Autorização foi dada à Petrobras pelo Ministério das Minas e Energia e publicada nesta sexta-feira (14/06) no Diário Oficial da União
A Petrobras conseguiu a autorização do Ministério das Minas e Energia para exportar e excedente do Gás Natural Liquefeito (GNL) através dos terminais marítimos nos Estados do Rio de Janeiro, da Bahia e do Ceará.
A responsável pela autorização foi a ministra substituta da pasta de Minas e Energia, Marisete Fátima Dadald Pereira, mas a Petrobras terá que garantir o pleno abastecimento do mercado interno de gás natural.
Uma outra condição imposta por Marisete, foi a apresentação, sempre até o dia 30 de cada mês, das informações sobre as exportações à Agência Nacional do Petróleo (ANP).
-
Casal recebe orçamento de US$ 50 mil para instalar geladeira embutida, decide fazer a obra sozinho, gasta US$ 6 mil e diz ter economizado mais de US$ 100 mil ao reformar a casa
-
Aos 77 anos, idosa vive sozinha em um vilarejo quase fantasma dos Alpes franceses, a 1.000 metros de altitude, onde há prefeitura, prefeito e placa de entrada, mas só ela mora todos os dias em um lugar destruído por deslizamento e quase apagado do mapa
-
Índia escava lago artificial de 28 km no Deserto de Thar, forra o fundo com uma manta plástica gigante para impedir que 1,41 milhão de toneladas de água desapareçam na areia e tenta abastecer 5 milhões de pessoas durante todo o ano
-
Menina de 12 anos desenvolve recepcionista virtual com inteligência artificial para pequenas empresas e mostra como a combinação entre criatividade, programação e automação pode impulsionar produtividade, reduzir tarefas repetitivas e ampliar o acesso à transformação digital
A ministra substituta declarou também que, “o excedente de GNL a ser exportado pode ser composto por carga resultante de uma só importação ou pela mistura de cargas importadas de diferentes fornecedores que celebraram contratos com a Petrobras”.
A TAG
Vale lembrar que a Petrobras continuará a utilizar os serviços de transporte de gás natural prestados pela TAG, por meio dos contratos já vigentes entre as duas companhias, sem qualquer impacto em suas operações e na entrega de gás natural para seus clientes.
A preocupação acontece depois da Petrobras ter concluído na última quinta-feira (13/6), a venda de 90% de sua participação na Transportadora Associada de Gás S.A. (“TAG”) para o grupo formado pela ENGIE e pelo fundo canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ).
O fechamento da transação ocorreu com o pagamento total de R$ 33,5 bilhões para a Petrobras, sendo aproximadamente R$ 2 bilhões destinados à liquidação da dívida da TAG com o BNDES e ocorreu somente após a liberação do STF.
