Ciência e Tecnologia
Fósseis de mandíbula preservados em rocha há 86 milhões de anos revelam que um polvo de 19 metros dominava os mares do Cretáceo como predador ápice, e a descoberta sugere que os polvos de hoje são anões comparados aos ancestrais inteligentes que rivalizavam com mosassauros e plesiossauros
Débora Araújo 11/05/2026 às 14:22
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