a chegada do navio e destacou a infraestrutura atual do complexo: “A atracação desse navio demonstra a infraestrutura do Itaqui para operar com embarcações como essa e até maiores. Tudo fruto de investimentos que tornam o porto cada vez mais eficiente e atrativo para as demandas do mercado”.

O Tegram é uma das maiores empresas de transporte de cargas do Brasil e a responsável por grande parte da soja, farelo de soja e milho produzidos no Maranhão, Piauí, Tocantins e nordeste do Mato Grosso. Assim, essa operação demonstrou mais uma vez a grandeza da companhia e as portas que estão abertas para uma expansão no futuro.

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Ruth Rodrigues
Formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), atua como redatora e divulgadora científica.